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Fundo de Cotia é comparado à Bolsa de Valores; Presidente do São Paulo fala de legado
Em entrevista à ESPN, o Presidente do São Paulo, Julio Casares falou sobre o Fundo de Cotia que hoje gera polêmica pelos termos ainda não integralmente conhecidos pelo Conselho e torcida:
“Ele vai receber 30% de um líquido. Hoje, temos jogadores que vêm para cá com 70% dos direitos do São Paulo. Se eu tivesse dinheiro, eu comprava os outros 30%. Isso eu não posso fazer. Conseguimos do Ferreira passar de 65 para 80. Do Ryan passar de 70 para 80. Imagine nós, capitalizados, além de fazer isso, podemos trazer mais jogadores que tenham vontade de jogar no São Paulo. Vamos ter dois efeitos: você vai ter formação mais rápida e maior em volume. E, quando fornecer ao profissional, uma baixa na folha. E com a possibilidade, pela juventude, de ser um grande ativo para venda. O investidor vai ganhar mais, e nós vamos ganhar mais”
“É algo inteligente. Eu vou deixar um legado esportivo. Vamos oferecer mais para a comissão técnica. O São Paulo hoje oferece? Oferece. Se tivéssemos 12 em atividade, vendendo apenas quatro ou cinco, eu poderia ficar por mais tempo com mais jogadores. É a longo prazo. E estratégico. Ele visa modernidade. Não estou vendendo patrimônio ou a base de maneira nenhuma. Isso para aqueles que querem tumultuar o processo. Ficamos quatro horas em reunião e passou por unanimidade tudo. Lá temos os independentes, que são pessoas ligadas ao mercado, gestão e de linha de propaganda. Todos nos deram o sinal verde. Vamos atender todos os grupos. Todos os conselheiros que queiram conhecer mais o projeto serão atendidos”
“Primeiro, a própria Galapagos já tem investidores da própria carteira. E isso vai ser aberto a torcedores comuns gradativamente. Se algum empresário da Alemanha, da Grécia, da Inglaterra quiser aportar nesse fundo, ele pode. Quem vai fazer toda a capitação dos investidores, é o fundo Galapagos. E esse é um grande avanço. Ao levar à bolsa de valores, estamos listando transparência e responsabilidade. Eu acredito que é inteligente, é de vanguarda e isso pode mudar”
“Se você pegar as SAFs que temos por aí, como Vasco, Botafogo, Cruzeiro, e colocar os valores com SAF com venda de patrimônio… esse acordo operacional não é uma venda. Hoje mudou um pouco. Falamos do Marinakis. Mas hoje temos um FIP, onde vai poder que venha um Marinakis com o tamanho do dinheiro dele em vista. E o José, da torcida, ele também vai poder fazer o investimento. Achamos que é mais inteligente ter um fundo e ter investidores, que podem ser desde donos de clubes a até nós torcedores de arquibancada. E isso com regulamento na bolsa de valores”
“Isso é inédito. Não tem data para aprovação. Foi aprovado no conselho da administração por unanimidade. E eu vou fazer reuniões para esclarecer dúvidas. Não tem prazo final. Estamos com tranquilidade. Vamos levar o tempo necessário para esclarecer para todos. O que interessa é o teor do projeto. E o teor do projeto é muito positivo. A Galapagos, que é uma grande empresa, está coordenando isso com a gente. E vamos ter uma competitividade para oferecer mais jogadores dentro do futebol profissional”
“Esse projeto é um projeto técnico. Por isso que fizemos com investidor. Se fosse com grande empresário do futebol, ele pode entrar depois como investidor. Quando você põe a parte técnica, estou levando o projeto para a bolsa de valores. Acabou! Tem regulamento, transparência. Se tem conselheiro que investe lá, é transparente e legítimo. Assim como o torcedor pode fazer”.
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Realmente um legado, tenebroso legado pro futuro tricolor.
Por que?
Questão de fundo …, o fundo é dívida ou investimento ?
