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A política de venda precoce de jovens talentos do São Paulo tem sido alvo de questionamentos, principalmente por parte da torcida, que gostaria de ver mais jogadores da base sendo aproveitados no time principal. Recentemente, o técnico Hernán Crespo foi perguntado se acredita que essa prática do clube é uma política que deveria ser modificada. No entanto, Crespo evitou responder diretamente à questão, afirmando que essa é uma decisão que cabe exclusivamente à diretoria do clube.
Desde 2021, o São Paulo tem adotado um padrão de negociação frequente de jovens revelações, muitas vezes antes mesmo de atingirem a marca de 50 jogos pelo time profissional. Jogadores como Matheus Alves, William Gomes e Ângelo, entre outros, foram vendidos para clubes europeus por valores que ultrapassam dezenas de milhões de reais, gerando receitas importantes para o clube, mas despertando debates sobre o aproveitamento esportivo desses atletas.
A diretoria, por sua vez, entende que essas vendas são fundamentais para a saúde financeira do São Paulo e para o investimento em outras áreas do clube, especialmente em um cenário econômico apertado no futebol brasileiro. As negociações recentes já ultrapassaram R$ 200 milhões em arrecadação só em 2025, refletindo uma estratégia clara de fortalecimento financeiro por meio do mercado de transferências da base. O problema? O valor baixíssimo perante rivais e mercado.
Apesar disso, Crespo deixa claro que, como treinador, sua função é trabalhar com os jogadores que estão à disposição, independente de terem sido vendidos cedo ou não. Ele reforça que a decisão sobre a política de vendas não é de sua competência, assim evitando envolver-se diretamente nas críticas e discussões sobre o futuro das joias formadas em Cotia.
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Não é só a questão esportiva, também tem a valorização em cima do desempenho do atleta, torcida estava na esperança que essa safra seria a galinha dos ovos de ouro, que fossem aproveitados e valorizados numa futura venda.
Eu pessoalmente acreditava que a dívida seria diminuída com a venda dos meninos, e está sendo bem ao contrário.
A diminuição significativa da dívida não é interesse de quem está lá.
Caso a dívida seja quase zerada, não vai se justificar tantas vendas.
É a mesma coisa no cenário da política: pq sempre persiste a pobreza , a insegurança pública, a falta de saúde e educação de qualidade? Pq é palanque para os políticos se perpetuarem no poder e “ganhar” votos.
Tudo errado, não sabem administrar!
Vamos vender a diretoria e os conselheiros para usar como lenha! Só servem para queimar no inferno, mesmo!
Quem irá querer comprar essa diretoria, só se for uma empresa de reciclagem kk.
É muito filho de algo que nunca será nada além de ser descendente e só serve para doar o clube em prol da família.
Qual justificativa para quererem vender toda a base????Sem terem chance de jogar no profissional para serem valorizados,como essa diretoria adora desvalorizar os garotos da base,e vendê-los a baixo preço…
Não concordo com essa política nefasta adotada por essa atual gestão, pois os garotos mal jogam uma temporada, e logo já estão vendido, esses caras caras estão destruindo a instituição a passos largos, pelo andar da carruagem não sei não viu! já vi muitos times caírem assim, o cruzeiro é um bom exemplo disso.