Ex-São Paulo explica saída polêmica e se firma como ídolo na Tailândia
O atacante Guilherme Bissoli, formado nas categorias de base do São Paulo, vive o auge da carreira como destaque do Buriram United, da Tailândia. Após uma saída turbulenta do Tricolor Paulista, o jogador se tornou referência no futebol asiático e se consolidou como ídolo do clube tailandês.
Ascensão meteórica no futebol tailandês
Bissoli chegou ao Buriram United no início de 2024, após passagem pelo Ceará. Seu impacto foi imediato:
43 gols e nove assistências em 61 partidas na temporada.
Artilheiro isolado do Campeonato Tailandês, com oito gols a mais que o vice, também brasileiro.
Desempenho o colocou entre os brasileiros com mais gols no mundo no intervalo de julho de 2024 a junho de 2025, superando inclusive nomes como Raphinha, do Barcelona.
Além do desempenho individual, Bissoli foi campeão nacional com o Buriram — clube que somou 70 pontos, um a mais que o segundo colocado, Bangkok United. Na Liga dos Campeões da Ásia, ajudou o clube a igualar sua melhor campanha histórica, chegando às quartas de final contra o Al Hilal, da Arábia Saudita.
“Me surpreendi muito. Vim com expectativa mais baixa, porque no Brasil se fala pouco do futebol na Tailândia. Eu tinha essa insegurança quando eu vim, mas me surpreendi muito com o clube, com os campeonatos” — declarou Bissoli sobre a experiência asiática.
Os bastidores da saída conturbada do São Paulo
Formado no clube desde 2009, Bissoli era tratado como uma grande promessa no São Paulo, com números expressivos nas divisões de base. Sua saída, porém, foi marcada por conflito durante o processo de renovação contratual:
Após o fim do primeiro vínculo profissional, o São Paulo e o staff de Bissoli não chegaram a um acordo para renovação.
O jogador, impedido de assinar com outro clube brasileiro, transferiu-se para o Fernando de la Mora, do Paraguai.
Em 2020, assinou com o Athletico-PR, que já manifestava interesse durante o litígio. A diretoria paulista chegou a cogitar ação judicial, mas optou por um acordo e manteve percentual de direitos econômicos.
Bissoli comenta que não se arrepende da saída e destaca a dificuldade de jovens da base conquistarem espaço no clube devido à concorrência e momento conturbado do Tricolor na época:
“Foi uma decisão minha ir para o Athletico. O São Paulo sempre teve grandes jogadores, para quem sobe da base é um pouco difícil se consolidar, ter oportunidades. Na época, o São Paulo estava em uma fase não tão boa, com uma pressão muito grande” — explicou.
Carreira no Brasil e adaptação ao futebol asiático
Teve bons momentos principalmente no Athletico-PR e Avaí (foi 4º maior artilheiro do Brasileirão mesmo com o Avaí rebaixado) e pelo Cruzeiro.
Enfatizou que sua decisão de ir para a Tailândia foi motivada por fatores financeiros, desejo de conhecer novos mercados e recomendação de outros brasileiros que atuaram na Ásia.
Destacou a estrutura do Buriram United, premiações elevadas no futebol asiático e rápida adaptação ao país e à cultura local.
“Gosto muito do Buriram, pretendo ficar aqui por algum tempo, mas tenho vontade de jogar em ligas maiores, como China, Japão, Coreia, Arábia. Quem sabe eu consiga isso e ter um tempinho para voltar ao Brasil.”
O que diz sobre o futuro
Bissoli não descarta atuar em outros grandes mercados do futebol asiático e mantém portas abertas para um eventual retorno ao Brasil, reforçando que sua passagem pelo São Paulo, apesar do fim conturbado, foi importante para a carreira:
“Tive um pouco de minutagem com o São Paulo, mas pequena. No Athletico eu consegui aparecer mais. Depois fui para o Cruzeiro, fiquei pouco porque o Athletico pediu meu retorno. Acho que as coisas aconteceram no tempo certo, não me arrependo de nada”
Ou seja…
É um medroso, medíocre, que sabia que não tinha futebol pra jogar em alto nível. Optou por ser um ingrato sujo, saiu pela porta dos fundos, beirando o ilegal, foi um fiasco no atlético, e agora tá jogando na Tailândia um futebol amador.
