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Ídolo do São Paulo abre o jogo sobre a realidade atual do futebol x passado
Raí, ídolo do São Paulo e referência no futebol brasileiro, fez uma reflexão contundente sobre a diferença salarial entre sua época de jogador e os tempos atuais. Ele afirmou que um atleta com o mesmo nível e desempenho que tinha nos anos 80 e 90 hoje ganha, em três a seis meses, o que ele acumulou em toda a sua carreira. Raí destacou que apesar de ter sido bem remunerado e ter se planejado financeiramente, não há comparação entre os valores daquela época e os contratos milionários atuais, que envolvem patrocínios, direitos de transmissão e redes sociais.
O ex-jogador ressaltou que seu sucesso dentro de campo foi acompanhado por uma postura cuidadosa fora dele, o que lhe garantiu estabilidade financeira após a aposentadoria, mas reconheceu que o cenário financeiro do futebol mudou radicalmente. Hoje, os jogadores são tratados como verdadeiras empresas, com valores muito mais expressivos do que os antigos jogadores poderiam imaginar. A transformação do futebol em uma indústria bilionária refletiu diretamente na remuneração dos atletas, que agora alcançam cifras impensáveis no passado.
Essa declaração reacendeu debates sobre a valorização dos jogadores do passado, que muitas vezes não receberam o mesmo reconhecimento financeiro, e do impacto do crescimento econômico do esporte. Raí, além de ídolo dentro de campo, é conhecido por seu engajamento social e político, mantendo uma voz ativa e crítica sobre questões do futebol contemporâneo e da sociedade em geral.
No futebol, Raí foi um meio-campista brilhante e líder dentro do São Paulo e do Paris Saint-Germain, conquistando títulos importantes, entre eles libertadores, mundiais e conquistas internacionais. Sua visão sobre o futebol atual e os ganhos financeiros mostra o quanto o esporte evoluiu, mas também traz uma reflexão sobre os caminhos que o futebol profissional tem tomado, com jogadores de hoje tendo em mãos uma realidade financeira muito diferente da que ele experienciou.
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MORUMBIS NOME FEIO CAMISA FEIA. ZERO
Pendura uma melancia no pescoço que alguém vai notar sua existência.
Não cabe comparação. Futebol é um esporte que se popularizou. Tudo que se populariza movimenta mais dinheiro porque gera mais consumo. Tudo que se populariza gera uma demanda maior e uma demanda maior gera uma alta de preços que gera uma valorização do produto. A realidade financeira dos jogadores de hoje é porque a realidade do esporte mudou.
As diferenças são apenas resultado dos anos que passaram e fizeram o esporte se tornar popular. Ele queria o quê, um salário de 1 milhão numa época que 1 milhão era o mesmo que uns 70 milhões de hoje?
Vai estudar, se aprimorar e aprender a utilizar a fama que tem pra abrir uma empresa que consiga se beneficiar disso, empregar pessoas, gerar faturamento, transformar socialmente seu entorno e aí, ficar mais rico. Porque até então a única coisa que esse grande ídolo do passado mostrou pós-aposentadoria é que é um gestor incompetente e que tem uma miopia de dar dó sobre a realidade.
Tanto que quase faliu o projeto que tinha com o Leonardo.
Falou o cara que torrou mais de MEIO BILHÃO em Pablo, Daniel Alves, Calazans, Raniel, Éverton, Nenê, Jean, Volpi, Éverton Felipe, Jucilei, Trellez, Diego Souza e por aí vai.
O cara gastou meio bilhão e não conseguiu acertar em uma contratação. U-M-A.
A única contratação que vingou mesmo foi o Luciano – graças ao Diniz, pois o Raí jamais teria tido a ideia da troca.
Como jogador um ídolo, prefiro analisar assim.
Ex-ídolo. Sua passagem como dirigente deixou uma herança maldita que custará caro por muitos anos.
Um atraso de vida.
Na sua ótica, na maioria é o eterno ídolo, decisivo em campo.
Antigamente e não há 30 anos atrás os jogadores eram MUITO MELHORES e menos bem remunerados ! Hoje tem muito dinheiro e pouca técnica ! mas ganham rios de dinheiro ! e Isso vale para a maioria dos esportes pela exposição que existe