
Breve Introdução – Semanas atrás a imprensa especializada noticiou e publicou os termos de uma eventual operação que o SPFC estaria entabulando com determinado investidor internacional (Evangelos Marinakis). Após alguma agitação, o tema deixou de repercutir. Olhando de fora, o silêncio talvez decorresse por um de dois motivos: a negociação, se efetivamente estivesse em curso, esfriou; ou passou a ser conduzida com maior rigor de sigilo.
Parece que se aplica a segunda hipótese, pois, em reunião extraordinária do conselho deliberativo do SPFC, ocorrida no dia 28 de janeiro, o tema da negociação teria sido abordado. Qualquer que seja o motivo, e mesmo que seja outro, não listado acima, este texto promove uma análise das supostas bases negociais, de modo a contribuir, construtivamente, para o debate a respeito do presente e do futuro do SPFC.
Parte-se, portanto, da premissa de que o SPFC estaria estudando alternativas de financiamento da atividade futebolística para, além de enfrentar as obrigações de curto e médio prazos, viabilizar uma estrutura que pudesse manter o time competindo, com sustentabilidade, em alto nível e no topo de tabelas. A realização de eventuais movimentos talvez se justifique, ainda mais, em nossa opinião, pelo advento da Lei nº 14.193/2021 (“Lei da SAF”), que resultou – e ainda resultará – no fortalecimento de clubes que, antes, tinham dificuldade de se equiparar ao orçamento e as perspectivas do SPFC.
- O Desafio – O ponto de partida da análise é o orçamento de 2025. O orçamento costuma expressa projeções de entradas e saídas, que podem ou não se confirmar em função de diversas variáveis futuras, e costuma ser construído com base em ocorrências passadas e eventos que, em princípio, deveriam (ou poderiam, com alguma segurança) se realizar.
Nesse cenário de projeções (e, necessariamente, de algumas incertezas), o orçamento projeta a contratação de mais de R$200 milhões em novas dívidas (ou empréstimos). Os recursos seriam utilizados, em conjunto com parte da geração de caixa de 2025(proveniente de direitos de arena, patrocínio, negociação de jogadores etc.), para atender obrigações da ordem de R$350 milhões, que vencem em 2025.
Contudo, o SPFC estruturou, recentemente, uma operação envolvendo um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (“FIDC”), que restringe, como costuma acontecer em tais estruturações, a liberdade gerencial para realização de certos negócios, em especial para contrair dívidas. No caso, empréstimos superiores a R$10 milhões por trimestre devem ter anuência do comitê de crédito do FIDC.
Assim, a negociação de parte do Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel, ou seja, a categoria de base conhecida como Cotia, poderia contribuir para o solucionamento de parcela da dívida que vencerá em 2025.
- Sobre a Operação – No âmbito da operação com Cotia, o SPFC receberia uma parcela imediata(aparentemente decorrente da venda de parte de Cotia), que seria destinada à amortização de dívidas, estimada em aproximadamente R$240 milhões, montante que ainda seria insuficiente para cobrir os vencimentos previsto para 2025, da ordem, como visto, de R$350 milhões.
Para fechamento das contas de 2025, o SPFC dependeria da confirmação de um orçamento ambicioso, que prevê cerca de R$150 milhões em negociação de jogadores. Adicionalmente, como o valor recebido seria utilizado para amortizar apenas os vencimentos de 2025, o endividamento total do Clube permaneceria em nível semelhante ao registrado ao final do exercício de 2023, refletindo uma situação financeira ainda crítica.
A operação que circulou implicaria, ademais: (i) a manutenção pelo SPFC do controle das operações de Cotia, de modo que o investidor deteria uma participação minoritária em um veículo que fosse proprietário de empresa conjunta; (ii) uma transferência de recursos diretamente ao SPFC, parte destinada à amortização de dívidas (conforme antecipado acima) e parte destinada a investimentos incrementais no futebol, bem como investimentos diretos em Cotia; e (iii) um fluxo de caixa periódico oriundo de Cotia para financiar as atividades do futebol profissional (sob a forma expectativa de dividendos).
