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São Paulo SAF é exemplo de matéria em veículo
Por que a reforma tributária empurra clubes de futebol para a SAF
Aumento da carga tributária sobre associações civis fará com que abrir um clube-empresa, mesmo que não se venda nada para terceiros, seja mais competitivo
Matéria do Estadão
Aprovada em 2023 e em fase de regulamentação, a reforma tributária causa uma ruptura no futebol brasileiro. Ao acabar com isenções históricas e unificar tributos, a nova legislação cria vantagem competitiva para as Sociedades Anônimas do Futebol (SAF) e torna o modelo associativo significativamente mais caro. Na prática, a reforma empurra os clubes para aderirem à SAF.
Atualmente, os clubes organizados como associações civis sem fins lucrativos têm isenção em tributos federais sobre algumas de suas principais fontes de receita, como direitos de transmissão, bilheteria, licenciamento de marca e premiações. Com a reforma, esse cenário muda drasticamente.
Essas receitas passarão a ser tributadas pelo novo sistema de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Embora possam aproveitar o sistema de créditos e débitos, a carga tributária efetiva para os clubes associativos deve superar 10%.
“Historicamente, os clubes pagavam cerca de 5% de impostos sobre algumas receitas específicas. Com a reforma, praticamente tudo será tributado, o que, mesmo com os créditos, resultará em uma alíquota final muito maior para as associações”, explica o advogado tributarista Flavio Sanches, sócio da CSMV Advogados.
Para as SAFs, o cenário é oposto, mas a vantagem quase foi perdida. O texto original da reforma poderia elevar a carga tributária do modelo para perto de 8,5%. No entanto, uma emenda articulada pelo Senador Carlos Portinho (PL-RJ), relator da Lei da SAF, garantiu que o benefício fiscal fosse mantido.
Graças a essa alteração, a legislação da SAF foi adaptada ao novo sistema e manteve a tributação próxima de 5% sobre a receita bruta, dividida entre os tributos federais (IRPJ, CSLL, INSS Patronal) e os novos IBS e CBS, com alíquotas específicas e reduzidas. Essa diferença cria um incentivo financeiro claro para a migração.
“Poucos clubes terão o privilégio de não virar SAF, como aconteceu na Espanha com Real Madrid e Barcelona. Ainda que seja possível, esses clubes terão uma desvantagem econômica e tributária relevante em relação àqueles que optarem pelo modelo empresarial”, analisa Sanches.
A pressão da reforma acelera uma discussão antiga no futebol brasileiro: a separação entre o clube social e o departamento de futebol. O modelo de associação foi criado para um clube social, mas o futebol profissional moderno funciona com receitas de uma empresa.
Por isso, há quem queira ganhar eficiência e governança ao separar o social do futebol, como adiantou o presidente do São Paulo, Julio Casares, em entrevista ao Sport Insider.
“Encomendei um estudo para uma separação administrativa do futebol e para o social. Eu acredito que isso vai ser bom para o social e para o futebol. Não que o social hoje atrapalhe, eu dei uma autonomia para o social muito elevada. Essa autonomia eu quero que vire uma separação jurídica e administrativa”, afirmou o presidente do São Paulo.
É possível criar uma SAF que não venda o seu capital e nem perca o controle. A associação civil mantém 100% das ações da empresa, mas separa o problema político e ganhar em governança. Agora, graças à reforma tributária, também escapa de tributos que podem se tornar um peso para a instituição.
Por que há resistência à SAF
A percepção negativa que ainda cerca a SAF, muitas vezes associada à perda de controle do clube para investidores, tem origem nos primeiros casos brasileiros, como Botafogo, Cruzeiro e Vasco. No entanto, essa não precisa ser a regra.
“Esses clubes aderiram ao modelo em situação de estrangulamento financeiro, o que reduziu seu poder de negociação. É perfeitamente possível um clube se transformar em SAF mantendo 100% das ações sob o controle da associação. Com isso, ele aproveita os benefícios tributários e as ferramentas de governança do modelo empresarial sem ceder o comando”, diz Sanches.
