
Ex goleiro do São Paulo afirma que Diniz fazia com todos os jogadores o mesmo que fez com Tchê Tchê
Diniz, Tchê Tchê e os Bastidores da Polêmica no São Paulo
A famosa discussão entre Fernando Diniz e Tchê Tchê durante uma partida entre Red Bull Bragantino e São Paulo em 2021, quando o treinador chamou o jogador de “perninha”, ficou marcada como um dos episódios mais polêmicos do clube paulista e teria contribuído para o afastamento entre os dois e a saída de Diniz do comando tricolor.
O Estilo de Diniz no Vestiário
Segundo o ex-goleiro do São Paulo, Tiago Volpi, esse tipo de abordagem de Diniz era comum com todo o elenco, e não apenas com Tchê Tchê1. Volpi afirma que o grupo já conhecia o estilo intenso do treinador, que tinha liberdade para agir dessa forma sem que os atletas levassem para o lado pessoal1. Ele mesmo relatou uma situação parecida, quando, após defender dois pênaltis contra o Flamengo, foi cobrado por Diniz no jogo seguinte por supostamente estar “muito sobrado”.
Brigas e Reconciliações
Volpi contou que discussões e brigas eram frequentes nos treinamentos, mas que Diniz sabia contornar as situações com bom humor e proximidade1. Após um desentendimento, o técnico chegou a bater na porta do quarto do goleiro para selar a paz com um abraço, mostrando seu jeito peculiar de lidar com o elenco1.
O Impacto da Pandemia
O episódio com Tchê Tchê ganhou maior repercussão porque, durante a pandemia de COVID-19, os estádios estavam vazios e tudo o que era dito em campo era facilmente ouvido pelas câmeras e microfones1. Volpi reconhece que houve um certo desgaste entre Diniz e Tchê Tchê, principalmente por conta da amizade dos dois, mas reforça que o treinador era assim com todos e o grupo entendia seu jeito.
O Fim da Era Diniz no São Paulo
Fernando Diniz foi demitido em fevereiro de 2021, um mês após a polêmica com Tchê Tchê, mesmo tendo levado o São Paulo à liderança do Campeonato Brasileiro de 2020 por boa parte da competição1. O time perdeu rendimento na reta final e terminou em quarto lugar.
Reencontro no Vasco
Atualmente, Diniz e Tchê Tchê trabalham juntos no Vasco, onde o meio-campista é titular e participou recentemente de uma vitória sobre o São Paulo no Morumbi
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Famoso relacionamento tóxico.
Famosa boleiragem desde que o mundo é mundo.
Exatamente, Craquito domador de palavras!
Qualquer um que fez base em qualquer clube do Brasil sabe que os técnicos não medem palavras.
Agora, tá cheio de cacique pra pouco índio.
Quando eu tinha 10 anos jogava em clube pequeno de SC.
A gente disputava algumas competições regionais e fomos separados em grupos já que eram quase 40 atletas.
As duas competições as quais eu estava escalado haviam acabado e eu deixei de ir a alguns treinos. Não fiquei sabendo que o time tava tendo pouca presença de atletas na última competição, que era à noite.
O time acabou passando por algumas dificuldades e caiu na semifinal.
O encerramento do ano seria em um amistoso contra o Riiver Plate ARG, no dia 18 de dezembro e, um dos caras que jogavam comigo veio aqui em casa já mandando o recado:
“O Celso tá puto contigo.” (nosso técnico)
Quando eu cheguei no estádio no dia do jogo e ele me viu, já veio na minha direção com o veneno escorrendo pela boca.
Acho que foi o maior esporro que eu já tomei na vida toda. Chorava que nem um bebê.
No final ele falou: “Para de choramingar. Vai lavar essa cara que tu vai ser titular.”
Joguei, dei passe pra gol e ganhamos do sub12 do River por 2 a 0. Éramos todos sub11 (pré mirim na época).
Não morri, não fiquei traumatizado e tampouco aquela bronca me fez menor.
Pelo contrário, me ajudou a forjar quem eu sou. Homem é na porrada mesmo. Caráter se forma assim.
A vida tá cagando pro teu mimimi.
Hoje em dia tá essa coisa ridícula. Os caras ganham milhões por ano e se peidam por um “perninha”.
Exatamente, craque. E o seu treinador tinha um motivo.
Eu era do salão e me chamaram pra jogar no campo, também era moleque lá com meus 13 anos. Comprei um chuteira de campo zera pra jogar.
Chego lá e o treinador me botou pra correr na lama enquanto os caras treinavam no campo.
PQP! Fiquei uma hora na lama, literalmente, e o treinador ainda gritava: vai corre, porra…
Por honra fiz aquela merda e voltei achando que ia jogar. Merda nenhuma, fui correr novamente, mas em volta do campo, ao menos não era mais na lama. Kkkk… Daí larguei mão e não voltei mais. Kkkkkk… Era pra forjar mesmo, mas eu era nutella, confesso.
Diniz, o Telê do Társio Guedes.
Tá vendo porque não deveriam ter acabado com a Santa Inquisição?
Isso ai é motivo de fogueira! hahahaha
Taticamente não se pode negar que ele é diferente, mas esse convívio sempre tem uma data de validade
Por isso que os trabalhos dele tem validade… ninguém aguenta isso por muito tempo!
Melhorou um pouco a imagem deles para mim, não pode dar moleza para bagres!
Falando do Diniz, o Crespo parte do zero agora. Daquela vez, já pegou o time do Diniz, com toque de bola, e o que deu foi uma Muriciada, pondo três zagueiros ou três volantes. Agora pega um time completamente sem armação de jogadas. Está certo que o elenco de hoje é melhor. Mas também passou mais de um ano desaprendendo a jogar. Acho que o desafio agora é maior.
O que conta a favor do Crespo é que ele fez os jogadores renderem bem do ponto de vista técnico. E o que está contra é toda essa falta de confiança e falta de tática que não temos desde que o Dorival saiu.
Foi por causa dessa babaquice do Diniz com o tche tche que perdemos um brasileirão que tava na mão do São Paulo.
Foi isso não! Foi o Casares que nos fez perder o Brasileiro daquele ano. O Rai tinha um acordo com os jogadores que metade do prêmio do campeonato seria destinado aos jogadores, mas como mudou a presidência em janeiro daquele ano, o Casares entrou e desfez o acordo com os caras . Isso foi o motivo da perca do campeonato, esse episódio do Tche 2 foi apenas uma faísca. Diniz foi o menos culpado nesse episódio, lembrando que o time do SP era bem mais ou menos.
Cara, nao concordo nem um pouco com sua opiniao.
Sabe-se la como, o Diniz montou um time que jogava bem, ganhava e convencia. Se nao fosse ele la, nem o gostinho/chance de ganhar teriamos.