Por que o São Paulo F.C. foi fundado?

Sábado, 25 de janeiro de 2025. Hoje, o São Paulo Futebol Clube completa 95 anos de existência. Da Chácara da Floresta ao Estádio do Morumbi, o São Paulo trilhou uma história gloriosa no futebol.

A história de fundação do clube é conhecida pela grande parte dos são-paulinos, pelo menos de forma superficial: uma fusão entre dissidentes do C. A. Paulistano e da A.A. das Palmeiras, ambos clubes tradicionais e vitoriosos ligados a elite paulistana da época.

A história completa, claro, envolve muito mais tramas do que uma simples explicação. A começar pelos próprios termos utilizados, afinal, não foi bem uma fusão: o Club Athletico Paulistano existe até hoje, com sede no Jardim América, não muito distante da Avenida Paulista.

Mas para entendermos o nascimento do São Paulo (e porque o São Paulo nasceu), é preciso voltar um pouco mais.

A segunda “guerra civil” do futebol paulista

Em 1925, o Paulistano havia feito algo inédito: pela primeira vez um clube iria excursionar na Europa. Com um time liderado por Friedenreich e recheado por jogadores como Araken, Sérgio, Nestor, Clodo, Bartho, Mário Andrada e Filó. Na Europa, o alvirrubro fez 10 jogos, ganhou 9 e perdeu 1 e simplesmente encantou o velho continente, onde o time foi chamado de “Reis do Futebol”.

Mas se 1925 representa o que foi o maior momento do futebol do clube do Jardim América, também representou o início do fim. No campeonato paulista de 1925, o Paulistano poderia ter saído campeão, bastava vencer o São Bento (de São Paulo, não o de Sorocaba), mas acabou derrotado por 1×0 após abandonar a partida, reclamando de sucessivos erros da arbitragem, inclusive que o gol do São Bento havia sido impedido.

A reação do Paulistano não pararia por aí. Pouco tempo depois, o clube liderou a fundação de uma nova federação de futebol, a LAF (Liga dos Amadores de Futebol), efetivando a segunda “guerra civil” do campeonato paulista. Curiosamente, a segunda liderada pelo Paulistano, que em 1913 também havia liderado fundação da APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos).

Se, em ambos os rachas do futebol paulista, o Paulistano figurava como liderança, em ambas as situações ele foi acompanhado de seu principal aliado, a A.A. das Palmeiras. O Palmeiras (sim, prezado leitor, o Palmeiras alvinegro sempre foi tratado no masculino) era um clube intimamente ligado ao Paulistano desde sua fundação, em 1902

Outros clubes tradicionais, como o Internacional (de São Paulo, não de Porto Alegre), o Germânia (atual Pinheiros) e o Antártica, seguiram Paulistano e Palmeiras na empreitada em defesa do amadorismo no futebol, frente ao tsunami da profissionalização que se tornava cada vez mais forte.

De 1926 a 1929, o futebol paulista teve dois campeonatos paulistas sendo disputados, organizados por diferentes federações. Na LAF, o Paulistano dominou, sendo campeão de 3 das 4 edições. O Time ainda contava com boa parte dos elementos que compunham os Reis do Futebol.

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Multidão reunida no Rio de Janeiro para receber os Reis do Futebol

A derrota do amadorismo

Em 1929, a derrota da LAF parecia inevitável. O campeonato perdera força, tendo de ser completado por times de menores expressão ou por clubes de interior, como a Ponte Preta, algo muito pouco usual a época, visto que o campeonato paulista era majoritariamente disputado por clubes da capital.

A APEA, federação rival da LAF e que era mais favorável a profissionalização, caminhava para dar o golpe final na LAF. No final de 1929, o Palmeiras vivia tempos terríveis: financeiramente, o clube estava mal. Esportivamente, parecia o financeiro. O time havia sido o vice lanterna do campeonato da LAF de 1929. Mas o Palmeiras era o dono da Chácara da Floresta, o mais tradicional dos estádios paulistas desde o fechamento do Velódromo. Desta forma, a APEA agiu para trazer para seu campeonato o tradicional clube alvinegro. E conseguiu.

