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Muita gente acende e apaga as perguntas sobre o aproveitamento de Rodriguinho. Muitos atribuem até a falta de oportunidades a ele. Mas, neste caso, todo mundo já tentou dar sequência e ele não suporta. Mesmo no começo deste ano, após jogar contra o Botafogo-SP na estreia e depois só retornar contra a Lusa vindo do banco, ele torna a ter o drama físico impactando sobre sua continuidade. Depois da vitória por 2×1, ele ficou fora 1 mês dos treinos até voltar a buscar condicionamento.

Sequência só é possível com ritmo de jogos e continuidade. Sem isso, nunca vai chegar ao melhor da sua forma. Sem isso, nunca será competitivo e crescerá. Mas, neste caso, não tem Dorival, Ceni, Zubeldia ou Carpini. Tem o físico dele… Qualidade técnica e bola o menino tem, boa índole e comprometimento.

De 14 jogos no Paulistão, Rodriguinho estava fora de combate em 70% das partidas ainda em tratamento no Reffis até ser liberado para transição. Quando foi liberado, os jogos eram de vida ou morte no Paulista e ele estava atrás na fila.

Zubeldia, inclusive, deu chances a Matheus Alves contra o Red Bull porque Rodriguinho estava inapto. Mais que questionar chances a ele, precisamos ver ele disponível e apto fisicamente. Neste momento, ele recomeça a saga por estar bem fisicamente e poder brigar por espaço.


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