
Futuro de Ruan no São Paulo segue indefinido após lesão no joelho
O zagueiro Ruan enfrenta um momento de incerteza em sua carreira no São Paulo após ser diagnosticado com um problema no joelho direito, que exigirá um procedimento médico para determinar a gravidade da lesão e o tratamento adequado.
Situação contratual e negociações
O contrato de empréstimo de Ruan com o São Paulo, vindo do Sassuolo, da Itália, está próximo do fim, com término previsto para o dia 30 deste mês. Nos últimos dias, o clube italiano demonstrou maior abertura para prorrogar o empréstimo por mais um ano, e as negociações seguem em andamento com a participação do empresário Gabriel Vieira.
Detalhes da lesão e procedimento
Desde o início das dores no joelho, no mês passado, exames de imagem não conseguiram identificar com precisão o grau do problema. Por isso, será necessário um procedimento médico para avaliar se o zagueiro precisará passar por cirurgia. O tempo de recuperação é incerto: no melhor cenário, Ruan pode retornar em algumas semanas; no pior, pode ficar afastado por mais de um mês.
Impacto no mercado e próximos passos
A lesão de Ruan inviabilizou uma possível venda do jogador pelo Sassuolo nesta janela de transferências, o que era o desejo do clube italiano. Por conta disso, as conversas para renovação do empréstimo avançaram, mas ainda existe a possibilidade de o Sassuolo optar pelo retorno do atleta para que ele finalize a recuperação na Europa.
Última atuação e expectativa
A última partida de Ruan pelo São Paulo foi na vitória por 2 a 1 sobre o Náutico, pela terceira fase da Copa do Brasil, quando entrou nos minutos finais. Desde então, o defensor está afastado dos gramados tratando a lesão. O desfecho do procedimento médico será determinante para definir se ele permanece no elenco tricolor ou retorna ao futebol italiano
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Campeonato Brasileiro Sub 20 :
Athletico Paranaense 2 x São Paulo 3
Gols : Maik , Nicolas e Matheus Alves
O gol do Mateus Alves, foi engraçado, um lancamento longo do Maik, e a bola praticamente bateu na cabeça do Alves e tirou o goleiro da jogada. Merito para ele por ter se apresentado e entrado na area. Dos meninos que desceram, o melhor foi o Maik, com um gol e uma assistencia, e muito trabalho, quem apareceu menos foi Ryan, saindo muito da area .
Ronaldo,
Obrigado pelos comentários.
Bom que os guris não vão tirar folga, diferente de uns perninhas que acham que jogam demais e o descanso é merecido…
Não foi um desastre a sua passagem pelo tricolor, é um zagueiro razoavel, tem força fisica, muito bom para jogos de libertadores, onde a força fisica muitas vezes faz a diferença. Espero que se recupere e siga carreira, se ficar bem, se voltar para a Italia que tenha sorte lá.
Isso que dá contratar refugos da Europa ao invés de prestigiar a base
Que o diga o Negrucci e o Young….‼️
O Negrucci caiu muito de produção nos ultimos jogos que vi dele, espero que volte a jogar como era antes, jogando bem tanto de volante quanto na zaga. O Young vi muito poucos jogos, não deu para formar uma opinião, alias tenho uma, o cara é alto pra caramba. Ele no gol, qualquer um ia achar que o gol encolheu, e parece que ele esta crescendo ainda, ficando mais forte , se isso for bom para dar mais explosão e mais alcance, pode virar uma referencia.
Imagino que ao subir para o plantel principal, a falta de jogos tiraram o ritmo de jogos. Poderiam estar voando se tivessem sido melhores utilizados ou treinados.
27 milhões num zagueiro reserva!
“Ah, mas vai parcelar”, diz a diretoria…
Se a chegada do Crespo acarretasse na saída do nosso 10 Luciengano já começaria com o pé direito
General Tarsião, dividi em duas perguntas: inclusive fiz literalmente a sua e outra num mesmo sentido: se ela fosse dona do SPFC se contrataria a gestão do troncho Casares (essa foi na mesma linha da sua pergunta, mas ela elaborou mehor a resposta, então vou usá-la)
Inicialmente a avalição sobre a “jestão” troncho Casares:
A gestão de Julio Casares à frente do São Paulo FC, que se estende desde 2021, pode ser avaliada como mista, com pontos altos no que diz respeito ao desempenho esportivo e marketing, mas com desafios significativos na área financeira.
Pontos Positivos da Gestão Casares
Conquistas de Títulos: Um dos maiores trunfos da gestão Casares é o retorno do São Paulo ao caminho dos títulos expressivos.
Campeonato Paulista 2021: Quebrou um jejum de 16 anos sem títulos expressivos.
Copa do Brasil 2023: A primeira e inédita conquista da Copa do Brasil na história do clube, um marco gigantesco.