A ida do Palmeiras para a APEA foi um golpe fatal na LAF. Primeiro, por perder um dos seus fundadores e mais tradicionais clubes. Segundo, pelo Paulistano perder seu principal aliado. E terceiro, mas não menos importante, a LAF perdia a Chácara da Floresta.

O golpe foi sentido, e não passaria muito tempo e haveria uma debandada dos clubes da LAF para a APEA.

O Paulistano, em sua intransigível defesa do amadorismo, foi derrotado. O profissionalismo seria questão de tempo. Mas o Paulistano não estava disposto a aceitar a derrota.

O Fim do Alvirrubro

No dia 8 de janeiro de 1930, em assembleia de sócios, a LAF foi extinta. No dia 12 de janeiro, os jogadores do Paulistano são avisados que o clube iria fechar seu departamento de futebol, e que, portanto, eles receberiam “passe livre” para jogarem por outra agremiação.

O leitor pode julgar desproporcional a medida do clube. Afinal, uma derrota política, ainda que grande, não deveria ser motivo para dar cabo ao mais vitorioso e importante clube de futebol do Brasil. O Paulistano, que fora fundador do campeonato paulista, e primeiro “representante” dos brasileiros contra os times das colônias de estrangeiros de São Paulo, não poderia simplesmente desaparecer.

Mas esta foi a decisão que, encabeçada pelo lendário Presidente Antônio Prado Junior, o clube tomou. Para tentar entender, é razoável apontar três motivos principais para isto. O primeiro, era a derrota política que o fracasso da LAF representava ao Paulistano. O clube, que sempre fora um dos mais fortes politicamente do futebol paulista, não estava acostumado a uma derrota neste campo, e principalmente não uma deste tamanho. O que nos leva ao segundo motivo, a sempre intransigente defesa dos princípios morais por parte do Alvirrubro. O Paulistano, caso o leitor não se recorde, era um clube intimamente ligado a elite paulistana quatrocentista que compunha o quadro social do clube, ligada ao café e as fazendas. Desta forma, o clube sempre teve por bandeira a defesa de princípios morais dentro do esporte. Desde ser contra a popularização do esporte, até a defesa do amadorismo, o alvirrubro nunca renunciou ao seu “programa de moralização do esporte”.

E um possível motivo pode ser encontrado um pouco mais distante no tempo. Em 1916 o Paulistano perdera seu estádio, o Velódromo. Junto com o campo e as arquibancadas, foi também a sede social do clube. A crise institucional quase custou a existência do clube, que chegou a ter somente 30 sócios adimplentes durante este período. Antônio Prado Júnior, que já exercia o cargo de presidente do alvirrubro, apostou então numa nova sede no Jardim América. Mas agora, haveria uma distinta diferença: o Paulistano investiria muito mais em sua sede social para atrair novos sócios. A aposta de Prado Junior foi um sucesso, a sede do Jardim América era do melhor padrão possível, e o clube rapidamente atingiu a marca de milhares de novos sócios. Se o Velódromo era um estádio que possuía uma sede social, o Jardim América era uma sede social que possuía um estádio.

Essa história talvez ajude a explicar um pouco da decisão que seria tomada no começo de 1930: foi a aposta no social que havia salvado o alvirrubro. Portanto, talvez não seja tão absurdo pensar que, quando o Futebol e o Social fossem colocados frente a frente, o Social prevalecesse.

Independente de qual motivo foi o decisivo (ou um pouco dos três), o futebol do Paulistano foi extinto. A vontade de Antônio Prado Junior, o todo poderoso presidente alvirrubro, foi feita. O Clube continuou a existir, normalmente, até os dias atuais. Hoje até possui um bom time de basquete, que foi campeão da NBB em 2017. Mas nunca mais futebol profissional foi assunto no Jardim América.

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Os Reis do Futebol em 1925

O Nascimento do São Paulo F.C.

Obviamente, o Paulistano não seria simplesmente extinto. O clube era, além de mais vitorioso, um dos mais populares da cidade, contando com grande torcida (provavelmente, a maior entre os paulistas). Sem falar em um elenco recheado de estrelas, muitos deles que estavam no time dos Reis do Futebol. O Alvirrubro continuaria, de um jeito ou de outro.

