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Em entrevista à Arnaldo e Tirone, o Superintendente do SPFC, Marcio Carlomagno, falou sobre o FIDC: “Nós estavamos em um processo em que nossa dívida de curto prazo representava dois terços da nossa dívida bancária.

Esta dívida de curto prazo eram de 12 meses com cobranças e juros e taxas em um formato. Nada contra quem operava antes e opera hoje alguns cenários mas o risco nos levava a este cenário com um terço a médio prazo, 18 meses.

Quando falamos sobre Reestruturação Financeira em um primeiro momento, depois o FIDC em um segundo momento. Antes, era uma sindicalização da dívida e já me perguntaram no Conselho a respeito disso e não conseguimos. Recebemos negativas e aí veio a Outfield e a Galápagos até num formato melhor.

E foi então que conseguimos colocar os covenants lá dentro e foi um passo importante ao mercado de capitais. É o SPFC mostrando para o mundo que quer fazer algo certo. Oi, tudo bem? Aqui é o SPFC e queremos fazer tudo certo.

E o mercado recebeu isso muito bem, tanto que temos hoje grandes empresas, bancos, investidores qualificados pelas regras da CVM lá, esse é um ponto positivo. Eu preciso aportar um contrato lá para conseguir a liberação do dinheiro. Então, através destas cotas, arrecadamos aproximadamente R$ 135 milhões e para completar os R$ 240 milhões, faltam R$ 105 milhões.

Uma questão que muitos confundem, é que o Fundo não para em R$ 240 milhões, este valor é de operação. Eu aporto uma garantia de contrato, por isso essa estratégia de contratos mais longos. Quanto mais girarmos o fundo, mais baratos ficaremos. Colocamos uma parte no fluxo financeiro e agora estamos vendo que operações aportaremos lá para atingirmos os R$ 240 milhões. Estamos discutindo a revolvência da dívida para ficarmos mais baratos e começarmos a pagar mais essa dívida.


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