
Após o empate entre São Paulo e Alianza Lima pela fase de grupos da Libertadores 2025, o narrador Nilson Cesar, da Rádio Jovem Pan, voltou a criticar duramente o trabalho do técnico Luis Zubeldía. Para o experiente comunicador, a atuação do Tricolor no MorumBIS foi preocupante, e uma mudança no comando técnico precisa acontecer “urgentemente”.
Zubeldía sob pressão após empate na Libertadores
Mesmo jogando em casa e abrindo 2 a 0 com dois gols de Ferreira, o São Paulo permitiu a reação do Alianza Lima, que empatou com gols de Erick Castillo e Kevin Quevedo. A queda de rendimento da equipe no segundo tempo foi o principal alvo das críticas.
“O São Paulo teve o jogo na mão e deixou escapar. O treinador errou muito nas substituições e é teimoso. Na minha opinião, é hora de trocar. Troca agora!”, disparou Nilson Cesar em vídeo publicado nas redes sociais.
“SPFC precisa de um fato novo”, afirma Nilson
Na visão de Nilson, o clube precisa reagir imediatamente para não comprometer a campanha na Libertadores e no Campeonato Brasileiro Série A. Ele sugeriu que a diretoria tricolor considere uma troca de treinador para gerar um “fato novo” no elenco.
“É começo de temporada, dá tempo de mudar. Acredito que o São Paulo vai passar de fase na Libertadores, mas precisa mexer agora para não repetir os mesmos erros”, analisou.
Jogadores também são responsabilizados
Além das críticas ao técnico, Nilson Cesar também apontou falhas individuais. Segundo ele, Calleri e Luciano tiveram atuações abaixo do esperado e não têm entregado o desempenho necessário em campo.
“Jogadores também têm culpa. Calleri e Luciano não estão jogando nada. Esse empate foi vergonhoso”, concluiu o narrador.
Próximos desafios do São Paulo
Com quatro pontos, o São Paulo ocupa a segunda colocação no Grupo D da Libertadores, dois pontos atrás do líder Libertad. O próximo compromisso do Tricolor será neste domingo (13), às 17h30, contra o Cruzeiro, no MorumBIS, pela segunda rodada do Brasileirão 2025. Já na Libertadores, a equipe volta a campo no dia 23 de abril, fora de casa, contra o Libertad.
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O Nilson César pediu a demissão do Diniz, do Crespo ou do Ceni para gerar um “fato novo” ou só vale para quem ele não tem como ídolo ou amigão?
Do Carpini eu sei que ele pediu mas dos outros eu não lembro.
Diniz, Ceni e Crespo são Telê perto do Lisca Doido Argentino.
Vc parece torcedor do Zubeldia F.C e não do São Paulo F.C.
Abre o olho Japoneis.
Desde quando eu torço pra técnico ou ídolo?
Por mim tinha que vazar diretoria, técnico e alguns jogadores.
Pela situação do clube, só trocar de técnico e comissão não vai resolver os problemas.
Casares vai continuar pavão, Belmonte incompetente, Muricy ninguém sabe o que faz lá, Milton Cruz idem…
Clube extremamente endividado e a solução?
Trocar de técnico e fazer apostas de 6 em 6 meses.
É japonês, também queria que saísse esse bando de verme da diretoria… Mas num vai acontecer, esquece.
Num tivesse trocado o Ceni pelo Dorival, num tinha ganho a Copa do Brasil. Então é isso, trocar de técnico e torcer pra dar certo. O Zubeldia já deu errado.
Por mim pode mandar embora o Zubeldia, mas acho que pelo andar da carruagem a chance de qualquer técnico chegar e fazer um grande trabalho para o restante da temporada é menor do que em 2023 com a troca do Ceni pelo Dorival Jr.
Pode voltar até o Dorival Jr que não acho que vá novamente tirar leite de pedra mais envelhecida.
O time precisa dar uma renovada e será que o Dorival Jr vai ter coragem de fazer as mudanças necessárias como por exemplo tirar o Calleri e da chances ao André Silva ou Ryan Francisco, dar sequência para o Lucas Ferreira e o Matheus Alves como suplentes do Lucas e Oscar em detrimento de jogadores mais rodados que temos no elenco? Ou pedirá reforços?
Não acho o elenco assim tão bom, não é fraco tbm. É um elenco regular na média da maioria dos times brasileiros.
Devia ter saído no ano passado após a CB e Libertadores.
Depois que cair fora da CB e Libertadores e tiver em 14° no Brasileiro a diretoria toma providências.
