Two men seated at a press conference table with a sports branding backdrop, one in a suit and the other in a black jacket, both looking serious.

CASARES: “Quando falamos com Crespo, tivemos a convicção de que era um técnico trabalhador, vencedor. E tinha a nossa cara. E naquele momento ele foi o escolhido. Tenho sempre que registrar um título importante que o Hernán deixou. O São Paulo não ganhava um título há 9 anos, e o Paulistão há 16. Aquilo reconectou o torcedor ao clube. E como todos profissionais com o perfil do Hernán, eles deixam a porta aberta. Eu me lembro do Muricy, que foi técnico, depois voltou. O próprio Rogério Ceni e depois o Dorival Júnior. Todos têm pelo Hernán Crespo um carinho. A diferença é que hoje você foi o plano A, o plano B e o plano C.”

Como chega o Crespo hoje ao São Paulo?

“Penso que sou melhor. Mas todos somos melhores. Sou um melhor treinador nesse momento, porque passou o tempo, sigo sendo um treinador jovem. E a pessoa não muda. Eu sigo sendo a mesma pessoa que antes, mas, sim, tenho mais ferramentas para poder oferecer a um grupo. Um grupo de trabalho. E não muito mais. O que é importante é que nenhum treinador tem a fórmula mágica. Não existe o manual do treinador ganhador. Não existe. Pedem uma fórmula mágica que tudo vai funcionar, não. Tem que trabalhar. A equipe vai competir. Ganhar? Vamos ver para chegar nesse momento.”


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