A transformação em SAF não é solução mágica, mas oferece uma estrutura que combate uma armadilha histórica: a falta de responsabilidade de dirigentes que empurram dívidas para as gestões seguintes. O ponto crucial é a profissionalização da gestão.
Diante do novo cenário, a pergunta que fica é: com a possibilidade de manter o controle do clube e, ao mesmo tempo, pagar menos impostos, qual é a lógica de não se tornar SAF? A resposta definirá o futuro da governança do futebol no país. Por: Felipe Lobo na Sports Insider
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SAF é o caminho natural
Profissionalismo, chega de amadores na gestão do clube, aliás clube é um conceito antigo no futebol.
Enquanto vender jogador da base pra repor com Oscar , Lucas e LG da vida a conta nunca vai fechar pois bem dizer quadriplica o custo da folha salarial, o retorno esportivo tem que ser muito alto e nunca tem a possibilidade de revenda.
SAF pra esses sanguessugas continuarem a frente do clube mamando nas tetas desse e jogando o clube ladeira abaixo com a aprovação deles mesmos sem dar nada pra ninguém???? Fora. Time não compra Direitos Federativos de ninguém, arrecada mais de 700 milhões anuais e vive em déficit???? Tem que vender mesmo pra algum mecenas que vai investir bilhões e cortar essas mamatas que tem no clube. Ou permitir que o próprio sócio torcedor compre ações e vire majoritário no clube. Podendo botar e tirar Presidentes, aprovar e rejeitar contas, tendo acesso a balanços e relatórios detalhados (quantos cargos remunerados tem no clube, quem ocupa, são parentes de conselheiros, quanto custa, as empresas que fornecem para o clube são de conselheiros, quanto custa, etc, etc, etc). Coisas que não vemos na atual Gestão e nem nas anteriores e nem nas futuras enquanto estiver nas mãos desses mamadores, sanguessugas e incompetentes.
Uma coisa de cada vez …
De forma alguma. A SAF que o Casares mencionou separando o Profissional do Social com eles tomando conta e o eleito ter poderes para tomar decisões sem aprovação de Conselho aprovaria uma FIP, por exemplo, de goela abaixo sem ter que passar por nenhum Conselho. Dessa forma que o Casares quer seria pior até do que atualmente onde o Conselho, apesar de eu ser muito crítico, é quem está impedindo a doação de 30% dos garotos de cotia a Galápagos. A SAF tem que ter. Mas tem que ser uma que tire o controle do clube das mãos desses abutres.
Não, amigo. A empresa é 100% do clube. Vc não consegue aprovar nada desse porte sem anuência dos conselhos administrativo e deliberativo.
O sistema associativo do São Paulo não serve mais ,o clube ta cada dia mais antidemocrático e si fechando 😔 257 conselheiros decide o futuro do clube e com um detalhe preocupante o aumento dos vitalícios para 150 isso é ruim para o futuro do São Paulo #saf já.
Se eu fosse um cara com essa grana toda a ponto de investir (ou comprar) no futebol do SPFC e fosse rechaçado pelos matuzaléns do clube, sabe o que eu faria, de verdade?
1) Compraria o Osasco Audax (ou o que restou dele;
2) Montaria um belo CT na capital;
3) Bateria lá na porta do Clube Atlético Paulistano e faria uma oferta de uso do nome, escudo, cores e marca para fins exclusivamente ligados ao futebol, sem relação com o clube associativo;
4) Mudaria o nome do Osasco Audax e reativaria o futebol do Paulistano, mandando os jogos no Pacaembu;
5) Montaria uma sólida categoria de base e também iniciaria a disputa das divisões inferiores profissionais do campeonato paulista;
6) Ao chegar na série A1, já partiria de uma história de 11 títulos e passaria a assombrar os grandes.
