
Levantamento revela minutagem baixa de boa parte das saídas; setor ofensivo foi o mais afetado
Muito se fala sobre as “18 saídas e apenas 4 contratações” do São Paulo FC para a temporada 2025. O discurso vem sendo amplamente utilizado para justificar a queda de desempenho ou a falta de opções no elenco. No entanto, um levantamento dos números de participação dos atletas que deixaram o clube mostra que a perda real pode não ser tão grave quanto aparenta.
Quantos jogadores realmente jogavam?
De acordo com dados do Transfermarkt, dos 18 atletas que deixaram o clube, 7 não entraram em campo sequer uma vez em 2024. Outros atuaram pouco, com minutagens modestas. Confira:
✅ Jogadores que não atuaram pelo São Paulo em 2024:
- Belém
- Caio Matheus
- Iba Ly
- Jhegson
- Leo Silva
- Orejuela
- Raí Ramos
⏱️ Atletas com minutagem reduzida:
- Longo – 5 jogos / 319 minutos
- Jamal – 6 jogos / 213 minutos
- Nikão – 6 jogos / 245 minutos
Os que jogaram de fato
Dos que tiveram papel mais relevante no ano passado, 8 nomes realmente contribuíram com uma minutagem significativa. Veja:
| Jogador | Jogos (2024) | Minutos |
|---|---|---|
| Moreira | 13 | 601 |
| William Gomes | 18 | 752 |
| Galoppo | 28 | 1100 |
| Erick | 37 | 1367 |
| Nestor | 38 | 1308 |
| Michel | 38 | 1532 |
| Rato | 41 | 1952 |
| Welington | 48 | 3888 |
Para efeito de comparação, os atuais titulares Calleri e Luciano somaram 4021 e 4210 minutos respectivamente em 2024.
Elenco reduzido, mas com base e reposição
Se considerarmos que apenas 8 dos 18 atletas realmente atuaram com frequência (9, se incluirmos Rafinha, que se aposentou), a conta muda. Além disso, o clube promoveu jovens da base como:
- Henrique Carmo
- Matheus Alves
- Lucas Ferreira
- Rodriguinho
Esses nomes ocupam justamente vagas no setor mais afetado: o meio ofensivo, onde o São Paulo perdeu jogadores como Rato, Nestor e Galoppo.
Reflexão: deveria ter mantido um dos meias?
Com a debandada no meio-campo, surge a dúvida: não valeria a pena ter segurado ao menos um entre Rato, Nestor ou Erick? A resposta depende do desempenho dos jovens da base e da capacidade do elenco atual de manter intensidade em competições simultâneas.
Conclusão: menos alarmismo, mais contexto
O São Paulo perdeu 18 jogadores? Sim. Mas a análise de minutagem mostra que a maioria teve pouco ou nenhum protagonismo. A base vem suprindo lacunas, e o impacto real pode ser menor do que o discurso dominante sugere.
Por: Bruno Larroca, especial e exclusivo para o Blog do São Paulo
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
Deveria ter saído mais
Na posição do Wellington houve até melhora.
Os que jogavam mesmo era rato, nestor e Michel. Três canhotos, não veio nenhum reserva no perfil deles, mas veio um titular absoluto, Oscar.
Bobadilla pode jogar com um terceiro homem de meio, mais ou menos como o Michel.
Ano passado ele ficou um semestre sem o Alisson.
Houve mudança no perfil. Se os garotos tivessem maturado mais no Paulista, talvez estaríamos com outra conversa agora.
Wellington não jogaria tendo Wendell e Enzo. Quem faria parte do banco de reservas seria Rato, Michel, Nestor, Erick, William e Moreira. Desses, William e Moreira passaram 2024 inteiro com raras oportunidades e em um elenco mais robusto de opções, não qualidade, eles jogariam pouquíssimo. Em um cenário onde nenhum jogador tivesse sido negociado, Rato, Michel e Nestor, de fato, fariam parte do revezamento com mais minutos em campo.