Acabou o ciclo faz tempo, parece que estão esperando o Dorival decidir voltar após aproveitar a família, seria o cúmulo do amadorismo, eu penso que o Crespo já deveria estar treinando o elenco desde a eliminação no Paulista.
A porcas mais uma vez vão brigar pelo título Brasileiro, é muito cedo, mas já é líder, amanhã é vencer ou vencer, checar nos 5 pontos, não tomar gol, temos a melhor defesa com nenhum gol sofrido, mas o pior ataque com nenhum gol feito.
É isso aí, Natan. Acertou na mosca.
O Crespo deveria estar treinando desde a pré-temporada.
Pq não da pra comentar no post sobre torcida organizada?
Fundamentos legais:
Constituição Federal
“Privacidade e Dados Pessoais – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
➤ Você tem o direito de não querer se identificar publicamente. Exigir nome real em um blog não é obrigatório por lei. É uma decisão do dono do blog”
Tá na lei. Eu sei pq trabalho com ela. Tá achando ruim, mude a lei e pare de dar chilique na internet. Envia um email pro dono do blog. 🙂
Tratem de vencer nosso maior freguês.
Ele disse algo óbvio o Zubeldia deixa os mesmos pela teimosia, pela HIRARQUIA. Não interessa se outro é melhor. Teimosia, ele não faz oque é melhor pro time NUNCA.
Os corinthianos na mídia que defendem o Zubeldia no SPFC estão agora pedindo a cabeça do Ramon Diaz.
O problema é o desgaste com os juvenis, quem sai perdendo é o São Paulo!
Estamos tentando acertar, errando ?
Ou estamos errando, tentando errar ?
“Não há ventos a favor, quando não se sabe aonde aportar”.
Qual o modelo de futebol que o SPFC pretende ?
Com Minelli, o futebol tinha forte imposição física, com jogadores altos e fortes do meio para trás e jogadores menores e velozes no ataque …, jogo de força e combate.
Já Cilinho, jogo veloz e intenso, extremamente hábil com jovens talentos …, jogo de mobilidade e habilidade, com velocidade.
Telê Santana, o Mestre, apresentava jogo refinado, técnico com muita inteligência …, espetacular, movido à perfeição.
Muricy era pragmático, sem delongas, jogo competitivo, para vencer …, futebol feio …, “quer espetáculo vá ao teatro” e time funcional.
O SPFC prevalecia.
E agora:
Qual o futebol idealizado por quem contrata Carpini ou Diniz, Ceni ou Crespo, Zubeldia ou DJ ?
E uma infinidade de outros mais.
Qual o tipo de jogador contratado ?
Baciadas em festas de “empresários amigos”.
“Oportunidades de mercado” ?
Para quem ?
Quem pensa o futebol, no SPFC?
Quem planeja o elenco, tendo em vista o futebol do SPFC ?
Qual o papel da base para o futebol, no SPFC ?
Que não seja apenas as vendas expressas em busca de moedinhas.
Muito além de “trocar o técnico da vez”, desconsiderando futebol, elenco, modelo de jogo e estratégias.
Entre erros, erros e mais erros …, o SPFC sangra e as dívidas crescem, florescem e assumem o comando de um clube que desaparece.
Infelizmente.
(*) Não gosto do futebol praticado pelo bando de Zubeldia, como não gostava do bando do Ceni.
E também acho inaceitável a ausência de futebol no atual SPFC.
Da falsa dicotomia inicial – ou o clube erra tentando acertar ou erra deliberadamente
O texto se inicia com uma estrutura retórica que apresenta duas únicas alternativas: ou os gestores tentam acertar e falham, ou falham intencionalmente. Trata-se, tecnicamente, de uma falácia de falso dilema, pois exclui uma gama de possibilidades intermediárias, como má gestão, limitações financeiras, pressões internas, erros de avaliação ou simples ineficiência administrativa. A complexidade da gestão de um clube de futebol exige abordagem mais ampla do que uma dicotomia reducionista.
Do apelo à tradição como argumento de autoridade
Ao citar os estilos consagrados de treinadores históricos (Minelli, Cilinho, Telê Santana, Muricy), o autor sugere implicitamente que tais modelos seriam aplicáveis ou desejáveis no cenário atual. Essa argumentação incorre em uma falácia ad antiquitatem, ou seja, um apelo à tradição. A legitimidade de uma prática no passado não implica sua validade no presente, especialmente quando o futebol moderno apresenta profundas transformações estruturais, econômicas e competitivas.
