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Momento do São Paulo é de acreditar e confiar nos jogadores, afirma técnico Tricolor
O técnico Hernán Crespo concedeu entrevista coletiva após vencer o Vasco por 2 a 0, no São Januário, no Rio de Janeiro (RJ), neste domingo (2), pela 31ª rodada do Brasileirão.
“É o momento de acreditar e confiar nos jogadores. Hoje enfrentamos um time muito difícil, com um grande treinador, que é o Fernando Diniz. Jogamos com muita personalidade, num campo difícil. Nós tentamos, acreditamos, corremos muito e fizemos os gols. O grupo entendeu o que o jogo precisava, que era correr, lutar e jogar bola. Foi o único jeito que entendi que poderíamos acertar o caminho da vitória”, ressaltou.
O comandante também comemorou o resultado fora de casa.
“Nem todos os jogos são iguais, depende do adversário. Jogar fora de casa nunca é fácil, ainda mais com um time que joga muito bem, que tem uma rotação constante. Precisávamos de muita comunicação e vontade de jogar e lutar”, finalizou o treinador.
A próxima partida do São Paulo será com o Flamengo, na quarta-feira (5), às 21h30, na Vila Belmiro, em Santos (SP), pela sequência do Brasileirão.
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Bom dia .
Concordo,menos no Rigoni, esse cidadão tem que nem sequer ser relacionado.
O time todo foi bem.
Não foi um primor de técnica e nem fez jogadas espetaculares, mas correu e lutou do começo ao fim e fez dois gols em erros do Vasco. Poderia ter feito pelo menos mais dois com o Rigoni (a primeira chance desperdiçada foi bisonha) e talvez um ou dois com o Ferreirinha, não tivesse ele tomado decisões erradas nos momentos cruciais.
Jogador “perdido” é foda mesmo. O que tem de habilidade e sorte carece de raciocínio rápido pra tomar decisão no calor do jogo.
Acho que a única coisa que separa esses medianos dos craques é justamente isso. Diferença de habilidade não é abismal, o que difere é que o craque decide com precisão nível atirador de elite o exato momento de aplicar determinada jogada em tempo real em uma fração de segundos, o mediano cisca sem erguer a cabeça.
Se Rigoni e Ferreira fossem só um pouco mais espertos virariam jogadores pra exportação.
Concordo com o Crespo,porém temos que acreditar e incentivar os jogadores, mais a diretoria não.E outra concordo com o Diogo confiar neste Rigoni é a mesma coisa de confiar em caminhar num campo minado.
O Corinthians trouxe um centro avante argentino chamado Herrera, que ganhou o apelido de ‘quase gol’,como ele aposentou, creio que o apelido está vago e pode ser cunhado só rigoni, aliás ,está perdendo gols feitos tal qual sua última.participscso, e a sua especialidade, e o que ele faz de melhor no jogo ,qualquer time que quiser passar raiva e perder pontos ganhos, deve contratar o rigoni, pois será brindado com.inumeros.momentod de frustração na cara do goleiro
Até acabar o campeonato (geral ou pra gente) essa questão individual não deve tomar as discussões. Afinal, qual o sentido de detonar as poucas opções que temos enquanto uns outros 10 estão no DM? Passado isso, aí sim se discute quem fica e quem sai.
Mas isso é o que o torcedor mais faz em 15 anos, mesmo xingando, mesmo esando p da vida, de uma forma ou de outra a torcida tenta confiar no elenco, vide o público que geralmente vai aos estádios….temos de continuar confiando, mesmo que já estejamos fartos de tanta coisa que o SPFC nos proporciona. Como perder um campeonato brasileiro com 7 pontos na frente, eliminação pra Mirassol, Novorizontino….eliminação pra Atl Paranaense….pra LDU perdendo tanto gol….mas a torcida ainda acredita é a única coisa que nos resta mesmo….
Vamos tricolor se DEUS quiser vai pra libertadores de 2026
Pelo tipo de discussão da torcida e pelo tipo de cobertura da imprensa se nota que o ano já acabou. Tudo bem, os jogadores têm o compromisso profissional de lutar por uma vaga na Libertadores (19% de chances atualmente). Ok, a torcida tem que apoiar. Mas esse ano já ficou marcado como o ano em que a gestão destruiu a razão de ser de um clube, que é o esporte de competição. O que o Casares fez é imperdoável e não pode ser esquecido ou suavizado. Nenhum torcedor tem que aceitar menos que um São Paulo vencedor. Nenhum torcedor tem que ser cúmplice dessa má gestão.