A questão toda aqui é preferencia pessoal e querer ou não trabalhar com a base. Na cabeça do Zubeldia, as duas primeiras opções de cada posição devem ser de atletas experientes e rodados. As terceira, base. Hoje ele colocaria o Erick no lugar do L.Ferreira sem pestanejar e independente do desempenho. O elenco precisaria sim de reforços pra brigarmos por algo melhor mas se ano passado sabiam das dispensas pq não usaram o paulista para revelar jogadores? Responsabilidade total de Carlos Belmonte pq se a ordem viesse, o treinador acataria. Porém, esse cara é um inapto, completamente sem visão e compreensão de futebol.
Sem duvida, por isso acredito que o certo seria negociar o Igor Vinicius no meio do ano e não comprar o Ruan, assim daria mais espaço para o Maik e o Igão, sem falar da necessaria venda do André Silva, que daria mais espaço para o Ryan
Se vender o Craque Vinicius vai dar para trazer uns dois jogadores de alto nível com sobra, craque.
Também não queria a saída dele, mas estamos precisando de dinheiro, qualquer 10 milhões de euros que conseguirmos nele é muito importante
Caramba, aí doar também é foda. Como o Pardal não o ultiliza até cabe um empréstimo (sem opção de compra) por esse valor. Ou até uns 8 mi pelo momento.
Se o projeto de técnico tivesse revezado o elenco no Paulista não estaríamos passando esse sufoco pois provavelmente teria os garotos + Lucas e Oscar pra rodar o time.
Tá acontecendo agora o mesmo que aconteceu em 2021 apostaram tudo no paulista e arrebentaram o time só que naquela época além de termos sido campeões o elenco não teve férias e a qualidade do time era inferior e o calendário estava ainda mais apertado e o Crespo não conhecia o calendário BR
Agora o zubeldia conhecia o calendário e foi conivente com a redução do elenco pois mesmo no ano passado que o elenco era mais robusto ele utilizava sempre as mesmas substituições (Nestor , Michel , Rato) ou seja ele é um dos culpados também
Marca o Arnaldo Ribeiro aí !!! Ele só vomita esse discursinho agora , não pode demitir o Zuba pq o elenco é muitooooo pior esse ano.
Com os jogadores que estavam na temporada passada: com esse elenco vai lutar para não cair.
Sai um monte do dito elenco horrível e chegam quatro bons reforços: com essas saídas o elenco vai lutar para não cair.
HAHAHAHAHA…
“Ain mais o mano Arnaldo diz que está “enxuto” o elenco. Ok, volte para o início do artigo e releia.
pois é … Arnaldo é um imbecil… um desonesto intelectual, que fica nervosinho quando alguém contraria ele… um lixo de pessoa, não merece o respeito de São Paulino nenhum
Ele trata até o Tironi mal, quando o Tironi discorda dele
Valeu, Brunão! Mandou bem!
É, eu já vinha falando sobre isso, mas não dei ao trabalho de demonstrar efetivamente. Agora, sempre foi algo óbvio e notório que apesar da barca de saida a forma dele usar o plantel não mudou nada, pois sempre foi um paneleiro.
Aliás, friamente o elenco para ele melhorou: agora ele não tem mais a opção de por o Capivara e o o Rafinha sub-óbito que dessa lista eram os preferidos dele e fizeram uma temporda horrível.
Sem ele não tivesse liberado o William o elenco estaria redondinho. Aliás, faltou venderem/doarem o Lu$iano. O máximo que o Pardal conseguiu fazer de “razoável” foi usar o 3-5-2. Se o Lu$iano não estivesse no elenco, mesmo sem o Lucas e Oscar ele manteria o sistema que veio o ajudando a jogar com “dignidade”, ao menos.
Porém, como há o Lu$iano ele tem que voltar ao esquema horrível e mediocre dele. Atualmente a melhor formação seria o 3-4-3, mas esse Pardal vai cair com o Lu$iano. (Diga-se de passagem: justíssimo!)