Partindo do princípio de que o capital exige remuneração e tendo por “garantia” os recebíveis futuros do SPFC, o fundo, a princípio parece dívida, por antecipação de receita.
Mas esta é uma discussão filosófica.
Enfim, chegamos ao “fundo amigo”, parte 2.
Depois vc reclama. Você é mal intencionado.
o FIP não tem porra nenhuma a ver com garantias.
E você espalha merda sem parar. Estou te mostrando porque apago textos seus. O próximo é direto pro lixo.
Infelizmente o Presidente e essa atual gestão não passa confiança e verdade. É algo absurdo, essas vendas e a torcida está cansada e de coração, sigo o blog pela honestidade e pela verdade que você coloca às noticias, mas meu nobre, não da para tampar o rombo dessa gestão, chegamos próximo do BI em dívidas, ele aumentou a divída da gestão Leco.
É um fundo de participação!
O fundo PARTICIPA da receita de vendas futuras e pra isso INVESTE na formação, seja via custos de estrutura ou custo de aquisição.
E não tem nada de discussão filosófica, se trata de um assunto técnico.
Se não tá claro pra você, leia no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que tem uma portaria que regulamenta esse e outros tipos de fundos.
Como dizia a cantora Katia: Não esta sendo fácil….
Quem é Katia?
Gostaria de desejar boa sorte ao Gustavo Somavilla. E, aproveitar o ensejo para:
Observe o Chico da Costa, por Sir André Afonso.
Observe o Vizeu e Neilton, por craque Guinho.
Observe o Kuki Kagawa Yamaha, por maestro Japoneis.
Por hora é suficiente para o início do mapeamento. Toda sorte!
Craquito vc seria um otimo analista de desempenho, da forma como coleta e trabalha com dados, e ainda faz ouvindo pepe moreno.
Sir, sem Pepe Moreno a coisa não flui.
Agora, eu estou trabalhando num projeto pessoal de tecnologia e daqui há alguns anos eu penso em criar um “Brasfoot”, mas com uma mecânica complexa com base em uma teoria que pensei e vou ainda desenvolver. Daí tangerei essa área e afins também. Aguarde o Pepefoot, sir.
Saquei o Pepefoot vai levar muito em conta o molejo do jogador
Absolutamente, sir. E a captação de meninos de rua. Algo inédito! Hahaha
Projeto de merda, por um valor ridículo.
O único legado que esse senhor vai deixar é de ser um dos piores presidentes da história do clube.
Barcelona, Real Madrid, Bayern, Palmeiras, Flamengo, Dortmond, e vários outros clubes com muito dinheiro não fazem isso, esse senhor apenas quer lascar o clube.
Sem palavrões
Mais de 36 clubes das “Big Five” ligas europeias (Inglaterra, Espanha, Alemanha, Itália e França) já contam com participação de private equity, venture capital ou crédito privado, em participações majoritárias ou minoritárias.
Na base? Porque é disso que ele está falando, né?
Exato, estou falando da base.
Se, no futuro, o clube se tornar uma SAF aí ja é outra conversa. Fora que, pelo que eu sei, FIFA proíbe a criação desse tipo de fundo envolvendo direitos de atletas da base.
Menzinho, na boa, estuda o modelo, estuda as regras.
Já tá chato de mais ter que ficar desmentindo as lorotas pq a galera prefere especular do que se informar….
E na boa, tem projeto no Brasil que é isso que você afirmou ser proibido…. Só pra ficar por aqui!
Tem na base, tem no profissional, tem no clube inteiro….
Opa, me diga quais clubes possuem esse modelo, por gentileza, quero estudá-los.
Caio. Concordo com voce com relação a Barcelona, Bayern, Real, Palmeiras e Flamengo. O Borussia Dortmund, apesar de não ter dividas, no restante é igual ao São Paulo FC. Adora fazer uma contratação sem custo, e pechincha o máximo possivel antes de contratar alguém. Sempre alegam que estão sem dinheiro. Eles contratam desconhecidos bem baratinho para depois vender muito caro. E ai entra outra semelhança com o São Paulo. Ninguem sabe onde vai parar o dinheiro da venda.