Foi assim que pensaram os sócios dissidentes do clube, revoltados com o fechamento do futebol. Foram mais de 1500 sócios do Paulistano que lideraram o movimento que iria recriar o clube, dentre eles o lendário Rubens Salles, primeiro grande craque do Paulistano e do futebol brasileiro e autor do primeiro gol da seleção brasileira.

E eles agiram rápido. Em 9 dias, os jornais já davam como certa a criação do novo clube, que se chamaria Paulistano Esporte Clube (outras variações foram aventadas, mas o nome era sempre o mesmo: Paulistano) e que surgiria da fusão do Palmeiras e do São Bento (o de São Paulo, não de Sorocaba), que receberia toda a massa dos endinheirados sócios que saíram do Paulistano, dando origem ao novo clube. Mas como sempre, nada é tão simples.

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Folha da Noite, 27 de janeiro de 1930. Trecho destacando o São Paulo como o Clube de Friedenreich

A situação do Palmeiras

O clube palmeirista (sim caro leitor, palmeirista. Palmeirense é outra coisa) era muito tradicional, mas caminhava rumo a sua inevitável extinção. Muito endividado, com um time de futebol abaixo da crítica, e com a proximidade do tsunami da profissionalização, o cenário para o clube alvinegro não era dos melhores.

Mas, o clube possuía dois trunfos: seu estádio e uma vaga na primeira divisão do campeonato paulista de 1930.

Obviamente, estes trunfos não passariam despercebidos dos sócios dissidentes do Paulistano. Entenda, o leitor, que as ligações entre Paulistano e Palmeiras eram de tão proximidade, que sequer cabem neste texto. Ambos os clubes haviam protagonizado uma terrível rivalidade entre si, convertida posteriormente em uma aliança inquebrável. Afinal, eram ambos clubes fundados pela elite cafeicultora da Pauliceia.

A chegada dos alvirrubros no Palmeiras foi vista como uma forma do clube não ser extinto, afinal, os endinheirados sócios estavam dispostos a assumir toda a dívida do Palmeiras. As negociações entre a diretoria do Palmeiras e o grupo de sócios dissidentes culminaria na fundação de um certo clube de três cores.

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Time do Palmeiras. Foto dos anos 20

Salve o Quadricolor Paulista

O leitor mais atento deve ter percebido um pequeno intruso em toda esta história: Afinal, não houve nenhum clube chamado São Bento na fundação do SPFC. E, de fato, isto não ocorreu. Mas foi por muito pouco.

O Palmeiras e o São Bento eram clubes vizinhos, literalmente. Os dois, além do C.R. Tietê, dividiam o território total do parque que continha a Chácara da Floresta. Desta forma, o alviceleste foi convidado a participar do processo de fundação do SPFC. O motivo era o mesmo que o Palmeiras: o São Bento estava em situação financeira precária.

O projeto era ousado: os terrenos de Palmeiras e São Bento seriam unificados, os respectivos campos de futebol demolidos, e levantado um novo estádio, o maior da cidade. O Clube teria as cores de seus fundadores: o branco, comum a todos. O Vermelho do Paulistano, o Preto do Palmeiras e o Azul do São Bento. O nome seria escolhido a relembrar o Paulistano, o maior e mais popular deles.

Um verdadeiro quadricolor.

Mas o projeto faraônico seria abortado de última hora, com a desistência da diretoria do São Bento de participar do projeto. Os exatos motivos talvez tenham se perdido no tempo, mas há a possibilidade de que o São Bento tenha sido excluído da fusão por determinação de Antônio Prado Junior, presidente do Paulistano.

Sim, caro leitor, o mesmo homem determinou o fim do futebol do Paulistano, pode ter determinado os rumos do início do São Paulo. Mas porque havia Prado Junior agido desta forma? Consta que ele, que era influente político (era prefeito do Rio de Janeiro na época), era ferrenho adversário político de Lauro Gomes, presidente do São Bento, o que seria motivo suficiente para impedir que o São Bento participasse da fusão. E, digamos, a briga entre Paulistano e São Bento no campeonato de 1925 não foi exatamente um motivo de conciliação entre os rivais políticos.

