Dívida do São Paulo FC com Rogério Ceni segue sendo paga dois anos após saída

Homem com camisa clara segurando a cabeça com uma mão, em frente a uma grande bandeira do São Paulo FC.

Dois anos após sua demissão, Rogério Ceni, ídolo e ex-técnico do São Paulo Futebol Clube, ainda figura entre os principais credores do clube. O balanço financeiro de 2023, divulgado oficialmente pelo SPFC, detalha que Ceni, atualmente treinador do Bahia, tinha a receber R$ 901 mil em pessoa física e R$ 3,2 milhões em pessoa jurídica (Ceni Sports Marketing) ao final do ano passado, totalizando mais de R$ 4,1 milhões em dívidas reconhecidas pelo clube.

Em 2024, os pagamentos continuaram: o clube desembolsou R$ 300 mil para Rogério Ceni (pessoa física) e R$ 1,2 milhão para a Ceni Sports Marketing, empresa ligada ao treinador. Em 2023, os valores pagos foram de R$ 900 mil (pessoa física) e R$ 3,2 milhões (pessoa jurídica), mostrando que o acordo de rescisão está sendo cumprido em parcelas ao longo dos anos.

Rogério Ceni, ex-técnico do São Paulo FC, caminhando com expressão pensativa em campo.

A dívida com Rogério Ceni é parte de um passivo trabalhista que inclui outros ex-treinadores e jogadores, como Daniel Alves e Dorival Júnior. No total, o São Paulo fechou 2023 com R$ 71,5 milhões em obrigações a pagar referentes a acordos trabalhistas e processos cíveis, valor que, apesar de alto, representa uma redução em relação ao ano anterior.

Assim, a relação entre São Paulo e Rogério Ceni, marcada por títulos e idolatria, segue também registrada nos balanços financeiros, com pagamentos parcelados que ainda devem se estender até a quitação total do acordo.


Descubra mais sobre Blog do São Paulo

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.