Em troca desse conjunto de coisas, o SPFC passaria a conviver com um sócio relevante e líquido, em uma estrutura que, por um lado, poderia ajudar a alavancar novos negócios, mas, de outro, obstaculizar outras operações mais audaciosas (ao menos com terceiros).
- Pontos de Atenção – De todo modo, alguns aspectos merecem destaque e, sobretudo, atenção, para que, ao invés de solução, a operação não se transforme em problema maior do que os desafios existentes:
Saída de capital para o investidor: Em outras estruturas de vendas de participações em empresas futebolísticas para investidores de longo prazo – cujo perfil parece ser o do investidor em Cotia -, como nos casos do Bahia com o Grupo City ou do Liverpool com a Fenway Sports Group, os resultados gerados pela operação são normalmente reinvestidos na própria atividade, com o propósito de promover um ciclo virtuoso de crescimento sustentável. Nesses modelos, o principal retorno financeiro do investidor costuma ser obtido no momento da venda futura do ativo pelo investidor (ou seja, da venda das ações de emissão da SAF ou da sociedade empresária constituída para organizar e operar o futebol), o que o incentiva a apostar no crescimento e valorização do time. Já no caso de eventual negócio envolvendo Cotia, o pagamento de dividendos periódicos ao SPFC e ao investidor, referentes às respectivas participações na sociedade algo que somente poderá ocorrer, de acordo com a legislação societária, se a SAF ou a sociedade empresária, conforme o caso, apurar lucros -, restringiria a capacidade de reinvestimento na própria estrutura de Cotia, podendo comprometer seu desenvolvimento (e os próprios planos traçados pelas partes).
Conflitos de interesses: A operação poderia criar três conflitos principais entre o SPFC e o investidor, que merecerão um rigoroso e detalhado tratamento contratual: (i) primeiro, no aproveitamento de atletas: enquanto o SPFC deveria ter a tendência de se aproveitar esportivamente, ao menos por algum tempo (ou temporada), das revelações, o investidor, que não se beneficiará do aproveitamento clubístico, por não participar da operação do futebol profissional, tenderia a priorizar negociações rápidas para potencializar seu retorno financeiro; (ii) segundo, no âmbito do modelo atual, um atleta gerado em Cotia sobe automaticamente para o profissional, sem pagamento de contrapartida (além da própria formação), mas, no modelo em análise, parece não ter ficado claro se o SPFC, que deixaria de ser proprietário único de Cotia, teria que pagar para utilizar, sob qualquer forma (inclusive para celebração de contratos esportivos), algum atleta e, se o caso, em que bases (que podem ser beneficiadas ou privilegiadas em relação a terceiros ou nas bases de mercado); e (iii) por fim, considerando que o investidor é proprietário de outro time, poderia haver interesse na negociação prioritária de atletas formados em Cotia, em preferência ao SPFC, eventualmente a preços maiores do que o SPFC teria condição de arcar, porém, inferiores aos que outros times estariam dispostos a bancar.
Desembolso para a recompra: Caso o SPFC deseje, após a consumação da operação, retomar a propriedade integral de Cotia, precisaria, caso os contratos assim estabeleçam, recomprar as ações detidas pelo investidor, envolvendo um desembolso financeiro significativo. Embora a definição prévia de valores de recompra possa favorecer o comprador em caso de sucesso do negócio, ela também o prejudica em cenários adversos. Independentemente disso, o direito de recompra é essencial para proteger o futuro do SPFC e sua ausência poderia inviabilizar a retomada integral das categorias de base ou uma eventual operação mais audaciosa, envolvendo, ou não, uma SAF
Opção de conversão para o investidor: Aparentemente, a operação contemplaria a concessão de uma opção ao investidor, para converter sua participação em Cotia em uma sociedade empresária futura do SPFC, seja ela SAF ou não. Esse tipo de instrumento – portanto, a opção de conversão – tende a diminuir (ou afastar) a atratividade para outros projetos que envolvam possíveis investidores de capital, podendo colocar o SPFC numa situação de refém do sócio minoritário de Cotia. Em contrapartida, a priorização do direito de recompra do SPFC sobre o direito de conversão do investidor poderia diminuir os efeitos da sua concessão.
