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Cedric conta como CR7 o deu lições de como bater penalidades; ele foi o batedor decisivo do São Paulo na Libertadores
Cédric Soares, lateral-direito do São Paulo, revelou que aprendeu lições importantes sobre cobranças de pênaltis com ninguém menos que Cristiano Ronaldo. Em entrevista, ele contou que CR7 compartilhava com os companheiros da seleção portuguesa dicas práticas, incluindo hábitos saudáveis e a busca pela excelência diária, o que também reflete na preparação para momentos decisivos, como as penalidades.
Cedric contou especificamente para não prestar atenção nos 60.000 do estádio e sim bater como se estivesse no treino e ir confiante, sem pensar nisso. Perdeu, perdeu…e ele fez!
Cédric acabou sendo o batedor decisivo do São Paulo na Libertadores 2025, cobrando o pênalti decisivo que garantiu a classificação tricolor. Ele destacou a importância de manter a concentração e confiança nesses momentos, algo que aprendeu observando a mentalidade vitoriosa de Cristiano Ronaldo.
O lateral português ressaltou ainda o ambiente intenso da Libertadores, comparando-o com a Champions League, e como a pressão é um privilégio para quem está em grandes competições. A experiência e a mentalidade aprendidas com um dos maiores jogadores do mundo contribuíram para que ele assumisse a responsabilidade nas cobranças decisivas, entregando o sucesso ao São Paulo nessa fase da competição
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Cédricão pegando dicas com o Cristiano Ronaldo; já nosso valento Sabinão foi recorrer ao Negueba. Aprende com o fidalgo, Sabinão.
quando vi o sabino aquecendo as pernas durante a corrida do penalty pensei lasco
Craque, se ele fizesse a paradinha novamente eu largava mão do melhor zagueiro canhoto pela esquerda que temos.
Kkkk boa 10…fiquei imaginando no vestiário depois dos penais contra o furacão o Crespo indo dar aquele apoio pra todos e tal…estende a mão pro Bobadilla, pro Ferraresi…pula o Sabino deixando o mesmo com a mão estendida e vai na direção do Jandrei….põe a mão no ombro dele e pergunta: que passa cabrón? Kkkkk no bolso do paletó o envelope com os documentos da transferência. VMSP
kkkkkkkkkk… Pois é, fidalgo. Você falando isso e me veio na cabeça o Sabino batendo pênalti ontem com paradinha (e errando) e o Crespo chegando nele: “O Jandrei saiu por menos”.
E por falar nele, não tomou gol ontem do Vice da Gama.
Parece óbvio e fácil mas não é. Ignorar dezenas de milhares berrando no seu ouvido independente de ser a favor ou contra requer uma força mental que poucos tem no mesmo nível do Cristiano.
O som pode não ecoar na sua mente através dos seus ouvidos mas a ressonância das vibrações das arquibancadas pegam seu corpo igual uma corda de violão. Aí vc treme, pro bem ou pro mal. E pra tremer pro bem vc tem que ser muito forte, não é pra qualquer um.
O som pode não ecoar na sua mente através dos seus ouvidos mas a ressonância das vibrações das arquibancadas pegam seu corpo igual uma corda de violão. Aí vc treme, pro bem ou pro mal. E pra tremer pro bem vc tem que ser muito forte, não é pra qualquer um.
Poetico
Brigado Craque Guinho haiuehiuaheiuaheuia
Mas é a real. Volta e meia aparece um ou outro aí no blog falando que a vida de jogador é moleza, que é só correr atrás de uma bola, que dureza é a vida do trabalhador comum e blablablabla… mas é tudo uns piá de prédio que se descer o lixo sem usar o elevador já vai pro reumatologista chorando fino e mia feito gatinho assustado se ver uma blitz lá na frente e tiver bebido.
Se o Interclasses já era de lascar, imagine esse cenário, lorde?
Lembro quando a quinta A, B, C, e E de forma unissonante bradavam: Ei, Craquito, vai tomate cru! Ei, Craquito, vai tomate cru! Pode parecer até pueril e inofensivo, mas não é qualquer criança que tem estabilidade para enfrentar esse clima hostil e de pressão.
Craquito marcava no interclasse, chegava bem pertinho da rede que separa a torcida adversária e girava no ar na descida cruzava os braços e bradava Siiiiii…..
Nessa época eu mesclava um perfil Alexandre Rotweiller com o França. 50/50, fidalgo.
Nem me fale, eu sempre fui uma bosta nos esportes mas no fundamental era sempre da turma A então tinha aquela pressão extra dos pais dos outros alunos da minha sala pra fazer pressão e das outras classes pra me mandar tomar no cú.
Não à toa tenho um ódio difuso de todo mundo que passou pela minha vida de estudante e quando vejo algum por aí hoje em dia careca grisalho ou as cocotinhas carregando compra/criança em um braço e segurando as teta caída noutro, EU DOU MUITA RISADA.
E espero que a maioria tenha morrido na pandemia, #prontofalei
Caramba, mano. Eu era mudo, mas o futebol fazia a molecada das outras classes gostarem de mim. Inclusive no primeiro ano eu quis jogar no time 2 da minha sala com os renegados e fomos vice. Só perdemos a final porque após abrir 3×0 eu comecei a “catimbar”. Chutando a bola pra longe, dando bolada nos caras e aí eles queriam me pegar na porrada literalmente. Hahaha… O professor teve que separar. Os negos tudo davam dois de mim. Feito tenso. Kkkk… Mas foi legal.
Antes do campeonato, a gente jogou vários contras e perdemos todos, sem exagero. Mas no campeonato vencemos todas, até a minha própria sala.
A final foi contra o terceiro.
Tempos bons do Colégio, não via a hora do campeonato interno, sempre gostei de Esportes e jogava e bem: Futebol de Salão (com aquela bola dura e outra regras) , Basquete e Vôlei.
Sim, era bom demais, Marco.