Mas eu apenas estou falando da base. Cotia NÃO precisa desse tipo de fundo de investimos par revelar jogadores, o que precisamos é de um diretoria com projeto e assim os jogadores se valorizam.
OBS: Pelo que sei a FIFA proíbe a criação desse tipo de fundo investimentos onde os direitos dos atletas são dividido com organizações privadas.
Não há divisão de direitos, há divisão de lucros
Reli as regras e o pouco que foi liberado do projeto do FIP e vc tem razão
Tmj
Viu como ler as regras e entender o modelo é melhor que ficar especulando coisas?
Julio Casares, em contato ao @arqtricolor:
“Não se muda uma cultura de décadas em semanas. Há um descompasso do quanto se gasta no futebol, que hoje custa caro demais. Manter uma operação com, por exemplo, avião fretado, hotéis, estádio, centro de treinamento e profissionais de primeira linha não é barato. Então, ao menos até se encontrar um equilíbrio entre receita e despesa, precisamos acertar as contas com a venda de atletas. O futebol precisa se pagar”
Pronto, o Presidente falou. Fim da discussão.
Concordou comigo, artilheiro? Hahahahaha… Ou vai negar que deram um passo para mudar a estrutura de décadas?
Quê? kkkkk Vender moleque p/ cobrir rombo financeiro é o modos operandi de toda gestão amadora, amigo.
Modus*
Não. Eles investiam e não tinha retorno no investimento do elenco e isso que causou o aumento da dívida nessas última décadas. Nessa temporada vão fechar no verde. É diferente em algo. Agora, o modus operandi é manter a molecada sem fluxo de caixa prospectando 26 com 1.5bi em dívidas para aventar a possibilidade de cinco moleques valorizarem 2x mais e com isso abater mais juros compostos? Honestamente, não me parece que daria certo.
“Ahhh mas eu cortaria gastos”. Teoricamente, mas em quê e por quê? E, sobre o futebol: qual elenco teria sem contratar ninguém e fazendo uma rapa para diminuir o custo dele? Obs: se você planejar o elenco com a molecada como titulares você sabe que o salário deles aumentaria, né?
Eles já fecharam no “verde” em 22 e tudo continuou igual. Não tem nada de diferente. A raiz do problema é gastar demais. Está escancarado, sem resolver isso nada muda. Não existe previsão de 1,5 Bi de dívida, nem vou entrar no mérito, assim como nunca ninguém disse que manteria os 5 moleques.
O que foi dito é para cumprir o orçamento, ou seja, negociar R$ 150 milhões – contando com o mecanismo de solidariedade. É claro que um ou dois garotos seriam vendidos p/ atingir a meta.
Gastar demais e ter que recorrer a venda de jogadores nessas condições significa perder dinheiro, e eu não estou falando de esperar desenvolvimento, mas do valor real dos jogadores hoje. O mercado identifica o desespero e se aproveita.
A dívida aumentou porque gastaram demais, não tem nada a ver com valorizar jogador. Gastaram tanto que os ativos não foram suficientes para fechar a conta. Nesse ano tivemos a “sorte” de ter uma safra campeã na base, por isso temos de onde tirar. Em outros anos não fomos tão felizes na revelação de jogadores. Será que teremos em 2026? 2027? Não é melhor ajustar os gastos do que ter que lidar com a incerteza da limpa da base p/ terminar o ano empatado?
Quanto aos cortes é muito simples, vc revisa seus contratos, fornecedores, colaboradores, reduz gastos, clubes social e finalmente chega na folha salarial. Define uma folha que se pode pagar e planeja em cima dela. Não tem muito segredo.
Exemplo: contratar Oscar, Wendell, Cédric e renovar com Luis Gustavo era necessário em um ano de contenção de gastos? Provavelmente não.