Aumento da carga tributária para associações civis…
Melhor virar ONG!
Jogos dos 13 adversários diretos do SP (Equipes entre a 04a e 16a posição):
Resultados dos jogos atrasados:
Atlético MG 3×1 Sport
Mirassol 2×1 Flu
Após estes 2 jogos atrasados, a situação das equipes com jogos por fazer é essa:
– Flu, Atlético MG, Bahia, Ceará, Santos e Inter têm 1 jogo a menos;
– SP, Mirassol, Botafogo, Grêmio, Vasco, RB e Nojentos não têm jogos atrasados
SP está neste momento ainda com 38 pontos e em 8o lugar.
ANÁLISE: A vitória do Mirassol no último dia 08 obriga o SP a não desperdiçar mais pontos, sobretudo em jogos em casa ou contra os principais adversários diretos (Flu e Mirassol fora de casa, além de Bahia e RB em casa). Estamos no fio da navalha na classificação. Todo ponto é mais que precioso agora….
Rodada 28 e jogos que interessam ao SP. São eles (com as projeções ideais):
Peppas x RB
(empate ou Peppas)
Botafogo x Fla
(Fla ou empate)
Mirassol x Inter
(empate ou Inter)
Sport x Ceará
(Sport ou empate)
Santos x Nojentos
(empate ou Santos)
Fortaleza x Vasco
(Fortaleza ou empate)
Atlético MG x Cruzeiro
(Cruzeiro ou empate)
Grêmio x SP
(SP)
Vitória x Bahia
(Vitória ou empate)
Flu x Juventude
(empate)
(SP precisa voltar a vencer – e rápido – com os adversários diretos perdendo ou empatando, até termos uma melhor definição quanto à Libertas-26).
Até agora saf não deu jeito no Brasil
Botafogo, Bragantino, Cruzeiro ha quantos anos estavam na série B antes da SAF???? Ano passado Botafogo até campeão Brasileiro e Libertadores foi. Cruzeiro é o terceiro e na semi da Copa do Brasil. Até o Vasco melhorou. Antes da SAF só viviam na série B. Tem problemas existentes. Podemos, inclusive, aprender com erros deles. Mas, inegavelmente, estão bem melhores do que quando não eram SAF. Então como não deu jeito??? Era melhor quando estavam nas mãos de Conselheiros Corruptos, Parasitas e incompetentes atolados na série B e sem subirem ou subindo pra cairem no ano seguinte????
Continuar do jeito que tá tmb não dá jeito, os atuais campeões da champions e super mundial de clubes são saf
Outfield (a receita atual não consegue cobrir integralmente esses custos/futebol)! Trocaram 20 por 6 e ficou ainda impagável ! Mas muitos diziam q a conta estava fechando !
A realidade de hoje é essa o time do São Paulo e nível meio de tabela para jogar uma sul americana no máximo pois, tecnicamente o elenco não é lá essas coisas e ainda tem um psicológico fraco, mesmo após a bandidagem do arbitragem no último jogo não me conformo com uns caras que não conseguem catimbar e nem fazer faltas para picotar o jogo e assim segurar um resultado jogando em casa com o apoio da torcida, enquanto a tal SAF poderia ser uma boa saída, mas com outros gestores profissionais porque com esse presidente atual que representa o grupo político que anos está no comando acabando com o clube não vai para frente porque eles querem uma SAF onde eles permaneçam no controle e em sã consciência nenhuma empresa ou mecenas vai querer colocar dinheiro nas mãos desses caras já conhecendo o histórico de incompetência deles.
O Flamengo e Palmeiras conseguiram se reerguer sem ter que virar SAF. Não entendo o porquê essa comoção com algo que é incerto. A maioria das SAFs no Brasil não deram certo. Não consigo compreender essa comoção para que o São Paulo vire SAF.