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Foto de um homem sorridente em um traje formal, posando em frente ao logo da CBF, rodeado por uma parede decorada com tênis brancos.

Trinca de são-paulinos tem histórico terrível na cadeira de Presidente da CBF

O atual presidente da CBF, Samir Xaud, está sob investigação policial após ser alvo de uma operação da Polícia Federal, deflagrada a pedido da Justiça Eleitoral de Roraima, por suspeita de envolvimento em crimes eleitorais e possível compra de votos nas eleições municipais de 2024.

Embora a CBF ressalte que a operação não tem ligação direta com o futebol brasileiro, agentes federais cumpriram mandados de busca na sede da confederação, no Rio de Janeiro, e nas residências de Xaud, mas sem apreensão de materiais. O principal foco da investigação é o casal formado pela deputada federal Helena Lima e o empresário Renildo Lima, mas o mandatário do futebol brasileiro foi citado devido à sua ligação política regional e por ser suplente da deputada investigada.

Samir Xaud, natural de Roraima, assumiu a presidência da CBF em maio de 2025, sendo o segundo são-paulino em poucos anos a se envolver em problemas no mais alto cargo do futebol brasileiro. Lembrando que ele é são-paulino assumido e não tem ou teve vínculos diretos com o clube.

Antes dele, José Maria Marin, nascido em São Paulo e ex-jogador do São Paulo FC, foi preso em 2015 na Suíça e condenado por corrupção, fraude e lavagem de dinheiro no chamado escândalo Fifagate, que envolveu milhões de dólares em propinas na comercialização de direitos televisivos e de marketing do futebol latino-americano

Homem de terno e gravata com expressão séria, posando ao ar livre em frente a um edifício com janelas.

Além dos episódios recentes envolvendo José Maria Marin e Samir Xaud, é importante incluir também a queda de Rogério Caboclo, que foi presidente da CBF entre abril de 2019 e agosto de 2021 e é bastante ligado ao São Paulo FC, exercendo inclusive a função de conselheiro do clube.

Caboclo foi afastado inicialmente por 30 dias pela Comissão de Ética da CBF em junho de 2021 após denúncias graves de assédio moral e sexual apresentadas por uma funcionária da confederação. Posteriormente, o seu afastamento foi prorrogado e, somando diferentes punições, foi afastado definitivamente até o término de seu mandato, o que caracterizou sua saída do cargo mais alto do futebol brasileiro antes do fim previsto.

Relatos apurados mostraram um ambiente de denúncias e polêmicas durante toda sua gestão, o que culminou na decisão unânime de seu afastamento pelos presidentes das federações estaduais que compõem a Assembleia Geral da CBF. São Paulinos no cargo de Presidente da CBF não vem tendo muita vida….


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