Financiamento da operação após o período de aportes: Outro ponto crucial consiste na fixação dos meios de financiamento de Cotia após o término do período de aportes programados. Para garantir a manutenção do mesmo nível de investimentos no futuro, seria necessário reduzir a distribuição de dividendos, direcionando parte desses recursos para sustentar as operações e investimentos futuros. Além disso, caso a operação demande recursos que não possam ser supridos por financiamentos de terceiros (debêntures, notas comerciais, empréstimos etc.), os sócios, como regra geral, suprem com recursos próprios (ou mediante a obtenção de empréstimos pessoais) as necessidades da sociedade. Sócios que não conseguem acompanhar as demandas de capital costumam ser diluídos. Caso, portanto, a estrutura de Cotia eventualmente não seja autossuficiente, o SPFC poderia enfrentar um de três cenários: direcionar recursos do profissional para Cotia; obter outros empréstimos (desde que não esteja impossibilitado por instrumentos como os do FIDC); ou reduzir sua participação na sociedade.
- Conclusão: Caso a operação envolvendo Cotia se realize, com base nas premissas adotadas neste texto, ela não deverá solucionar, de modo estrutural e definitivo, os desafios financeiros do SPFC e pode trazer, a depender das condições negociadas, obstáculos operacionais e desafios ainda maiores para implementação de uma operação de grandes dimensões. Por outro lado, caso não se realize, o SPFC também terá, pela frente, um cenário bastante desafiador. Daí a inevitabilidade das seguintes indagações:
- O que o SPFC fará para perpetuar sua relevância esportiva se não promover uma operação estrutural, como fizeram, aliás, quase todos os times relevantes do planeta, e, se a promover, quais seriam as condições ideais?
- A operação apenas com Cotia seria o caminho adequado?
- Quais seriam as alternativas viáveis à operação de Cotia para solucionamento dos desafios financeiros do Clube, preservando sua sustentabilidade e gerando alinhamento de interesses de curto, médio e longo prazos?
- Quem seria o parceiro (ou sócio) estratégico ideal para o SPFC, considerando sua relevância histórica e importância nos cenários esportivos brasileiro e mundial, e levando em conta, além de Cotia, uma operação de grandes dimensões?
Texto Publicado em UOL – Coluna do Juca Kfouri, link: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/02/05/spfc-eaeventualoperacao-envolvendo-cotiauma.htm?cmpid=copiaecola
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A unica solução é SAF, não existe outra solução. Qanto mais perdurarem o inevitavel, pior pro clube.
Na minha opinião esse parceiro de Cotia mais atrapalha o futuro do São Paulo do que ajuda.
A médio e longo prazo com certeza.
A curto prazo é o coelho na cartola que o Czares precisa para encher o peito e falar que “resolveu” o problema do deficit. Tipo a venda do Anthony. Aí vai parecer um monte de gente caindo nesse canto da sereia e propagando que o Czares é o salvador da pátria.
Só que no ano que vem…
É exatamente o que eu penso.
Impressionante.
Tivemos um final de semana maravilhoso com as vitórias sobre o Corinthians na Copa São Paulo e no clássico do Paulistão.
Em seguida, somos envolvidos em situações nebulosas.
E antes que algum Paladino metido a Fiscal venha dizer qualquer asneira, o próprio Zanca é quem coloca essas situações.
Então, peço a esses que saiam do mundo de Poliana ou tirem seus antolhos para enxergar um pouco melhor ao redor.
Não, não é caos. É Alerta !
E só observar os acordos que estão sendo feitos para garantir à situação, a eleição de todos os novos vitalícios.
Assim sendo, a oposição não tem sequer condições de pleitear 55 nomes para viabilizar um candidato à presidência.
Na prática, o Casares indicará os 2 candidatos à sua sucessão.