Resumindo: quer mudar o SP? Gaste o que se pode pagar, conte principalmente com suas receitas recorrentes, pague suas dívidas bancárias, invista com critério. Esse é o verdadeiro remédio amargo.
Não adianta ficar no “cheque especial” e depois começar a vender carro, casa, TV p/ conseguir pagar, isso não é um passo p/ mudar a estrutura, é um sintoma do que está errado.
Não tem como comparar 2022 com 2025
Pois é, fidalgo.
Artilheiro, […] “Não se muda uma cultura de décadas em semanas. Há um descompasso do quanto se gasta no futebol, que hoje custa caro demais. […] Quer dizer que o clube não mudou nada nesse ano? Dessa premissa que você postou você concluiu que segue o barco igual?
[…] Não existe previsão de 1,5 Bi de dívida […] Ué, mas se não vender a molecada acontecerá o quê em 26? Logo, qual motivo reclamar das vendas? “Ahh mas…” Mas aí até eu pontuo diversas coisas. A questão não é sobre a temporada 25? A temporada 25 não é do jeito que é? Você não me indagou ontem sobre quando eu disse que “lamento, mas entendo as vendas”. Ou vende a molecada ou ano que vem começa 26 com uma divida muito maior.
[…] A dívida aumentou porque gastaram demais, não tem nada a ver com valorizar jogador. […] Não entendi essa contraponto.
[…] Não é melhor ajustar os gastos do que ter que lidar com a incerteza da limpa da base p/ terminar o ano empatado? […] E não é isso que estão fazendo em 25? Ou para validar sua lógica tem de decorrer de um planejamento infálivel?
[…] Quanto aos cortes é muito simples, vc revisa seus contratos, fornecedores, colaboradores, reduz gastos, clubes social e finalmente chega na folha salarial. Define uma folha que se pode pagar e planeja em cima dela. […] Artilheiro, se tem uma coisa nisso aí é que não é simples. Você realmente tá excluindo a possibilidade dos caras tem feitos cortes e mesmo assim a despesa ter aumentado?
[…] Exemplo: contratar Oscar, Wendell, Cédric e renovar com Luis Gustavo era necessário em um ano de contenção de gastos? Provavelmente não. […] Pois é, esse é o ponto que te falei ontem, ué. Agora, qual seria o seu elenco? Isso você não respondeu. Nesse ponto falei antes do início da temporada da cagada de manter o Zubeldia e todo decorrente disso. O Oscar tem aporte da SuperBet, o Wendell é um excelente ala. LG e Cédric não ficariam se tivesse planejamento no futebol do SPFC. Usariam o Moreira e o próprio Luan.
Matador, eu concordo com as suas premissas de conclusão. A questão é que tudo isso não anula o fato deles terem feito algo em 25 e fecharemos no verde. FIDC não é um rótulo, é um contrato com diversas implicações. A venda da molecada ou fazia ou fechava no vermelho. A possibilidade que poderia ser melhor ficará para 26, no caso.
Agora, se você souber o que foi o gap de 60mi, pó falar. Eu não sei, e é impossível aferir a sua causa. Portanto, tem senso, lógica e tudo no seu raciocínio, mas ele absolutamente não refuta em nada de que não houve uma mudança no planejamento financeiro em 25. O texto que você postou diz isso ““Não se muda uma cultura de décadas em semanas” qual inferência se faz disso? Por isso que brinquei com você sobre concordar comigo. Eles podem ter feito com muitos erros, mas o ponto é que fizeram. E não tem nada haver com as outras gestões. Fizeram o FIDC, estão captando o fundo de Cotia, estão aumentando os patrocinadores na camiseta e etc. Algo eles estão fazendo. Teve cortes. Agora, se der errado é outra conversa, a qual te disse que estou esperando o final da temporada para ter maior respaldo.