Um lixo de ser humano e de atleta, faz falta alguma.
Nem deveria ser citado novamente.
Pois é, e eu era corneteiro, não, zuzureborns? Tá aí o que eu bati na tecla desde o ano passado. Fácil evidenciar volantes ocupando a zona 14 e dando dinâmica na zona central e tendo espaços para atacar no último terço.
Isso é a coisa mais elementar no futebol e nosso elenco sempre teve essa caracteristica, lembro quando comentei antes de o Oscar vir, que era melhor jogar com “dos ochos”. Agora, o que recebi de comentário de Enzo (de todas as idades, pois ser Enzo é um life-style): “ain só critica”, “ain fica falando zona 14” e blablabla… Enzos, espero que você tenham aprendido a respeitar comentário alheio, pois não é porque você não consegue entender e/ou desconhece que o outro tá errado.
Aproveitando (já que as viúvas do Pardal o ressuscitaram pós Flamengo):
Nunca teve “polarização” quanto Pardal: dado que um treinador tem duas opções: ou fica ou sai. Qual polarização há em querer um treinador demitido? A dicotomia é necessaria nesse tipo de questão. O que sempre houve foi: uma parte da torcida, de perninhas, que não tinha um argumento técnico para defender o treinador e apelavam para todo tipo de argumento subjetivo ou sentimental, tal como uso inapropriado do termo “polarização”. Menos, perninhas.
É. Zubeldia tentava a todo custo ser agressivo com o 4-2-4 mais covarde da história mesmo com Lucas, Oscar, Calleri e Luciano. Já o time do Crespo é agressivo com famigerado 3-5-2, e André e Luciano no ataque. Faz muita diferença entender como faz.
Colocou cada um na sua posição, deu liberdade para os volantes, soltou os laterais e ontem com 40 do segundo tempo tinha metade do time na grande área do juventude agredindo.
Tem uma galera que leva muito ao pé da letra “três zagueiros”, como se um time tiver três zagueiros necessariamente por ter um homem a mais na defesa o faz ser um time mais defensivo.
Agora, um exemplo ontem: O Sabino e Ferramessi se posicionavam onde ficavam os volantes do Zubeldia na construção. E os volante se postavam a uma zona superior a que o Zubeldia jogava. Logo, o time tem muito mais volume ofensivo mesmo tendo três zagueiros.
Foi o esquema mais ridículo que vi no SPFC. Não existia zona central; os volantes ficavam sempre recuados; intensidade sempre baixa; blocos sempre baixos e saídas pelos lados ou com bicão para os lados. Não havia jogo de aproximação, triangulação, movimentos de atacar o espaço e fazer o adversário se abrir… Era bizarro em todo e qualquer sentido.
Hehehe… Não sei, mas o que perguntaria estimado craque seria: se a torcida do SPFC era xenofóbica com o Zubeldia, que é argentino e treinador. Por qual motivo estavam cantando o nome do Crespo, que é argentino e treinador?
Terceira vez que você vem com esse mimimi vázio. Quem disse que eu quero ser legal para todos? Que se dane se você acha meus comentários chatos, pois é só você pular, mulinha. Cabe mais a você que a mim, propriamente. Então se vira, Enzo.
No mais, em qual sentido? Sobre o Zubeldia eu virei quando ele foi demitido, só puxar. Agora, as mulas o ressuscitaram pós Flamengo e eu faço questão de voltar a zoar.