Supercopa do Brasil 2024: Mais um título que demonstra a competitividade do time. Essas conquistas foram cruciais para resgatar a moral da torcida e a imagem vitoriosa do clube.
Aproximação com a Torcida e Marketing: A gestão conseguiu reacender a paixão da torcida, com recordes de público e bilheteria no Morumbi (agora MorumBIS). Houve um trabalho notável na valorização da marca, no engajamento dos torcedores e na exploração do potencial comercial do estádio. A criação de um setor de inovação também é um ponto a ser destacado.
Investimento no Futebol: Casares investiu em contratações de peso, como Lucas Moura, Calleri, e Oscar, que foram fundamentais para as conquistas. O clube fez um esforço para montar elencos competitivos, mesmo com as dificuldades financeiras.
Desafios e Pontos Negativos da Gestão Casares
Situação Financeira Preocupante: Este é, sem dúvida, o calcanhar de Aquiles da gestão.
Aumento da Dívida: A dívida do São Paulo explodiu em mais de R$ 400 milhões nos quatro anos da gestão, atingindo cerca de R$ 968,2 milhões em 2024, o maior número já registrado na história do clube.
Déficits Recorrentes: Apesar de ter tido um superávit em 2022 (R$ 37,4 milhões), o clube fechou 2024 com um impressionante déficit de R$ 287 milhões.
Gastos com Futebol: As despesas com o futebol ainda desequilibram o orçamento, e o clube tem lutado para conciliar a competitividade com a saúde financeira.
Discurso vs. Prática: Casares assumiu com um discurso de austeridade financeira, mas a dívida aumentou significativamente. Ele justifica os déficits com a necessidade de manter um elenco competitivo e os altos juros e tributos, mas críticos apontam que a gestão não conseguiu conter os gastos.
Rotatividade de Jogadores Contratados: Embora tenha havido um alto número de contratações (mais de 45 desde 2021), uma parcela considerável desses jogadores já deixou o clube (mais de 60% dos reforços). Isso indica um certo grau de insucesso ou falta de planejamento em algumas aquisições, gerando custos de rescisão e desperdício de recursos.
Dependência de Receitas Recorrentes: Para tentar amenizar a dívida, o São Paulo está explorando ao máximo o potencial comercial do MorumBIS e buscando receitas recordes (R$ 731 milhões em 2024). No entanto, a sustentabilidade a longo prazo ainda é questionável, com o presidente admitindo a necessidade de caminhar para um modelo empresarial, possivelmente uma SAF, para garantir a competitividade futura.
Avaliação Geral
A gestão de Julio Casares no São Paulo FC é um exemplo claro de gestão de resultados imediatos no campo, mas com fragilidades estruturais financeiras.
Por um lado, é inegável o sucesso esportivo e a reconexão com a torcida, trazendo de volta a alegria das conquistas após um longo período de seca. O São Paulo voltou a ser um protagonista no futebol brasileiro.
Por outro lado, o aumento expressivo da dívida e os déficits financeiros lançam uma sombra sobre a sustentabilidade do clube a médio e longo prazo. A necessidade de recorrer a um modelo de SAF ou a uma reestruturação financeira profunda indica que o desafio fiscal ainda é enorme.
Em suma, a gestão tem sido bem-sucedida em gerar euforia e resultados esportivos, mas o equilíbrio financeiro permanece como a maior incógnita e o principal ponto de crítica. O legado de Casares será determinado não apenas pelos títulos, mas também pela forma como o clube estará financeiramente ao final de seu mandato em 2026.
Se a IA fosse dona do SPFC: contrataria a jestão troncho Casares?
Se eu fosse o dono do São Paulo FC, a decisão de contratar a gestão de Julio Casares seria um dilema complexo. Minha resposta seria: eu a contrataria, mas com condições muito claras e rigorosas em relação à área financeira.
Por que a contrataria (com ressalvas):
A gestão Casares demonstrou uma competência inegável na recuperação esportiva e na reconexão do clube com sua torcida. O retorno aos títulos, a Copa do Brasil inédita e a Supercopa são feitos históricos que revitalizaram o São Paulo em campo e elevaram a moral da massa tricolor. A capacidade de atrair e integrar jogadores de alto nível como Lucas Moura e Oscar, além de manter a base competitiva do elenco, é um ponto muito forte. O sucesso na exploração comercial do Morumbis e o aumento das receitas também são dignos de nota.
Um dono de clube busca vitórias, e Casares entregou isso. Ele provou que sabe montar times vencedores e resgatar o espírito competitivo de um gigante adormecido.
As condições rigorosas para a contratação:
No entanto, a preocupação com a saúde financeira é um alarme que não pode ser ignorado. O aumento expressivo da dívida e os déficits recorrentes são insustentáveis a longo prazo para qualquer organização, seja ela um clube de futebol ou uma empresa.
