Matheus Alves elogia Zubeldia, fala de CSKA e sua procura pela 1o gol no SPFC

“Depois do jogo, ele vem até você, pergunta se você gostou do seu jogo e fala o que precisa melhorar. No geral, ele procura ficar longe, deixa nossa privacidade.
Quer que o grupo fique junto, unido. Ele não fala muito. Depois do jogo é difícil ele falar, aqui também só dá o treino, não comenta nada do jogo passado. Difícil ele comentar. Mas com a gente ele está sendo um paizão de verdade. Está nos acolhendo, ensinando muito. Está colocando para jogar, fazendo nossa vida.
Foi melhor do que eu esperava, todos me ajudaram. Na primeira partida contra o Bragantino, quem mais chegou comigo foi o André Silva, até porque eu ia jogar do lado dele. Me incentivou demais, me deu apoio. Depois todos deram, falaram que precisava ter mais confiança, porque eu me segurava um pouco. ‘Você tem que se soltar, você tem futebol para isso’. Foi primordial.“

E comemoração?
“Vai ser igual ao Ferreira, 15 comemorações. Vai ser um monte, não tem uma fixa ainda. Andamos bem mais próximos (Alves, Ferreira, Ryan e Lucca) do que com os outros, claramente. Ficamos o dia todo. Quando acaba o treino, cada um vai para sua casa.
Eu e Ferreira ainda ficamos aí, estamos morando no CT desde que subimos, somos mais próximos. Quando não vou para casa da minha namorada, ficamos aqui, vendo séries na Netflix. A resenha é infinita. Tem muita zoação. Não posso nem falar, se não dá ruim. Vão ficar bravos comigo. Censurado”
E o CSKA?
“Estou muito tranquilo. Procuro ficar fora disso. Deixo para quem cuida de mim resolver. Até agora não soube de nada, não veio nada. Então, minha cabeça é 100% no São Paulo. Continuar jogando, ganhando minutagem, que ainda tenho que deixar meu gol aqui. Tenho muito para viver com essa camisa”
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Torcida do São Pulo é foda…encheram o saco pedindo o mlk no time e já tão falando que ele é mediano pra baixo…
Poisé, parece que é proibido oscilar.
[…] Depois do jogo é difícil ele falar, aqui também só dá o treino, não comenta nada do jogo passado. […]
Finalmente desvendei o mistério do time não conseguir evoluir e nem apresentar uma partida em alto nível na temporada.
No mais, legal ver a molecada focada nesse início no profissional. Morando no CT e felizes. Isso aí vale mais que qualquer bagre vindo de outros lugares ou sub-óbitos. Inclusive hoje acho que o Ferreirão vai acertar uma tijolada de longe para abrir o placar.
Sinceramente não entendi como essas duas frases andam juntas:
“Depois do jogo, ele vem até você, pergunta se você gostou do seu jogo e fala o que precisa melhorar.”
E
“Depois do jogo é difícil ele falar, aqui também só dá o treino, não comenta nada do jogo passado. Difícil ele comentar.”
Afinal, ele vai falar ou não?
Realmente tem uma baita incongruência na fala do Matheus.
Não estou indicando nenhum tipo de má fé do garoto, mas sim talvez uma falta de repertório e poder de comunicação para se expressar melhor, o que, aliás, é bem comum nessa idade.
Se bem que hoje em dia é bem comum também com pessoas de qqer idade.
Ficou confuso, mas eu entendi após a partida e no dia do treino. Ou seja, após a partida ele chegar e faz algum comentário pontual trivial: “Hoje você foi bem. Gostei da movimentação hoje. Acho que alguns momentos você segurou um pouca a boal e blablabla”…
No dia do treino ele até pode montar um treino baseado no jogo passado, exemplo: time não teve uma posse de bola no setor ofensivo. Ele cria treinos visando fundamentos que faltaram ali ou até algo mais posicional, porém ele não mostra os erros cometido no jogo passado e nem aponta para o jogador: “Nesse lance você fez x e poderia ter feito y”. A não ser algo privado após a partida só com o jogador.
Em suma, pontua uma ou outra coisa para o cara no particular e não é de fazer correções coletivas na frente de todo mundo. Foi assim que entendi.