Então quem fez essa previsão de quanto o clube ia arrecadar e gastar é um incompetente, o cara errou em 90 milhões ? Tudo isso que o Casares falou são gastos de fácil previsão, todo ano ele tá errando né, que já são 400 milhões de dívidas só na gestão dele.
Vai ser a mesma transparência que prometeu com as contas no início da gestão? Espero que não
Quem investir vai ter porcentagem de venda na maravilhosa geração atual do sub17 e sub20
Vou repetir algo bastante consciente e espero que os sócios do clube, acho que aqui tem muitos precisam refletir. A administração de esportes geram bilhões de reais e dólares por ano. É leviano, é irresponsável, é querer destruir um clube de futebol colocar um homem sem preparo algum no mundo esportivo sobretudo no futebol, para gerir um dos maiores clubes do futebol mundial. Pensem nisso.
Não existe “clientelismo” que resista a selva que é o mundo do futebol. Nessa selva ou vc é o predador de topo ou será a presa. Não tem papinho mole, não tem jeitinho. É vergonha moral! É vergonha ética, se é que sobrou alguma nesses últimos 12 anos. Se não colocarem gestores que sejam verdadeiros visionários, que tenham sangue gelado, que sejam densos no planejamento estratégico e que sigam o planejado, continuaremos feitos zumbis do futebol, flertando com resultados infames para uma instituição como o SPFC. Não podemos aceitar mais este tipo de gestão no Brasil e no futebol, principalmente no SPFC.
Acho que seu texto é emotivo, dado que faltam premissas para concluir o que você concluiu através de um salto lógico. Nem preciso falar que você tem premissas questionáveis.
Mais um tapa na cara do São Paulo: “Bahia vende atacante por 22 MILHÕES DE EUROS”
Trata-se de Lucho Rodríguez de 22 anos, negociado com o NEOM da Arábia..
Investiram 65 milhões, jogou 69 partidas com 19 gols marcados, e após um ano, venderam por 140 milhões, ou seja, fizeram tudo aquilo que um clube ORGANIZADO e PROFISSIONAL, deve fazer…
Algo que infelizmente não temos, e dificilmente teremos com o atual modelo político no São Paulo.
Pagaram 11. Igual a gente pode pagar 11. Ele é grupo city, SAF. Igual né?
Realmente não podemos pagar 11 milhas, justamente porque não somos nem ORGANIZADOS e muito menos PROFISSIONAIS.
Aliás, nas minhas contas, os 3 anos de contrato do Oscar, vão chegar nas mesmas 11 milhas, certo!?
O grupo city ser comparado com o SPFC já morreu a discussao.
O Lucho pagaram a vista 11 mi de euros. A gente não tem nem 1 mi de reais.
Realmente, não temos dinheiro para fazer aquisição desse porte, mas o valor das nossas vendas beira o rídiculo. É uma pena quem bate palma para essa gestão.
Seu argumento caiu e vc partiu para atacar?
Lembre-se que aqui não é o twitter.
Meu argumento ? Caiu ? Perdão, mas não uso twitter e muito menos estou atacando a você ou a ninguém. Agora, essa gestão não passa confiança e nenhuma verdade. As vendas dos meninos foram ridiculas, o William Gomes está jogando bem em Portugal, Henrique menino joga muito, e infelizmente o Casares e sua turma, são fracos, gestão ridicula.
Caiu. E VC já mudou o assunto
Tira os impostos, taxas e comissões e veja a realidade….
Depois de 5 anos dessa gestão e inúmeras contradições, alguem aí acredita que isso vai ser bom????
Não acho que faça o menor sentido se basear em crenças baseadas em achísmo.
A analise tem que ser racional, portanto, técnica.
Zanquetta, um aspecto dessa operação que está confuso, e que vc tinha dito que seriam, a prinicipio o valor por 3 anos dessa operação, antes 5 anos. Mas tem jornalista falando que é sem tempo determinado. 350 milhões pra sempre fica complicado pra mim.
Nunca falei 3 anos na minha vida sobre este assunto.
Você disse 5 anos. Se for mais que isso vai ser um péssimo negócio.
