Jogadores de duas equipes de futebol em um momento tenso durante uma partida, com alguns jogadores se comunicando e outros observando ao fundo.

Advogado de Bobadilla afirma: “Eles já conversaram, pediram desculpas reciprocamente e se acertaram” – sobre Navarro

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Resumo do Caso

Durante a partida entre São Paulo e Talleres pela Conmebol Libertadores, em 27 de maio de 2025, o volante Damián Bobadilla, do São Paulo, foi acusado de xenofobia após supostamente chamar Miguel Navarro, do Talleres, de “venezuelano morto de fome”. O episódio gerou grande repercussão, com o jogador venezuelano chorando em campo e registrando boletim de ocorrência ainda no estádio.

Desdobramentos e Pedido de Desculpas

Após o ocorrido, Bobadilla optou por buscar uma solução direta com Navarro. Ele realizou uma chamada de vídeo com o jogador do Talleres para pedir desculpas pessoalmente, afirmando ter se equivocado e que não teve intenção de discriminar. Navarro e o Talleres valorizaram a atitude do paraguaio, e ambos os jogadores trocaram desculpas e consideraram o conflito resolvido entre eles.

Além do contato direto, Bobadilla também publicou um vídeo nas redes sociais pedindo perdão publicamente. No vídeo, ele alegou ter sido ofendido primeiro em meio à confusão, mas reconheceu que reagiu mal e reforçou que não teve intenção discriminatória.

Investigações e Possíveis Consequências

Apesar da reconciliação entre os jogadores, Bobadilla segue sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo e pela Conmebol. O jogador foi convocado para a seleção paraguaia e, por isso, seu depoimento à polícia foi adiado para após a Data Fifa, quando retorna ao Brasil.

A Conmebol abriu processo disciplinar para apurar o caso. Se for comprovada a xenofobia, Bobadilla pode ser suspenso por até quatro meses de competições organizadas pela entidade, conforme o artigo 15 do regulamento disciplinar35. No Brasil, a legislação enquadra casos de xenofobia como crimes de racismo, com pena prevista de dois a cinco anos de reclusão.

O São Paulo Futebol Clube declarou que dará suporte institucional ao atleta e pretende aplicar medidas educativas, reforçando o compromisso com o respeito e a dignidade humana.

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