Tem um diabinho soprando no ouvido dele…”se candidata…se candidata…”
A carne é fraca e a tentação é grande
A volta do “Pitbull do Juvenal”, mostrando os dentes ?
No início também achava, e ainda desconfio.
Entretanto ele poderá escolher:
Olten, Douglas, Pinotti ou Belmonte.
Não desinforme as pessoas.
Só lembrando que a convocação do Casares, com presença obrigatória, só foi possível com a assinatura de 50 conselheiros.
E 55 conselheiros vitalícios referendaram uma possível candidatura (das 2 possíveis).
Sequestraram o SPFC e tomaram de assalto o futebol tricolor.
Só não vê quem nunca quis ver.
Nao entendi merda nenhuma que VC escreveu
Se é “merda”, não precisa se esforçar para entender, né?
Também não preciso ter você aqui, lembra? Depois não reclama..
Cadê seus comentários sobre os idiotas que fizeram trapalhadas na eleição dos vitalícios?
Contaram com o bloqueio de 1/3 e tentaram tirar das mãos do Olten.
Mas de qualquer forma, a situação leva todos …, na há espaços para novidades.
Eles foram burros. Acharam que o Olten ia burlar a regra pra eles
A oposição passa mal porque só tem asno. Eles mesmo causaram está situação por serem imbecis.
E seu mal, além de desqualificar a todos, ainda assim, generaliza.
A “oposição” inexiste, foi desmembrada e cooptada, ficando restrita a poucos indivíduos sem espaço na política do clube.
Ou você acha que o Casares não teve os votos da “oposição oficial” ?
E todos gravitam ao redor das benesses do poder no SPFC.
VC viu a merda que eles fizeram na eleição de vitalícios? Por que VC não nos conta sua opinião incrível sobre esses génios?
E você acha que o conselho consultivo (todos da situação) aprovariam nomes da oposição …, ou o Olten não iria manobrar?
Se em uma “simples”convocação do Casares, o Olten esvaziou e descaracterizou a convocação …, e o Casares desconversou em tudo.
Foi nesse sentido que comentei em outro post, são conselhos e mais conselhos, todos com controle da situação, mudar o status quo de que jeito?
O Olten não manobrou. Os burros da oposição, Miguel, Flávio e Roberto que são estúpidos.
Explica aí no blog pro pessoal o que ele queriam fazer pra denotar a estupidez
Ou seja, o pensamento é de que não adianta nem tentar fazer algo que é perda de tempo. Mas que belo amor pelo SPFC esse grupo tem.
E só ilustra perfeitamente o por que da situação ter tanta dominância no SPFC por tanto tempo sem ninguém incomodar. Porque eles são os trapalhões que não tem esse pensamento de derrotado.
Pra oposição nada adianta, nada vai surtir efeito, nada vale a pena tentar, nada de nada. A única coisa que a oposição se dá o trabalho de fazer é ficar enchendo a porra do saco dos torcedores no Blog porque agir de fato, nada.
Bando de derrotado sem culhão mesmo.
Ou seja, o pensamento é de que não adianta nem tentar fazer algo que é perda de tempo. Mas que belo amor pelo SPFC esse grupo tem.
E só ilustra perfeitamente o por que da situação ter tanta dominância no SPFC por tanto tempo sem ninguém incomodar. Porque eles são os trapalhões que não tem esse pensamento de derrotado.
Pra oposição nada adianta, nada vai surtir efeito, nada vale a pena tentar, nada de nada. A única coisa que a oposição se dá o trabalho de fazer é ficar enchendo a porra do saco dos torcedores no Blog porque agir de fato, nada.
Bando de derrotado sem culhão mesmo.
O pouco que se mostrou do orçamento de 2025 nessa análise é assustador
Tem gente por aqui inebriada.
“AIn, vejo caos Eu avisei!”
Dodóis!
Katia, uma hora a conta chega…
Daniel , me cansa. Porque tudo sempre parece maior do que realmente é. Quem lê os comentários do blog tem a certeza que vamos falir em meses. Tudo por conta de um looping doentio de quem nada faz e torce apenas pra estar certo . Cansa !