Mas aí até eu concordo
Boa tarde.
Os pontos desse fundo.
1 – Os valores de aportes comentados de forma iniciais, 250 MI da Galápagos, já saiu informação de ser apenas 50 MI no primeiro ano e os 200 restante para os próximos anos,já teve informação de 250 MI de início ,o que resume tudo isso, o clube em nenhum momento passa informação de forma clara.
Não existe porra nenhuma de transparência.
2 – Por quanto tempo os investidores terão direito aos atletas em futura vendas ,quais atletas serão esses ,os que já estão no clube ou aqueles que serão contratados a partir da assinatura do fundo.
O Zanquetta tem feito algumas lives para explicar sobre ,entretanto, repito, o clube não faz nada ,não tem entrevista clara sobre isso, não se comunica com o seu torcedor, é um verdadeiro descasso.
Antes de ir pro Conselho, nem pode abrir
Entendo Zanquetta, porém, a diretoria nunca se manifesta para nada ,nunca assumi que está errada ,e no caso do vídeo do Henrique Carmo, é patético fazer um vídeo para o jogador dizer que ele pediu para sair ,afinal, claro, muitos atletas usam a mesma metodologia, sem falar que jogar na Rússia com certeza é o sonho de muitos ,enfim.
Sobre o fundo, daquilo que se tem na mídia ,não dá para saber se é algo benéfico ao clube ,até porque ,quem serão os responsáveis pela condução e trabalho dos jovens no profissional?
O São Paulo nem soube trabalhar bem até aqui os jovens que subiram ao profissional, exceção feita ao Beraldo ,todo os demais tinham suas deficiências técnicas latentes.
Vender promessas precisa ter minutagem , qualidade , e acima de tudo o clube nos eixos para não vender de novo e de novo a preços pífios.
Ok, sobre o resto tem razão
Minha opinião, a torcida precisa fazer igual a população do Nepal. A torcida organizada invés de ir intimar os jogadores, deveria ir agora intimar a diretoria e a presidência. Isso iria resolver rapidamente.
Vai, filma e me envia
Relaxa Irmão, aí a conversa ficou pesada!
Sinceramente? Só o futuro dirá o resultado deste suposto legado (se bom ou ruim). O cenário atual é bem nebuloso. Você se esforça para clarear Zanca, mas a nossa Diretoria se esforça para manter a névoa e o ambiente nublado. Não inspiram confiança nenhuma.
Eu faço minha parte
Espero que não passe , se tivermos gente séria e competente tem como arrumar o clube. Para começar não adiantar ter time caro , vai ter que ter time fraco durante um tempo , isso ai é uma consequência. Na prática o sp nunca diminuiu sua folha salarial e se você está em contendo gastos , nunca poderia ter um oscar no plantel.
Do “venda da base” ao “legado”: a novela do Fundo de Cotia
Nos últimos dias, o torcedor são-paulino acompanhou uma enxurrada de notícias sobre o tal Fundo de Cotia. Vale olhar a linha do tempo pra entender como a história foi mudando:
29/08 – O choque inicial
Saiu a primeira versão: aporte de R$ 250–350 milhões em troca de 30% dos jogadores de Cotia por 5 anos. Gestão da Galápagos Capital, com o nome do Marinakis (grego, dono de clubes) na mesa. Soava como “venda da alma”: rifar a mina de ouro que sustenta o SPFC.
02/09 – A versão suavizada
Começaram os ajustes: agora seria um FIP regulado pela CVM, com aporte de R$ 200–300 milhões, participação de até 30% e foco em contratos futuros, não em toda Cotia retroativa. Parte do dinheiro seria carimbada:
R$ 50 mi para dívidas
R$ 100 mi para infraestrutura/tecnologia
R$ 75 mi + R$ 25 mi em dois anos
Bônus de até R$ 100 mi se metas forem batidas.
