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Jornalista expõe visão da Diretoria do São Paulo sobre meia Oscar
A diretoria do São Paulo demonstra grande preocupação com o lado humano do meia Oscar, que enfrenta dificuldades sérias de saúde neste momento. Segundo o jornalista André Hernan, dentro do clube ninguém está preocupado com o contrato ou salário do jogador; o foco é totalmente no bem-estar dele e de sua família, valorizando o profissional e a pessoa querida que Oscar é para o elenco e comissão técnica.
Oscar tem passado por um período delicado, inclusive tendo sido internado para investigação de possíveis alterações cardíacas que culminaram em um episódio de desmaio, além de estar se recuperando de uma lesão muscular na panturrilha esquerda que o afastou dos gramados por cerca de um mês. O clube mantém acompanhamento médico rigoroso, e o jogador segue clinicamente estável, recebeu alta mas o futuro na carreira ainda é incerto, chegando a cogitar a aposentadoria.
A diretoria espera que os torcedores compreendam essa postura de cuidado humano antes de emitirem críticas nas redes sociais, pois o momento é de apoio e solidariedade, não de cobranças. Oscar, mesmo triste por não poder ajudar o São Paulo dentro de campo, tem recebido mensagens de carinho e suporte da própria família, dos ex-companheiros no Chelsea, e da torcida.
Essa visão humanizada da diretoria em relação a Oscar reforça um compromisso do clube com seus atletas para além das questões contratuais, valorizando a saúde e o bem-estar como prioridade máxima. O clube segue esperançoso no retorno do meia, previsto para o clássico contra o Corinthians, mas sempre respeitando o tempo necessário para a plena recuperação do jogador.
“Dentro do São Paulo, ninguém está nem aí para o contrato do Oscar, para o salário do Oscar… Zero! Os caras estão pensando no ser humano, em um cara que é extremamente querido e profissional. O Oscar estava triste pra caramba por não estar conseguindo ajudar o São Paulo. O clube está preocupado com o ser humano Oscar e sua família nesse momento. É legal passar isso para o torcedor, porque o cara tem que pensar antes de meter um comentário nas redes sociais.”
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Que se recupere o quanto antes e possa decidir com tranquilidade o que vai fazer daqui pra frente.
Ter saúde e viver com tranquilidade com a família, não tem preço.
Se não se importaram com o salário dele quando o contrataram, ou quando ele estava rendendo pouco, seria mau-caratismo se demonstrassem preocupação com isso agora
Bom, falou o óbvio para quem entende que o ser humano vem primeiro e o jogador vem depois….
Ok, a diretoria está correta nesse caso.
Errado foi anteriormente contratar esse rapaz pelo salário dele e pela condição física limitada.
Mas como a grande maioria aqui já se posicionou, que o jogador possa se recuperar plenamente e daí decidir seu futuro.
“pela condição física limitada”?
Ele tinha um histórico de lesões muito baixo antes de voltar pro São Paulo.
de 2015 a 2022 ele teve só 5 lesões e foram dessas de baixo impacto, o que é absolutamente normal nos jogadores de hoje em dia. Basta ver o histórico de caras do mais alto nível como o Halland, que vez por outra se lesiona.
E entre 2022 e a chegada dele no São Paulo ele não teve NENHUMA lesão.
O que pesou pra ele foram 2 coisas:
1- o aumento do nível de exigência do campeonato que ele passou a disputar, pois o futebol BR está a anos-luz do chinês em termos competitivos;
2- o azar daquela queda que quase o deixa paraplégico.
Pesquise antes de afirmar que a condição dele era limitada.
Dá pra reclamar da escolha pela Oscar em detrimento de jovens como Matheus, William e Ferreirão, que foram vendidos a preço de banana. E dá pra reclamar da negociação com salário do Oscar.
Mas não dá pra falar de uma fantasiosa má condição física do Oscar pregressa.
Não falei de problema de contusão pregressa.
Má condição, pelo fato da idade dele, e aqui chegando, no ritmo que é o futebol brasileiro, ele “sumiu”, mesmo tendo tido uma pré-temporada (mesmo sendo meia boca essa pré-temporada).
Ou seja: idade + ritmo mais intenso. Ou seja, um cara que precisaria de um bom período de readaptação, pois se joga e força, vindo de um futebol que tem outro ritmo, fatalmente não consegue acompanhar ou corre risco maior de sofrer problemas musculares.
Então, por esses motivos, SIM, ele veio com uma condição física limitada…..
Mi mi mi e policamente correto.
A verdade é uma só, o Oscar é outro James Rodrigues, não jogou nada custa muito caro, quando teve oportunidade trocou o SPFC pelo Inter e agora que está com problemas cardíacos, alguém deve estar preocupado com uma possibilidade de rescisão de contrato, pois devem haver muitos interesses.
Oscar vai cuidar da sua saúde e gastar seu dinheiro que vc conquistou jogando em alto nível em outros clubes e seja feliz.
Que venha a ter saúde, e uma vida normal, mesmo que fora dos gramados.
Não era nem pra ter sido contratado. Não por problemas de lesões, mas pela trairagem com o clube lá atrás (quanto foi pro Inter).
A situação Oscar–SPFC virou um retrato perfeito da covardia administrativa que tomou conta do clube.
O problema cardíaco do jogador é real, é sério e merece respeito — mas isso não muda o fato:
👉 O São Paulo mantém um contrato caríssimo com um atleta que não consegue jogar.
E o que a diretoria faz?
Nada.
Empurra com a barriga.
Finge que vai resolver.
Finge que “está monitorando”.
Finge que é “questão médica”.
No fundo, todo mundo sabe a verdade:
Falta coragem. Falta postura. Falta decisão.
Oscar, obrigado pela tentativa. Sua saúde vem em primeiro lugar. Mas o clube precisa seguir e preservar seu próprio planejamento. Rescisão amigável e vida que segue.
E sua sugestão é demitir o cara doente? Ou fingir que não tem contrato?
Alexandre, ninguém aqui falou em “demitir doente” ou ignorar contrato.
O ponto é outro: existe rescisão amigável, prevista em qualquer gestão profissional, quando ambas as partes reconhecem que o projeto não funciona mais , ainda mais em casos de limitação médica que impede atividade contínua.
O atleta precisa priorizar a saúde.
O clube precisa priorizar o planejamento e a responsabilidade financeira.
Isso não é crueldade, é gestão séria.
Irreal é manter custo milionário esperando um cenário que não irá mudar se não agir antes, fato !!
Existe rescisão amigável em que planeta sem pagar?
Rescisão amigável não é ficção, é prática comum, inclusive em casos clínicos graves.
Kanu rescindiu com a Inter após laudo cardíaco, Casillas encerrou vínculo com o Porto pelo mesmo motivo e no Brasil tivemos Washington, Valdo e atletas da base que, diante de diagnóstico de inaptidão, negociaram saída por acordo.
Ninguém fala em “não pagar”; fala-se em mútuo consentimento, previsto no art. 28 da Lei Pelé, exatamente para situações em que o atleta não pode exercer a atividade profissional.
O clube garante assistência, o atleta prioriza a saúde e ambos encerram o vínculo de forma responsável.
Fingir que isso não existe é negar a própria legislação e os precedentes do futebol.