O Casares é o político que eu mais arrependo de ter defendido…e olha que eu já votei no Aécio ein.
Alguns trazem aqui a comparação Leco ou Casares, quem foi pior?
Eu fujo dela e afirmo:
Independente de qual é pior, temos a pior sequência de presidentes da nossa história.
Aidar>Leco>Casares
Aidar ainda tem uma história bonita para chamar de sua nos anos 80. Agora Leco e Casares, esse vão de mãos dadas para o inferno tricolor.
Juca faz um favor faça a mesma materia que vc fez do SPFC com outros clubes inclusive o seu o Corinthians Uol sendo Uol…..
Ai da ruim pra eles
Teoricamente teríamos que dar lucro esse ano, exigência do fundo. Isso deveria acontecer sem considerar o aporte em Cotia.
Por outro lado, a base bem gerida já ganha campeonatos e revela talentos em número maior do que conseguimos aproveitar no time de cima.
Para melhorarmos as vendas dos garotos, duas coisas precisam acontecer.
Primeiro o SPFC precisa parar de vender o almoço para comprar a janta. Precisa gastar menos e melhor. O fundo deveria corrigir esse problema, uma vez que obriga o resultado positivo da operação. Um clube saudável não faz liquidação de jogadores como fizemos com WG e Moreira.
Segundo, precisamos melhorar a vitrine, aumentar a exposição dos garotos. Para isso precisamos parar de comprar medalhões (até para o banco de reservas!) e obrigar, sim obrigar, o treinador a usar os moleques. Diretoria e treinador atualmente remam para o mesmo lado, porém para o lado errado.
Temos que dar lucro em 2025
Saf é uma necessidade ou um desejo?
Quando vendemos jovens como Wilhian Gomes bem baratinho e doamos outros como Moreira fica difícil responder essa pergunta
E ainda falam em fatiar e vender Cotia.
SAF ou não …, o problema é a “patota” preservar seus interesses, efetuar as vendas e ainda permanecer no comando.
Desta forma:
Separam o futebol do social, controlam o futebol e também o social.
Instituem uma “tal empresa” para administrar o espólio do futebol …, e controlam também a “tal empresa”.
Vendem parte da “tal empresa” para uma SAF e continuam “parceiros” da SAF.
E o roteiro segue em frente.
E se a SAF der errado …, a patota está de volta (como se fosse mágica).
Vamos aguardar o “fundo amigo”.
Prezado,
Até acho plausível esse cenário nefasto que você sugere. Mas na prática vender parte do futebol do SPFC envolveria grana na casa do bilhão, não creio que a “patota” encontrasse tal parceiro disposto a mante-los. Quando chega o gato as ratazanas debandam, difícil haver uma congregação eu acho. Por isso penso que SAF, assim como a separação do social, não existirão por um bom tempo, talvez só quando o clube falir de vez.
Vc acabou de fazer a analogia perfeita entre o Olten e os opositores: quando o gato chega as ratazanas debandam.
Continuo sem ouvir a solução da sua parte ou de seus amigos. Que por sinal, se lambuzaram na própria burrice.
Esquece, nessa hora o sujeito corre feito o diabo da cruz… ha ha ha
Continue a generalizar, Zanca.
E você Luciano, me conhece de onde ?
Nunca lhe dirigi minhas palavras.
Está inebriado. É doentio.
A culpa dessa merda é desses asnos que erraram em tudo que fizeram
“Inebriado” ?
Trocando opiniões, impressões e análises sobre o post sugerido pelo Zanquetta.
Não há emoção alguma, senhora Kátia.
Falando sobre o SPFC.
Doença ?
Sim, doença. Inclusive a causada em nós que temos de ler o senhor. Chato, inconveniente, repetitivo, INSUPORTÀVEL!!!!
e o senhor não troca opiniões . O senhor provoca, faz ilações sem provas…
De novo: agradeça ao zanquetta.
Oro todos os dias para que ele caia em si e proiba teus comentários aqui.