10/09 – O discurso oficial
Casares foi pra mídia: comparou o fundo à Bolsa de Valores, prometeu transparência e legado. Disse que o fundo leva sobre o líquido (não bruto) e que o dinheiro serviria para acelerar a formação, aumentar volume e reduzir gastos da folha. O Conselho de Administração já aprovou por unanimidade, e agora o tema vai ao Conselho Deliberativo.
O que fica claro
O projeto nasceu mal comunicado, parecia venda de Cotia.
Depois foi sendo “lapidado” pra soar como investimento estratégico.
O discurso agora é de crescimento, mas o risco é virar só tapa-buraco de dívida.
O ponto do torcedor
Se o contrato tiver cláusulas bem amarradas (limite de % por venda, recompra, transparência real, verba carimbada pra Cotia), pode ser uma jogada inteligente.
Sem isso, é só mais um “empréstimo de luxo” que lá na frente vai fazer o clube berrar.
Quem vendeu como venda de Cotia foram profetas do caos. Nunca foi dito isso aqui.
Perfeito Zanca, concordo contigo: o clube nunca falou oficialmente em “vender Cotia”. Esse rótulo nasceu mais da comunicação truncada e da pressa em explicar um projeto complexo do que de fato de uma proposta de “liquidar a base”.
Mas acho que é justamente aí que entra a preocupação de muitos torcedores (eu incluso):
No começo, a informação saiu crua, sem clareza de escopo (era “30% de Cotia” no senso comum).
Depois, vieram os ajustes: “até 30%”, “sobre contratos futuros”, “apenas no líquido”.
Agora, o discurso é de legado, crescimento e transparência.
Ou seja, a narrativa evoluiu — e isso é bom! Mas o torcedor precisa acompanhar com lupa pra que o projeto não seja usado como simples “tapa-buraco” financeiro. O que vai separar “profetas do caos” de projeto de futuro é o contrato:
Cláusulas claras,
metas de performance,
verba carimbada pra Cotia,
e transparência real.
No fim, estamos do mesmo lado: ninguém quer demonizar o projeto, mas sim garantir que Cotia seja motor de crescimento, não cheque pré-datado.
Mas foi pro conselho de administração tem 2 semanas. Nem foi pro Deliberativo e vc quer transparência com quem está fora? Aí não. Nessa não
Entendi o ponto, e faz sentido: o rito interno precisa ser respeitado, primeiro no Conselho de Administração, depois no Deliberativo. Não estou pedindo pra abrir contrato antes da hora ou expor detalhes sigilosos da negociação.
Quando falo em transparência, penso mais em comunicação clara com o torcedor: explicar o modelo, os objetivos e como isso pode impactar o futuro do clube. Até porque, quando essas informações não chegam de forma organizada, abrem espaço pra boatos e interpretações erradas (como a ideia inicial de “venda de Cotia”).
Ou seja, não é “fazer fora do processo”, mas sim garantir que a torcida entenda o que está acontecendo. Isso fortalece o próprio projeto, evita ruído e dá confiança de que estamos no caminho certo.
É algo inteligente. Eu vou deixar um legado esportivo
Parei de Ler aqui…
Depois de muito refletir passei a ser contra esse projeto. Pra mim faz mais sentido destinar um percentual de cada venda pra ser revertida na base do que comprometer 30% dos lucros por 5 anos (tem cara e cheiro de antecipação de receita). Quantos jogadores que o SPFC vendeu tinha menos de 80% dos direitos? Enfim, torço pra que caso passe isso funcione, mas sou cético e prefiro que não passe
Se vocês acham ruim agora, imagina ficar vinculado a sabe-se lá quantos anos a ter que dividir porcentagem das vendas já baixas do clube, o bom é que a vida continua e só “torço” pro clube, não vou perder saúde, não perder dinheiro, quem sabe lá pra frente o clube vá pro século 21, e quem sabe da pra ter participar de algum plano-socio torcedor, ou mesmo alguma palavra, pq hoje é tudo ao vento, nossa opinião não vale nada, ou vocês não lembram da organizada mandando a torcida calar a boca no estádio?