Da generalização indevida quanto aos treinadores recentes
O agrupamento de profissionais como Carpini, Diniz, Ceni, Crespo, Zubeldía e Dorival Júnior sob uma crítica uniforme carece de precisão analítica. São treinadores com filosofias, metodologias e experiências bastante distintas. Tal generalização incorre em falácia de indução apressada, pois ignora nuances e contextos específicos. A crítica à gestão técnica deve, obrigatoriamente, ser acompanhada da demonstração de incoerência ou descontinuidade no projeto de futebol, o que não foi desenvolvido pelo autor.
Da ausência de comprovação nas acusações envolvendo empresários
A afirmação de que jogadores são contratados em “baciadas em festas de empresários amigos” é grave e sugere conluio ou favorecimento indevido. No entanto, não há qualquer indício, documento ou fato concreto apresentado para sustentar tal alegação. Aqui, o autor incorre em petição de princípio e, possivelmente, em difamação indireta, ao presumir como verdade aquilo que carece de comprovação. Em ambientes jurídicos, tal alegação seria considerada inconsistente e passível de questionamento ético.
Do apelo à emoção em detrimento da argumentação racional
Frases como “o SPFC sangra”, “o clube desaparece” e similares visam provocar indignação e comoção. No entanto, em termos de lógica argumentativa, essas construções caracterizam o argumentum ad misericordiam, ou seja, o uso da emoção como substituto da evidência. Em discussões sérias sobre gestão e estratégia esportiva, espera-se análise baseada em fatos, dados e comparações objetivas, não imagens poéticas ou fatalistas.
Da simplificação excessiva na análise da base de jogadores
A crítica de que a base serve apenas para “vendas expressas em busca de moedinhas” ignora completamente o atual contexto econômico do futebol brasileiro, no qual a venda de atletas oriundos da base é, muitas vezes, o único mecanismo de sustentação financeira. Essa simplificação desconsidera o papel formativo, técnico e estratégico da base e incorre em redução indevida do argumento.
Da contradição interna na exigência de projeto técnico
O autor, ao criticar todos os estilos e treinadores recentes, não apresenta qualquer proposta alternativa de modelo de jogo. Ao mesmo tempo em que exige clareza na filosofia do clube, rejeita de forma indistinta todas as abordagens testadas. Tal postura resulta em uma contradição lógica: exige um critério, mas invalida qualquer tentativa de implementação, tornando-se, portanto, uma crítica vazia de solução.
Da inversão do ônus da prova sobre a ausência de planejamento
Ao perguntar “quem pensa o futebol no SPFC?”, o autor presume a inexistência de planejamento estratégico sem demonstrar a ausência concreta de um. Trata-se de uma inversão do ônus argumentativo, na qual ele exige uma resposta a partir de uma premissa não comprovada. Em lógica formal, tal construção é considerada falaciosa e improcedente.
Conclusão final:
Embora o texto expresse insatisfação legítima com o desempenho recente do São Paulo Futebol Clube, sua argumentação está repleta de falácias lógicas, exageros retóricos e afirmações não verificadas. A crítica, para ser produtiva, exige coerência interna, fundamentação empírica e proposição de caminhos alternativos viáveis. Ausentes tais elementos, o discurso se reduz a mera retórica emocional — ineficaz do ponto de vista estratégico e inconsistente sob o prisma lógico-argumentativo.
MAS, como torcedor e observador crítico, reconheço que o autor levanta questões relevantes sobre a perda de identidade esportiva e a falta de coerência na gestão técnica do SPFC. De fato, há sinais de desorientação estratégica.
Contudo, a argumentação apresenta fragilidades lógicas importantes: começa com uma falsa dicotomia, recorre a apelos emocionais, generaliza perfis de treinadores muito distintos e lança acusações sem evidência concreta. A crítica seria mais efetiva se fosse acompanhada de dados, contextualização e uma proposta construtiva.
Há algo errado sim, PS, mas apontar o erro com lógica e precisão fortalece a crítica. Dramatizar e simplificar só enfraquece o argumento.
Caro Tobias, boa noite.
Não tive intenção de produzir um texto com fundamentação acadêmica, nem tampouco comprovar matérias investigativas, com caráter policialesco.
Neste breve apanhado, apenas expus conceitualmente, na abordagem de simples torcedor, características marcantes de um SPFC vencedor …, que simplesmente desapareceram, junto com o futebol do atual SPFC.