E, por meses diversos mimizentos, feito você, vinham me atacar por comentar no pós jogo. O detalhe era que: eu não vi um único fazendo algum comentário tático ou coisa semelhante. Apenas sentimentais e histericos. Veja: se eu escrevo sobre a parte tática, venha falar de tática comigo. Não me interessa: se o cara dá pirueta; se você me acha chato; se tinha uma quedinha pelo Pardal; se você acha que há legitimidade para torcer (e obviamente da forma que você torce); e etc etc etc.
Portanto, vira e mexe tinha imbecis enchendo o meu saco e o Zubeldia na coletiva falando absolutamente a mesma coisa. E, eu não vi você se manifestar. Então, tem um gostinho especial esfregar esse tipo de coisa na cara de alguns imbecis que vieram me atacar quando eu falava de tática. Sei lá por qual motivo uma pessoa fica puta por eu falar que o 4-2-4 era capenga; que o 3-5-2 era o esquema de melhor encaixe no elenco; que volante tem que jogar avançado; que intensidade é fundamental e etc etc etc.
Tem zero sentido, alguém ficar puto porque um torcedor prefere um estilo de jogo e etc. Assim sendo, vocês merecem toda zoação. Se fossem sensatos e respeitassem opinião alheia não aconteceria. E você tá bravinha com o quê, hein? Você gostava de um estilo de jogo sem zona central? Ou só tem complexo por ser nega do Pardal? Ou é nega do mano Arnaldo? Onde te fere, Enzo?
Um exemplo para mostrar como é o funil do futebol de alto rendimento, o Bissoli teve um brilhareco no Athletico e no Avaí, mas que não foi suficiente para que ele alçasse voos mais altos, então, sobrou o futebol da Tailândia, e sorte que se deu bem por lá…
Ou seja…
É um medroso, medíocre, que sabia que não tinha futebol pra jogar em alto nível. Optou por ser um ingrato sujo, saiu pela porta dos fundos, beirando o ilegal, foi um fiasco no atlético, e agora tá jogando na Tailândia um futebol amador.
Um lixo de ser humano e de atleta, faz falta alguma.
Nem deveria ser citado novamente.
O lucas perri sendo vendido por mais de 100 milhões e imaginar que o São Paulo praticamente dispensou do clube.
Perri teve chances com o Crespo não correspondeu, não conseguiu ganhar posição com o Volpi de titular, vire a página.
O estimado Ricardo Silva postou: https://x.com/ewertonalves93/status/1948757213981351969
Pois é, e eu era corneteiro, não, zuzureborns? Tá aí o que eu bati na tecla desde o ano passado. Fácil evidenciar volantes ocupando a zona 14 e dando dinâmica na zona central e tendo espaços para atacar no último terço.
Isso é a coisa mais elementar no futebol e nosso elenco sempre teve essa caracteristica, lembro quando comentei antes de o Oscar vir, que era melhor jogar com “dos ochos”. Agora, o que recebi de comentário de Enzo (de todas as idades, pois ser Enzo é um life-style): “ain só critica”, “ain fica falando zona 14” e blablabla… Enzos, espero que você tenham aprendido a respeitar comentário alheio, pois não é porque você não consegue entender e/ou desconhece que o outro tá errado.
Aproveitando (já que as viúvas do Pardal o ressuscitaram pós Flamengo):
Nunca teve “polarização” quanto Pardal: dado que um treinador tem duas opções: ou fica ou sai. Qual polarização há em querer um treinador demitido? A dicotomia é necessaria nesse tipo de questão. O que sempre houve foi: uma parte da torcida, de perninhas, que não tinha um argumento técnico para defender o treinador e apelavam para todo tipo de argumento subjetivo ou sentimental, tal como uso inapropriado do termo “polarização”. Menos, perninhas.
É. Zubeldia tentava a todo custo ser agressivo com o 4-2-4 mais covarde da história mesmo com Lucas, Oscar, Calleri e Luciano. Já o time do Crespo é agressivo com famigerado 3-5-2, e André e Luciano no ataque. Faz muita diferença entender como faz.
Colocou cada um na sua posição, deu liberdade para os volantes, soltou os laterais e ontem com 40 do segundo tempo tinha metade do time na grande área do juventude agredindo.