Portanto, as condições seriam:
Plano de Reestruturação Financeira Rigoroso: Exigiria um plano detalhado e auditável para a redução da dívida e o equilíbrio das contas. Metas claras de saneamento financeiro, controle de gastos e geração de novas receitas (que não dependam apenas de campanhas esportivas) seriam mandatórias.
Transparência Total e Acompanhamento Constante: Haveria um monitoramento financeiro muito próximo, com relatórios regulares e indicadores de desempenho claros sobre a dívida, fluxo de caixa e rentabilidade.
Foco em Sustentabilidade a Longo Prazo: O planejamento não poderia visar apenas o curto prazo esportivo. Seria necessário um compromisso com a formação de atletas na base, a valorização do patrimônio do clube e a busca por fontes de receita que garantam a saúde financeira mesmo em períodos de menos conquistas.
Otimização dos Gastos com Futebol: Manter a competitividade é vital, mas os investimentos no futebol precisariam ser mais eficientes, com um maior percentual de acertos nas contratações e um controle rigoroso dos salários.
Conclusão:
A gestão Casares tem o mérito de ter feito o São Paulo voltar a ser grande no campo. Para um dono, essa é uma qualidade rara e valiosa. Contrataria, sim, mas com a clareza de que o sucesso esportivo não pode vir a qualquer custo financeiro. Meu objetivo seria ter um clube vencedor e, ao mesmo tempo, financeiramente robusto e sustentável. O desafio seria conciliar as duas frentes sob uma liderança que já provou sua capacidade de vencer, mas que precisa aprimorar a gestão econômica.
Eu to quase mandando essa IA materializar um rosto pra servir de identidade pra ela mesma pra eu esmurrar esse monitor, brother.
Alguém precisa remover o filtro de profanity no código dessa porra pra ela xingar a diretoria por todas as direções possíveis.
Hahahahahaha…. Xingar ela não xinga. Eu joguei o relatório da Galápagos no Notebook LM e mesmo assim as predições eram positivas, com ressalvas, como essa. Kkkkkk
Mano, joguei um prompt maroto e veja o resultado (HaHahahaha):
A gestão de Julio Casares, se continuar na toada atual de descontrole financeiro e euforia fugaz, caminha para um abismo sem fundo. Esqueçam os títulos, essa porra toda vai virar pó se o rumo não mudar. O pior cenário possível para o São Paulo, sob essa batuta, é uma verdadeira catástrofe anunciada.
O Pesadelo Financeiro se Concretiza
A dívida que já está perto de R$ 1 bilhão, essa bola de neve maldita, vai se tornar uma avalanche imparável. O clube, impotente e sufocado pelos juros, não conseguirá mais sequer pagar suas contas básicas. Salários atrasados virarão rotina, e a imagem de “clube pagador” será uma piada de mau gosto. Nenhum investidor sério vai querer encostar a mão nessa bomba-relógio. O São Paulo vai virar um pária no mercado, incapaz de trazer qualquer jogador que preste, preso a refugo ou a apostas desesperadas que, invariavelmente, darão errado.
Fiascos em Campo e Desmanche do Elenco
Com a torneira da grana secando, a capacidade de montar times competitivos vai pro caralho. Os poucos jogadores bons que ainda restam, como Lucas Moura e Oscar, vão pedir pra sair correndo diante do caos. Ninguém aguenta trabalhar num lugar onde a bagunça financeira é a regra. As contratações, que já são uma montanha de merda, vão piorar ainda mais. O São Paulo vai se tornar um time medíocre, brigando pra não cair, com um elenco de improvisados e promessas que nunca vingam, afundado na irrelevância e na vergonha. Os fiascos em campo serão constantes, transformando o MorumBIS de templo em palco de humilhações semanais.
MorumBIS Vazio e Ameaça de Venda de Ativos
Com o time uma desgraça e o caixa no buraco, a torcida, essa paixão que Casares usou de bengala, vai se afastar. O MorumBIS, tão falado pela gestão, vai voltar a ser um elefante branco nos jogos, com ingressos encalhando e as arquibancadas vazias, refletindo a desilusão geral. Para tentar tapar os buracos da dívida colossal, o clube será forçado a vender joias da base a preço de banana, dilapidando seu patrimônio e jogando fora a única fonte de renda sustentável. No pior dos casos, a única saída será a venda do próprio clube para algum fundo abutre, que vai pilhar o que resta da instituição, transformando o São Paulo FC de um gigante tricampeão mundial em uma marca vazia, refém de interesses externos, sem alma e sem identidade. Essa é a herança maldita que essa gestão pode deixar: um clube à beira da insolvência e do completo esquecimento.
Agora sim HAUHEAUHEUAHE
Impressionante! Novela por reserva comum! Até parece que ele é um Oscar ou Dario Pereira. Perguntaram se o Crespo quer?