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A história de Welberlieskott, ou “Well”, é realmente fascinante, com uma conexão única entre o Brasil e a Indonésia. Sua trajetória, desde o início nas categorias de base até sua primeira convocação para a seleção da Indonésia, reflete não só o talento no futebol, mas também a força das influências culturais em sua vida.

O nome, que é difícil de pronunciar, e o apelido “Well”, muito mais fácil, ajudam a manter sua identidade mais acessível. O GE fez uma excelente materia e contou sua história.

A relação com seu pai, Elisângelo, que também foi jogador de futebol e passou pela Indonésia, foi fundamental para sua introdução ao esporte e a sua formação. O retorno ao Brasil e a escolha do São Paulo como clube, aos 9 anos, colocaram a base para um futuro promissor.

A experiência de Well jogando em seleções de base da Indonésia e sua participação no Mundial Sub-17, onde teve um papel de destaque, são grandes marcos em sua carreira jovem.

Além do lado esportivo, a história da sua família e o elo com a Indonésia são tocantes. Bem como a vida dividida entre as duas culturas, com uma fluência no português e no indonésio, e uma identidade rica e multifacetada. O fato de Well ainda estar indeciso sobre defender o Brasil ou a Indonésia no futuro mostra o quanto ele valoriza suas raízes e a importância de sua decisão no futebol.

“Jogar uma Copa do Mundo foi um sonho realizado, consegui dar uma assistência contra o Panamá, foi o jogo mais especial. Mas também tenho o sonho de jogar na seleção do Brasil. Até agora estou recebendo convocações da Indonésia, mas na hora de decidir lá na frente vou ver com meus familiares se seguimos ou se defendo o Brasil – disse ele, que é agenciado pelo empresário Giuliano Bertolucci e está ciente da possibilidade de troca futura.”

“Gosto muito das pessoas na Indonésia, são pessoas muito felizes. Ele pode estar com a maior dificuldade, mas sempre está feliz, alegre, dando bom dia. A culinária é diferente, gosto de um arroz amarelo que eles têm, de pato. Só que é tudo apimentado. E gosto muito das praias também que tem em Bali. Minha mãe vai todo ano sozinha pra lá. Agora, quando vou para a seleção, visito a família.”

Como você vê o futuro de Well? Será que ele irá optar por jogar pela seleção brasileira ou permanecer na seleção da Indonésia?


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