Julio Casares em entrevista, expressando opiniões sobre a transformação do São Paulo em SAF, com destaque para a camisa do SPFC e elementos de futebol.

São Paulo pode virar SAF? Julio Casares fala a respeito em entrevista

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O presidente do São Paulo, Julio Casares, afirmou que o clube deve adotar em breve um modelo de gestão empresarial, seja por meio da transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ou com um formato semelhante. Em entrevista ao Canal UOL, Casares destacou que essa é a tendência no futebol brasileiro e que clubes que não seguirem esse caminho correm o risco de ficar para trás e acumular dívidas.

“A SAF não é um milagre, mas acredito que o melhor modelo é algo que priorize a gestão do futebol. Não posso dizer que o SPFC vai virar uma SAF pura, mas é uma tendência. Se o SPFC não tiver algum acordo empresarial, ele vai competirmenos, declarou o dirigente.

Segundo Casares, ainda há resistência interna à ideia de SAF, mas o clube já discute alternativas para modernizar sua gestão. Ele citou como exemplo as negociações com o magnata grego Evangelos Marinakis, dono de clubes como Nottingham Forest (Inglaterra), Olympiacos (Grécia) e Rio Ave (Portugal), que pretende investir nas categorias de base de Cotia. Para o presidente, parcerias desse tipo são fundamentais no cenário atual, especialmente para valorizar jovens atletas entre 17 e 22 anos, considerados prioridade no mercado internacional.

Casares também criticou o modelo atual de divisão dos direitos econômicos dos jogadores formados na base, citando o caso do zagueiro Beraldo, vendido ao PSG, do qual o São Paulo detinha apenas 60%. “O jogador da base já vem ‘fatiado’ e mal dá rendimentos ao clube. Ele já chega com sócios invisíveis que não colocam dinheiro, como empresários e familiares”, explicou.

O presidente defende que o clube busque sócios que realmente invistam no futebol e tragam retorno financeiro, como Marinakis. “Quero um sócio que coloque dinheiro e que tenha uma plataforma esportiva. Assim, teremos uma porta para a Europa muito mais rápida. Mas é preciso critério: jamais vender o ativo da base, e sim fazer acordos de valor operacional”, pontuou1.

Dívida e projeção para o futuro

Casares revelou que assumiu o São Paulo em situação financeira delicada, com o time desmotivado e o clube sem receitas. Ele afirmou que os investimentos realizados para retomar a competitividade aumentaram a dívida, mas garantiu que o objetivo é quitá-la até 2030. “Em 2027 e 2028, o SPFC começa a dar os primeiros passos para disputar jogadores importantes com outros clubes”, projetou.

Defesa da venda de bebidas nos estádios

O presidente também defendeu a liberação da venda de bebidas alcoólicas nos estádios paulistas, argumentando que a restrição atual prejudica os clubes financeiramente e não contribui para a segurança dos torcedores

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