Faça contas
Aproveitando o ensejo, em nesse e em outros posts que você exclui ou apaga, não sei qual opção você usa, existe algum critério seu, ou mesmo uma aba com as regras para se comunicar aqui no blog?
“Aproveitando o ensejo, vi que nesse e em outros posts que você exclui ou apaga comentarios,”
Façamos uma “conta de padaria bem básica rs”:
Quanto o SPFC costuma faturar com vendas da base?
Média histórica (2003–2023): ~R$ 135 milhões/ano em vendas de atletas de Cotia.
Em 5 anos → ~R$ 675 milhões.
Quanto o fundo levaria (30% no líquido)
30% de R$ 675 mi = R$ 202,5 milhões.
SPFC ficaria com ~R$ 472,5 milhões no período.
Quanto o fundo aporta agora
Entra com R$ 250 a 300 milhões na largada.
Ou seja: o fundo, pra lucrar, precisa que o bolo cresça muito mais que a média histórica.
Cenário “normal” (sem crescimento)
SPFC pega R$ 250–300 mi agora, mais os 70% das vendas (~R$ 472,5 mi).
Total = ~R$ 722,5 a 772,5 milhões no bolso do clube em 5 anos.
Sem o fundo, teria só os R$ 675 mi.
Diferença positiva pro SPFC: +R$ 50 a 100 milhões.
Cenário “crescimento” (se Cotia turbinar)
Digamos que as vendas médias subam de R$ 135 mi/ano → R$ 180 mi/ano (graças ao aporte).
Em 5 anos → R$ 900 mi de vendas.
Fundo leva 30% = R$ 270 mi.
SPFC fica com 70% = R$ 630 mi + aporte inicial R$ 250–300 mi.
Total = R$ 880 a 930 milhões.
Sem fundo, seriam R$ 900 mi.
Diferença pro SPFC: mesmo nível ou até mais do que teria sozinho — e ainda com o bônus de ter recebido grana no início (evitando vender mal jogadores por pressa).
Onde está o “pulo do gato”
Se o contrato for claro (30% no líquido, teto por venda, recompra, sunset em 5 anos), o SPFC não sai prejudicado.
O fundo só ganha mais se Cotia vender mais e melhor — o que significa que o clube também lucra.
O risco vira gestão interna: usar bem os R$ 250–300 mi. Se gastar errado (só em dívida e folha), aí vira antecipação de receita disfarçada.
Resumindo a conta de padaria
Sem fundo (histórico): R$ 675 mi.
Com fundo (histórico): R$ 722–772 mi → SPFC leva um pouco mais.
Com fundo (crescimento): até R$ 930 mi → SPFC pode levar bem mais.
Então, se for “às claras” e bem amarrado, o fundo pode sim valer a pena. Mas se o dinheiro não for carimbado pra Cotia, aí vira só empréstimo com maquiagem.
Tem mais um adendo que o Casares já falou algumas vezes e não tem como fazer uma conta prevendo o futuro, com a compra de jovens mais prontos, a tendência é subir ainda mais garotos da base e deixar a folha mensal mais barata.
Vai ser aberto ao torcedor de arquibancada?
O “joaoponeis” aqui vai poder investir ou somente os Marinakis da vida?
Faz me rir, Casares!
Quem vê algo de bom em uma só fala, desse presidente só ser conivente com ele, não é possível, Casares vc é o pior presidente da história do São Paulo !
A ideia e’ interessante, assim como a do FIDC.
Porem, depois desse primeiro semestre, a unica coisa que me interessa é COMO esse dinheiro levantado atraves do fundo sera’ utilizado. Nao premissas, quanto menos as promessas. É na EXECUCAO, no PÓS falação. Já mostrou vasta experiencia em discursar eloquentemente. Cadê o controle de gastos? Cadê a transparencia pró ativa? Fala muito (e só reativo).
Tem que aprovar primeiro rs