“Futebol não tem documento” – diz Crespo sobre escalar quem merece mesmo sendo base do SPFC

Um homem com cabelo grisalho, usando um terno escuro, fala em uma coletiva de imprensa com um microfone na frente, em um fundo com o logotipo do São Paulo FC.

“Os jogadores que vêm de Cotia merecem jogar? Comigo não será problema. Não ligo para documentos. Se merecer jogar, vai jogar. não tem diferença entre brasileiro, estrangeiro, Cotia. O que importa é quem joga bem e merece jogar. Não tem diferença se é um menino. Que tenha 38 anos ou 18… Pessoalmente, é exatamente o mesmo. Quem merece jogar vai jogar. Que demonstre que pode jogar. Comigo não tem nenhum problema. Se me pergunta quantos anos tinha Nestor, Luan, Sara, Liziero. Não sei. Jogavam porque tinham de jogar, porque eram melhores nesse momento. Corriam nos treinamentos.”

“O primeiro que podemos dizer é que foi sentimento. Quando me chamaram, eu não pensei. É o São Paulo. Ponto. Depois vemos os problemas, como enfrentá-los, como melhorar. Se estão piores, melhores. Creio que estão melhores. Preciso ver no dia a dia, a dinâmica do trabalho, o grupo de jogadores. Preciso de um pouco de tempo.”

“Seguramente, conheço Arboleda, Luan, Luciano. É bom. E seguramente vão me ajudar a conhecer os demais. Sei o que posso ter do Arboleda, Luciano, Luan… Todos em sua melhor versão e como pessoas, porque é verdade que estamos falando de atletas, jogadores, mas ao final do dia somos todos pessoas. E para mim isso é importante, conhecer as pessoas. Já conhecer algumas pessoas já é mais fácil, porque aí tenho mais espaço para conhecer novas pessoas. A partir daí, avaliaremos. Somos iguais ou melhores versões do que há 4 anos? Ou piores? Ao final do dia, vamos vendo. Como eles me conhecem e sabem minha exigência. O que pretendo em cada treinamento, cada jogo. Mas ao final, é uma avaliação dos jogadores comigo e eu com os jogadores. Estamos falando sempre de pessoas.”


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