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Em entrevista coletiva nesta terça-feira (11), o presidente da FPF (Federação Paulista de Futebol), Reinaldo Carneiro Bastos, disse que ficou “entristecido” com o lance do polêmico pênalti marcado sobre o atacante Vitor Roque na última segunda-feira (10), na vitória por 1 a 0 do Palmeiras sobre o São Paulo, pela semifinal do Paulistão.

Na visão do dirigente, a penalidade era interpretativa, e tanto o árbitro de campo quanto o VAR concordaram que ela deveria ser anotada.

De acordo com Carneiro Bastos, o lance foi extremamente difícil e invariavelmente resultaria em protestos de um dos lados.

“A arbitragem até aquele lance polêmico e discutido da penalidade foi absolutamente normal, houve pouca contestação de atletas e treinadores. É um lance que rezo todo santo dia para não acontecer, porque vocês, que são do futebol, sabem que se ele não tivesse dado o pênalti, hoje quem estaria reclamando era o Palmeiras”, afirmou.

“O toque (de Arboleda em Vitor Roque) existe. A gente garantir que aquele toque foi suficiente para desequilibrar o atacante é uma interpretação, que dois (árbitros) Fifa, um no campo e um na cabine, entenderam que foi suficiente”, argumentou.

“Mas é algo que me entristece, porque eu entendo a mágoa… Eu entendo a insatisfação do torcedor são-paulino, da diretoria são-paulina. Eu entendo… Porque é um lance extremamente no limite. Para onde você decidir, alguém vai ficar em desagrado”, ressaltou.

“É algo que eu sempre peço para não acontecer, porque a arbitragem tem que passar desapercebida. E estava assim durante o jogo! Aí acontece um lance… O Rafael foi sair jogando, não saiu jogando bem, e aconteceu (o pênalti)… Olha só quantos atores estão nessa dificuldade que estão falando hoje da arbitragem do jogo. Se o Rafael chuta para frente, não acontece nada…”, comentou. Por: ESPN


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