O texto é uma piada. Desconsidera entrosamento e impacto que a perda de entrosamento causa, que é gigante em qualquer time. O desmonte é na verdade muito subestimado. Tem um outro aspecto que não tem nada a ver com treinador que é a substituição de jogadores no auge físico por veteranos ou jovens. Para não falar das contusões dos veteranos, vou falar só da dificuldade que o Ryan teve pra jogar de costas para os zagueiros do Cruzeiro. Mal parou de pé o moleque. Físico hoje importa muito. A reposição no São Paulo é frágil, baseada em jogadores sem contratos ou rolos com empresários. E é lenta. Cedric e Wendell chegaram tarde demais. Então, na boa, o desmonte foi péssimo e a quantidade de contusões fulminou as esperanças. Taí o seu contexto. Agora acorda do seu sonho colorido e torça como adulto.
Temos um imbecil discípulo do imbecil do Arnaldo aqui.
Quem repete as baboseiras do Arnaldo e quem ainda defende o Zuburreldia igual o Arnaldo, tem problema mental
Vá se tratar
Verdade, adulto Murilo. Fez sentido o que você disse. De tal forma que eu não entendia como:
Guarani (1×0: demos tantos espaços e erros de recomposição)
Portuguesa (2×1: com um gol no último segundo do menino que não fica em pé)
Santos(3×1: teve mais mudanças no elenco e até treinador era novo. Aliás, estavam com uma das piores campanhas no paulistinha)
Bragantino (1×0: perdemos tomando outra sova de um time com mais alterações e de técnico que a gente. Com um a mais, inclusive,)
Inter de Limeira (0x0: com um a mais).
Velo Clube (3×3: Aqui faz todo sentido a sua tese)
Ponte Preta (2×1: perdemos aqui, mas o time com reformulação que caiu para a série C…. É, sei lá)
Sao Bernado e Novorizontino: Eita o pardal mudou a tática e botou o Lu$iano no banco? Ahhhh….
Eita, o Pardal voltou com o Lu$iano e botou o Oscar de volante? Foi o roubo.
Sport (0x0: recém promovido e com mais reformulação que a gente. Treinador com menos tempo no cargo. Pardal inventou algo aqui? Será?)
Alianza Lima (2×2: os caras com cinco juvenis num puta catadão)
Cruzeiro: (1×1: Cruzeiro com uma reformulação maior que a nossa e treinador com menos tempo).
É, todo sentido o que você diz, adulto Murillo.
Tem outro detalhe muito importante. Auge físico de rato, Nestor e Michael Araújo? Todos são reservas em seus clubes, sendo que os dois primeiros são muito criticados por suas torcidas justamente por seus físicos abaixo dos demais.
Michael Araújo nunca passou uma temporada sem contusão, como pode ser o físico seu maior atributo no jogo?
Só pode ser piada.
Físico por físico tu prefere o Wellington ou o Enzo?
O que escancara a idade do plantel é a tática suicida com dois meias apenas. Até mesmo Pablo maia sofreu nessa estratégia, sendo sub25.
A correção de rota se faz necessária na diretoria, mas também se faz no corpo técnico, não tem como negar isso.
Sim, meu caro. O pior lado direito que vi na minha vida no SPFC foi o Rato e Rafinha com o Zubeldia.
Rato gordo e Rafinha que não aguentava nem chegar ao meio de campo.
Eu vi dois jogadores do Cruzeiro tomando amarelo, mas acho que isso não aconteceu né?
Cedric é lento? Pode até ser, prefere então o Igor Vinicius que continua no clube? Quem escolhe se ele joga ou não? Dica, não sou eu.
Enzo é melhor que Welington. Reserva não existia e hoje tem o Wendel.
Único ponto de discussão como diz no texto são os meia atacantes. Os 10 que saíram sem ou com pouca minutagem não fazem falta alguma.
Oscar está estourado pela sequencia de jogos desnecessária no paulista e o sacrifício na “super importante e decisiva” primeira rodada da Libertadores, não fui que escalei ele em todas essas partidas.
Lucas Ferreira é melhor do que a maioria dos meias que saíram, outros meias seriam reserva de Oscar e Lucas então realisticamente falta 1 ou talvez 2 deles para fazer parte do grupo como peças de reposição/rotação.
Então das 18 estamos falando em 2 peças que poderiam ter ficado, esse é o ponto do texto que você não conseguiu interpretar.
E sobre a direção não vamos comentar?! Entra técnico, sai técnico e os problemas continuam… continuam não, aliás pioram porque a dívida só aumenta.
