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Ex goleiro xodó de Ceni no SPFC segue caminho de polêmicas
Felipe Alves, ex-xodó de Rogério Ceni no São Paulo, construiu nos últimos anos uma reputação marcada por polêmicas e episódios de desgaste nos clubes por onde passou. O goleiro viveu seu auge no Fortaleza, sendo destaque sob o comando de Ceni e apelidado de “homem de gelo” pela frieza nas adversidades. No entanto, a relação com a comissão técnica começou a se deteriorar ainda em 2022 devido a falhas, questionamentos a decisões do técnico Vojvoda, e um distanciamento do elenco – culminando em conversas definitivas e seu afastamento dos planos do time, mesmo sendo tecnicamente valorizado.
Assim que saiu do Fortaleza, transferiu-se para o São Paulo, onde novamente problemas extracampo passaram a marcar sua trajetória. Durante a passagem pelo Tricolor paulista, Felipe Alves apresentou seguidas atitudes de indisciplina: recusou participar de aquecimento ao saber que não seria relacionado, relatou problemas pessoais, demonstrou falta de entrega em treinos e se negou a viajar junto ao grupo para compromisso no Ceará, mesmo com a solicitação do comando técnico. Os episódios desagradaram Dorival Júnior, que optou por afastá-lo do elenco principal. Embora depois tenha pedido desculpas e sido reintegrado, o ambiente ficou pesado e ele não foi mais aproveitado no clube.

Atualmente no Santa Cruz, Felipe Alves mantém o perfil de atrair divisão de opiniões e críticas. Após uma falha grave em saída de bola, foi vaiado em pleno Arruda pela torcida, crítica que respondeu publicamente ao assumir o erro, mas também defendendo seu estilo e postura profissional. Apesar de alguma defesa por parte do técnico Marcelo Cabo, o goleiro enfrenta pedidos de saída por parte da torcida, que associa os declínios da equipe às falhas e ao clima de desconfiança ao redor do seu nome.
Em retrospecto, Felipe Alves parece deixar marcas profundas nos bastidores e em campo, com desfechos conflituosos onde atua – um “rastro de ódio” que acompanha a sua carreira desde os tempos de protagonismo e conflito no Fortaleza até os recentes episódios no São Paulo e Santa Cruz, comprovando o desafio de lidar com o talento e personalidade forte do goleiro
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Isso aí é uma questão psicológica do Felipe Alves, essa coisa de sempre estar em posição de confronto, caçando briga!!!!
E pelo nível dele, tem que agradecer todos os dias, de joelhos, por ter sido um dia goleiro titular do São Paulo, sem ter nível pra isso (apesar de termos tido guarda-metas bem piores do que ele)…
O Ceni não erra uma…
Tô vendo, tô vendo rsrsrs
Desculpa Zanqueta , mas ele não é o preferido do Ceni (deveria retratar esse título da matéria) e sim o preferido do Diniz. Precisa corrigir isso.
Nao, amigo. Ele era xodó do Ceni.
Quem pediu, trouxe, colocou de titular e tudo.
O Ceni sempre buscou os piores goleiros Sidao, Jandrei e Felipe Alves só pra ele parecer melhor do que ele já foi. O ego mata a pessoa
Que comentário infeliz.
Foi o Ceni,que segundo ele sabia sair jogando com os pés e na época (ainda hoje) era um goleiro “barato”.
Geralmente essas contratações de afogadilho, costumam resultar em erros grotescos.
Não apenas pela falta de planejamento ou incompetência na execução …, mas muitos jogadores contratados desta forma apressada e confusa, vão embora sem deixar saudades.
Muitos casos assim …, rapidinhos chegam e desaparecem quase que instantaneamente.
E as parcelinhas a perder de vista ficam pro São Paulo paga.
São Paulo virou uma encanação velha cheia de vazamentos. Cada dia surge mais uma.
Ceni pra indicar jogador no SP é terrível
Daí o clube contratar …, lembro de inúmeros casos de contratações absurdas, que independem do técnico da vez.
Isso sem falarmos daquelas famosas “oportunidades de mercado” de “empresários amigos”.
E o que isso tem a ver com o André Anderson Paulo, o Oportunista?
O mais interessante é que nas duas ocasiões que o Ceni treinou o São Paulo, as duas diretorias do Clube de cada época dizia não ter dinheiro, chorava dia e noite. Estranho, mais meio que deixaram ele se virar pra arruma indicações e foi quando surgiu Sidão, Neilton e outros na primeira passagem. Quando ele saiu do São Paulo o Leco gastou milhões e milhões com ajuda do Rai.
Pouco antes da saída do Ceni o Arboleda chegou com a indicação dele e até hoje é um dos melhores zagueiros dos últimos anos. Mais sempre ficará imagens ruins, ainda mais quando as pessoas que não gostam, vão argumentar (não estou dizendo que é o seu caso).
Na segunda passagem foi da mesma forma. Todo dia o Muricy chorava dizendo que o Casares fazia milagres com as finanças do São Paulo. Todo dia de jogo tinha um boca de farofa pra dizer que o Clube estava no fundo do poço. Rogério Ceni saiu do Clube e o Casares já gastou milhões, seja com contratações pagando os vendedores na parcelinha, seja pagando volumosos salários pra jogadores.
No Bahia até agora as contratações do Ceni, tirando o mortinho do Nestor (dificilmente ficará por lá), todos tem entregue algum resultado, basta ver o Michel Araújo que quando entra, faz seus gols, dá assistência, corre o jogo inteiro.
Melhor que o Jandrei. Problema é o extra campo mesmo!
Duas matérias recentes lembrando dois bagres indicados pelo Rojégue: André Anderson e Felipe Alves.
Se for atrás, é capaz que dê pra escalar um time titular (e se panz um reserva) só de bagres indicados pelo Ceni. Como goleiro e ex-jogador do clube é incontestável. Como técnico, espero que ele nunca mais volte.
Da para montar uma seleção de bagres do Ceni kkk.