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2026 terá recorde de campos sintéticos no Brasileirão
O Brasileirão de 2026 caminha para ter a maior participação de gramados sintéticos da história da Série A, com potencial de chegar a cerca de 30% dos jogos disputados nesse tipo de piso. Caso Atlético-MG e Vasco confirmem permanência na elite e o time carioca mande todos os seus jogos no Nilton Santos, serão seis clubes utilizando campos artificiais como mandantes, elevando de forma relevante a presença desse modelo no calendário nacional.
Nos últimos anos, o uso de gramados sintéticos cresceu de forma constante: foram 54 jogos nesse piso em 2023, 52 em 2024 e 55 em 2025, considerando Botafogo, Palmeiras, Athletico, Vasco, Atlético-MG e Santos em situações pontuais ou totais como mandantes. Para 2026, a conta pode chegar a 114 partidas em grama artificial, ou 105 em um cenário mais conservador, dependendo da quantidade de jogos que o Vasco efetivamente mandar no Nilton Santos durante a reforma de São Januário.
O movimento começou com o Athletico em 2016 e foi ganhando força com o Palmeiras em 2020, a adoção do sintético na Arena Barueri em 2025 e a mudança do Botafogo no Nilton Santos, motivadas principalmente pela conciliação entre agenda de jogos e realização de shows, além de questões de manutenção e qualidade do gramado. Atlético-MG e Chapecoense são exemplos mais recentes dessa tendência, também ligados a problemas recorrentes de conservação do campo e à busca por maior previsibilidade de uso dos estádios.
O aumento do número de partidas em gramado sintético, porém, alimenta um debate intenso entre jogadores e clubes. Um grupo de atletas de destaque no futebol brasileiro se mobilizou pedindo o fim desse tipo de piso, citando preocupação com lesões e desempenho, enquanto clubes com arenas artificiais afirmam que não há comprovação científica de maior risco físico para os jogadores e ainda argumentam que a grama sintética reduz custos e facilita a gestão multiuso dos estádios. Com mais jogos previstos em 2026, a discussão tende a ganhar ainda mais espaço no ambiente esportivo e político do futebol nacional.
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Na boa, nivela tudo por baixo e adota essa porcaria em todos. Assim não haverá mais a trapaça técnica que isso representa. Uma dúvida: quando se faz a aprovação da porcaria, e, depois se retira e coloca de novo o tapete, não deveria ser obrigatório nova homologação? Sendo bem técnico, ao se realizar qualquer adequação do piso para um show, deveria obrigatoriamente haver nova inspeção e homologação para o objetivo jogo de futebol.
Lesões a vista no sp
Mais um ano pra velharau morar no DM
O São Paulo faz certo em protestar contra os pisos de plástico, mas também não pode ficar no chororô, precisa se adaptar. Em cotia parece que já vão fazer um gramado de plástico, pq não fazer na barra funda também?