Sim, craque.
Tem uma galera que leva muito ao pé da letra “três zagueiros”, como se um time tiver três zagueiros necessariamente por ter um homem a mais na defesa o faz ser um time mais defensivo.
Agora, um exemplo ontem: O Sabino e Ferramessi se posicionavam onde ficavam os volantes do Zubeldia na construção. E os volante se postavam a uma zona superior a que o Zubeldia jogava. Logo, o time tem muito mais volume ofensivo mesmo tendo três zagueiros.
Foi o esquema mais ridículo que vi no SPFC. Não existia zona central; os volantes ficavam sempre recuados; intensidade sempre baixa; blocos sempre baixos e saídas pelos lados ou com bicão para os lados. Não havia jogo de aproximação, triangulação, movimentos de atacar o espaço e fazer o adversário se abrir… Era bizarro em todo e qualquer sentido.
Boa craque!! Será que o Arnaldo Ribeiro viu esse post… ?
Hehehe… Não sei, mas o que perguntaria estimado craque seria: se a torcida do SPFC era xenofóbica com o Zubeldia, que é argentino e treinador. Por qual motivo estavam cantando o nome do Crespo, que é argentino e treinador?
Quando vc vai virar a página??? Vc é chato demais!!!
HAHAHAHA… Xiu, Enzo.
Terceira vez que você vem com esse mimimi vázio. Quem disse que eu quero ser legal para todos? Que se dane se você acha meus comentários chatos, pois é só você pular, mulinha. Cabe mais a você que a mim, propriamente. Então se vira, Enzo.
No mais, em qual sentido? Sobre o Zubeldia eu virei quando ele foi demitido, só puxar. Agora, as mulas o ressuscitaram pós Flamengo e eu faço questão de voltar a zoar.
E, por meses diversos mimizentos, feito você, vinham me atacar por comentar no pós jogo. O detalhe era que: eu não vi um único fazendo algum comentário tático ou coisa semelhante. Apenas sentimentais e histericos. Veja: se eu escrevo sobre a parte tática, venha falar de tática comigo. Não me interessa: se o cara dá pirueta; se você me acha chato; se tinha uma quedinha pelo Pardal; se você acha que há legitimidade para torcer (e obviamente da forma que você torce); e etc etc etc.
Portanto, vira e mexe tinha imbecis enchendo o meu saco e o Zubeldia na coletiva falando absolutamente a mesma coisa. E, eu não vi você se manifestar. Então, tem um gostinho especial esfregar esse tipo de coisa na cara de alguns imbecis que vieram me atacar quando eu falava de tática. Sei lá por qual motivo uma pessoa fica puta por eu falar que o 4-2-4 era capenga; que o 3-5-2 era o esquema de melhor encaixe no elenco; que volante tem que jogar avançado; que intensidade é fundamental e etc etc etc.
Tem zero sentido, alguém ficar puto porque um torcedor prefere um estilo de jogo e etc. Assim sendo, vocês merecem toda zoação. Se fossem sensatos e respeitassem opinião alheia não aconteceria. E você tá bravinha com o quê, hein? Você gostava de um estilo de jogo sem zona central? Ou só tem complexo por ser nega do Pardal? Ou é nega do mano Arnaldo? Onde te fere, Enzo?
Muito interessante essa história, mostra que tem espaço para todos, mesmo que em um futebol alternativo, que tenha sucesso na carreira!
O futebol da Tailândia é “bão”, heim, rs.
O São Paulo não cedeu NENHUMA finalização no alvo ao Juventude ontem.
Fazia quase UM ANO que isso não acontecia (vitória contra o Flamengo em agosto de 2024).
fonte: spfcestatistica
Um exemplo para mostrar como é o funil do futebol de alto rendimento, o Bissoli teve um brilhareco no Athletico e no Avaí, mas que não foi suficiente para que ele alçasse voos mais altos, então, sobrou o futebol da Tailândia, e sorte que se deu bem por lá…