Somente para destacar a incessante, contínua e progressiva destruição sistêmica, cuja qual o SPFC é vítima e somos testemunhas, apenas.
Seguimos torcendo e rezando.
Abraços, irmão.
Quem tem o direito de pedir a saída de alguém do São Paulo independente se é o técnico,jogador ou qualquer outro membro do clube,é o torcedor e não do repórter ou comentarista esportivo.A obrigação do repórter é dar a reportagem e o comentarista é de comentar a respeito dos times,e não pedir para mandar embora fulano ou Albertano.O que eu quero dizer que muitas vezes principalmente o comentarista nem de futebol entende,ou as vezes faz suas críticas como se fosse um comentário pessoal.Repito os únicos que tem o direito de pedir a saída de alguém do time,é o torcedor. Não estou defendendo técnico nenhum,só acho errado que seje quem for da mídia,se achar no direito de pedir a saída de alguém de um clube.A mídia não tem este direito,e é minha opinião.Pedir a saída do Zubeldia ou de qualquer um do clube é só o torcedor que tem este direito…
E pedir a continuidade?
Bom dia André
Desculpe por mim te responder com atraso.
Mais não é isso que eu disse,eu falei que o único que tem o direito de pedir a saida de qualquer um de um time,é o torcedor.Os repórteres e os comentaristas não tem esse direito.Quando um eles faz um comentário errado ou com más intenções de querer provocar a torcida e o time,quem é que pede para eles serem demitidos.E você é inteligente e sabe que tem vários deles que procuram reportagens e comentários só para ganhar cliks,ou inventar crises.Que o Zubeldia precisa ser trocado eu isso eu sei,mais quem tem esse direito de pedir,somos nós os torcedores e não os repórteres ou os comentaristas.
O técnico arrancou o cara que tava estraçalhando, o único que parecia lembrar que futebol também é faca na bota, não só burocracia. Dois gols. Dois. E ele tirou o cara como se estivesse apagando um cigarro num velório.
Em vez disso, enfiou mais um lateral esquerdo. Porque nada diz “vamos manter o placar” como colocar dois caras pra fazer o mesmo serviço meia-boca num lado do campo que nem tava pegando fogo.
Foi como se ele dissesse: “Chega de fazer gol. Agora a gente vai rezar.”
E o time, claro, rezou. Rezou de joelhos enquanto tomava dois gols na cara.
Porque quando você tira o predador da jaula e bota mais um vigia na porta, o que acontece não é segurança. É tédio. E o tédio mata.
O empate veio como um tapa de mãe bêbada. Não porque o time merecia, mas porque pediu.
Pior foi eu ver gente querendo defender esse erro justificando o jogo de Córdoba. Pessoal ressaltando aquele como se o time tivesse jogado algo.
O pior é que o próprio Pardal assume o erro, já os pardalzinhos Jr, isto é, os passadores de pano não conseguem.
Aliás, aproveitar e elogiar essa postura de auto-critica do Pardal. Ele tem postura para assumir erros e reconhecer (e com tristeza, denotando ser genuíno) os erros. Ele é cabeça dura e perdido, mas aparenta ser uma pessoa que escuta todos e reflete. Diferente do Diniz e Ceni que não aceitavam estarem errados nunca. E a teimosia era por puro orgulho. O Zubeldia é teimoso apenas por limitação mesmo, não parece ser uma pessoa orgulhosa.
Um pensamento de um torcedor do São Paulo. Leopoldo II
10 concordo em partes que ele na coletiva reconhece,mais que adianta reconhecer e continuar com o erro.
Então parece que a única virtude dele é reconhecer,mais por outro lado continua com o erro,”(teimosia.)”EU não me conformo até agora ele tirar o leão do jogo,”Ferrerinha”,e ceder o empate.
É, mas acontece. Tem a parte da limitação de conhecimento também. Acho que todo mundo tem isso. Agora, o mais importante é ter essa postura de reconhecimento genuíno. Se a pessoa tem essa qualidade uma hora poderá aprender e mudará. Agora, os orgulhosos nunca mudarão.
O Tobias deve ser filologo para escrever um livro sobre o comentário de um colega. O nosso técnico é médio, os outros que estão na lista são médios ( exceção ao Crespo) e o time é velho e cansado, porque a diretoria acha que entende de futebol, mas deve ser de videogame!
Eu escrevo rápido :oD
E eu gostaria que o Crespo viesse.
Tmj
E quando você pensa que o Sport vai empatar, o Vasco tem jogadores que fazem gols