
O desempenho ofensivo do São Paulo no Campeonato Paulista de 2025, com apenas 19 gols em 14 jogos, reflete uma preocupação no ataque que se destaca especialmente quando comparado com campanhas anteriores, como a de 2021, quando o time foi campeão e marcou 38 gols.
Esse número de gols, o pior desde 2019, é um alerta para o trabalho de Luis Zubeldía, que terá que lidar com a questão ofensiva ao longo das competições restantes, como o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e a Libertadores.
A equipe não só teve dificuldades em marcar gols, mas também registrou o maior número de partidas sem balançar as redes em uma edição do Paulistão desde 2019, com cinco jogos sem gols, o que representa um problema claro de criação e finalização. Para um time de grande porte como o São Paulo, esse tipo de estatística indica que, mesmo com boas peças individuais, a coletividade no ataque precisa ser aprimorada.
Em relação ao desempenho da equipe ao longo dos anos, observa-se uma queda no número de gols marcados nas últimas edições do Paulistão. Se por um lado o time se manteve competitivo, chegando à final em 2022 e 2023, a falta de poder ofensivo parece ser um desafio constante. A ausência de uma grande quantidade de gols no ataque pode também afetar o moral da equipe e a confiança dos jogadores.
A expectativa agora é de que o técnico Zubeldía consiga ajustar o time para aumentar a produção ofensiva nas competições mais importantes que estão por vir. O que você acredita que pode ser feito para melhorar esse setor, considerando o elenco do São Paulo e o estilo de jogo do treinador?
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O problema maior é que o time não faz a bola chegar no Calleri …, e ainda o hermano tem que cair pela esquerda, cair pela direita e voltar ao meio-campo.
Detalhe:
O Calleri lidera o índice de melhor defensor em bolas aéreas defensivas.
Além de ser a “alma” do time em campo.
Um time com Oscar e Lucas teria que, obrigatoriamente, fazer o nome do “matador” em gols.
O time simplesmente não funciona.
São pontos de vista, respeito o seu, mas acho que um dos principais problemas é ter um centroavante extremamente limitado, que é brigador, se posicionar bem, cabeceia bem ,mas ao mesmo tempo é incapaz de driblar um zagueiro, não chuta bem com nenhum.dos dois pés e não tem velocidade para ganhar. a corrida de nenhum zagueiro…
No Brasileirão do ano passado, teve mais cartões amarelos do que gols…
Mas como eu disse , são pontos de vista…
Mas aí é que deveria aparecer o técnico …, se não tem velocidade ou habilidade …, por que fazer cair pelos lados e atrair a marcação, abrindo espaços para quem chega …, ninguém se aproxima dele.
Não temos tabelas nem aproximação.
Ele deveria ser a “referência” do ataque …, e se o Luciano tivesse função no time, deveria jogar próximo ao Calleri.
Temos problemas na defesa.
Temos problemas no meio-campo.
Temos problemas no ataque.
Não seria melhor trocar o técnico, comissão técnica, coordenador de futebol e diretor de futebol ?
Nosso futebol desapareceu, faz tempo.
E ao que parece, não volta.
Claro temos o pior treinador em 5 anos!!
O “suicida” Diniz.
O “estagiário” Carpini.
O “performático” Zubeldia.
Nossa diretoria “adora” aventuras com técnicos em formação …, Jardine, Ceni, etc.
E o SPFC sangra.
E o gol da Servia …, que grotesca saída de bola da Áustria.
Se o Zubeldia fosse brasileiro não teria virado o ano aqui. Mas como “habla”, dá carrinho em comemoração de gol( desde que não seja de garoto da base)e leva cartão todo jogo ainda tem gente que defenda .
Vamos aguardar.
Não terá vida longa se o SPFC patinar nas rodadas iniciais do brasileiro ou Libertadores.
Deus nos livre de um Diniz novamente no SPFC …, mas há quem defenda tal insanidade.
Seu Paulo
Entre os dois prefiro o Milton Cruz! Mas lembrando: o Diniz insistiu no Brenner e no Sara e no final acabou nos rendendo vários milhões. Zubeldia tem a parcela de culpa nas doações do William Gomes e do Moreira.
Caro Leandro Marques, ambos técnicos tem “qualidades” em aceitar ou acatar os modelos negociais propostos pela diretoria tricolor.
E os garotos “for export” não necessariamente passam pelo time do SPFC.
pior treinador em 5 anos. Números correspondem ao treinador