Pois é essa minha bronca com o Zubeldia,é exatamente o que já foi dito aqui, se tivesse no Paulista aproveitado e feito um laboratório com a molecada,hoje com certeza não estaríamos nesta fase.Por isso que eu parei de ter expectativas com o Zubeldia e parei de esperar ele mudar esse cabeção teimoso dele…De agora em diante é torcer que o São Paulo ganhe mesmo que srje no meu bumba meu boi,e comece a somar vitórias e pontos,senão no final do brasileiro estaremos assistindo um desespero muito grande na tabela,para tentar fugir do Z-4…Espero sinceramente que eu esteje errado e com o tempo eu seje surpreendido…
Melhor de todos era o W. Gomes. Bem diferenciado.
O Nestor fez o gol da final, mas não sei se é 5% melhor do que o Liziero.
Meio campo é o lugar onde 80% do jogo é concentrado, ai a gente tem o Funko, Alisson e Luciano, só Alisson marca e male má, Luciano da aquele trote da voltinha marota, no nosso caso a bola fica muito tempo trafegando entre Arboleda, Alan, Rafael, pra Enzo ou Cedric errarem o passe e dar sufoco.
O Pardal tem um catado e um sonho.
O meio é o maior problema do tricolor, especialmente se jogam somente dois jogadores e nenhum deles tem características super defensivas. O que acontece é que Alisson e M. Antonio jogam em inferioridade numérica (um meia e dois/três volantes) e tem que correr muito para ocupar os espaços. No segundo tempo eles morrem.
Por isso também nenhum dos laterais pode apoiar, se um deles subir o time ficaria escancarado. Se os laterais não sobem, os pontas ficam em inferioridade numérica contra laterais e volantes. Eles também tem que voltar para marcar e morrem no segundo tempo.
Luciano não tem característica nenhuma de meia, ele volta para recompor mas não marca ninguém porque também não tem nenhuma característica defensiva. Então ele fica lá andando de um lado para outro praticamente sem função nenhuma.
O atacante seja ele Calleri em má fase ou qualquer outro depende dele fazer uma jogada de pivô fora da área, e não terá ninguém na frente para receber. Ou de um lance em que um dos pontas leve vantagem contra os 2 defensores (lateral mais volante na sobra).
Você pode dizer que não tem uma triangulação, então por exemplo sobem Enzo e M. Antonio pra encostar no Ferreirinha e dar apoio. O setor defensivo ficaria com 2 zagueiros, Cedric/Ferraresi e Alisson. Se perder a bola é gol do adversário pois qualquer contra-ataque é feito com no mínimo 3 ou 4 jogadores. Se ficar defendendo no mano a mano, vai tomar gol.
Mas como sou eu que escalo o time, a culpa é claramente minha.
Esse tipo de análise configura um claro exemplo do que chamamos em ciência de dados de cherry picking. A seleção seletiva de dados que confirmam uma narrativa pré-estabelecida. Ao utilizar apenas informações de 2024 para avaliar a importância de um jogador, o autor comete dois erros fundamentais: primeiro, ignora completamente o contexto histórico e a trajetória do atleta; segundo, desconsidera o potencial de evolução que todos os jogadores apresentam ao longo de suas carreiras. Essa abordagem revela, na melhor das hipóteses, uma grave falta de rigor científico na análise estatística, ou pior, configura desonestidade intelectual, pois manipula dados para sustentar conclusões predeterminadas. Quando se reduz complexidade futebolística a um único critério como a quantidade de minutos chega-se a um nível de superficialidade que beira o absurdo para qualquer análise que pretenda ser minimamente séria.
Dados não foram manipulados.
Se o jogador nunca jogou ele não era considerado como relevante pelo técnico. Então a saída de quem não joga, não pode afetar negativamente o elenco. Se muitos nunca foram opção, não é agora que saíram que o técnico iria pensar em escalá-los.
Tanto não há desonestidade que no pouco tempo do Longo no clube todos os jogos foram considerados, inclusive os de 2025.
Desonestidade é considerar que um jogador que nunca jogou, irá fazer falta para justificar o discurso de elenco curtíssimo e terra arrasada.