Para bem ou para o mal, o São Bento não participaria do São Paulo. E o que era inevitável aconteceu: o clube não sobreviveu ao tsunami da profissionalização e foi extinto em 1935.

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Foto da Chácara da Floresta. O Estádio do São Paulo está no canto superior direito

Fusão?

É comum tratarem o nascimento do São Paulo como uma fusão, mas não foi.

Uma fusão envolve a extinção de duas instituições com o intuito do nascimento de uma nova. Não foi isso que vimos no São Paulo.

Primeiramente, o Paulistano continuava existindo, somente como clube social. E o Palmeiras também não foi extinto.

Para todos os efeitos, o que se seguiu não foi uma fusão, mas quase uma tomada do clube alvinegro pelos associados do Paulistano. Isto fica evidenciado quando vemos a reação de alguns dos sócios palmeiristas, extremamente descontentes e que acusavam a diretoria alvinegra de ter vendido o clube aos dissidentes do Paulistano. Para esta leva de revoltosos, o Palmeiras estava sendo vendido, e isso representaria o fim da tradição do clube.

Não à toa, houve até tentativa de recriar o Palmeiras, que chegou até a refazer um time de futebol, que disputou campeonatos amadores. Mas não houve sucesso. Fato é que, a decisão foi uma bomba dentro do clube palmeirista. Nem todos os sócios do Palmeiras optaram por seguir no São Paulo F.C.

A fundação do São Paulo indica que os sócios do alvinegro não estavam tão errados: era claro que o São Paulo estava sendo criado para que o time do Paulistano continuasse existindo. Não se esqueça leitor, por muito pouco o São Paulo não se chamou Paulistano E.C. ou A.C. Paulistano.

Além de assumir as dívidas, os sócios do Paulistano colocaram a frente seu projeto faraônico: Se não fosse com um estádio novo, que fosse na Chácara da Floresta. E assim foi: em um mês, o estádio foi reformado (com plantas de obras vindas dos EUA), passou a ter capacidade para mais de 15 mil pessoas e ainda se tornou o primeiro estádio brasileiro a ter refletores noturnos e, portanto, o primeiro estádio capaz de sediar jogos noturnos. Claro, ajudou o fato de que o primeiro presidente do São Paulo, Edgard de Souza, era diretor da empresa de luz Light.

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Gazeta Esportiva, 1930.

Foi assim que o São Paulo Futebol Clube nasceu, em 25 de janeiro de 1930, com uma diretoria composta basicamente pelos sócios dissidentes do Paulistano. Era óbvio quem era o elo dominante da fusão. O São Paulo era a alma do Paulistano. Essa alma precisava de um corpo (uma sede, um estádio, uma vaga no campeonato paulista). E o Palmeiras, moribundo, forneceu este corpo, numa última tentativa de salvar seu legado esportivo.

Mas, se para boa parte dos palmeiristas a diretoria havia sido entreguista, e vendido o clube aos “paulistanos”, para a APEA a situação era outra: como o Palmeiras havia sido aceito em seu campeonato da primeira divisão, coube ao São Paulo apenas solicitar uma mudança de nome, e assim a APEA tratou o assunto: em seu relatório de 1930, a APEA registra a mudança de nome da Associação Athletica das Palmeiras para São Paulo Futebol Clube. Ou seja, se formos considerar as tecnicalidades, para os olhos da federação paulista o São Paulo foi fundado em 1902 e é o legitimo campeão de 1909, 1910 e 1915. Uma tremenda ironia para um clube que nasceu para ser o novo Paulistano.

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Trecho do Documento da APEA de 1930, oficializando a troca de nome do Palmeiras

O time do São Paulo não demoraria a estrear. Em março de 1930, o time jogou seu primeiro jogo no Paulista que seria vice-campeão. Liderados por Friedenreich, o elenco dominado por ex-atletas do Paulistano marcou época. De 1930 a extinção em 1935, o São Paulo foi Campeão Paulista em 1931, além de ser vice-campeão em 30, 32, 33 e 34, e vice do Rio-São Paulo de 33. O clube também foi campeão de outros títulos menos famosos, como a taça dos campeões de Rio e São Paulo e o Torneio dos Cinco Clubes. O Clube também teria uma marca impressionante: marcou gol durante 104 jogos seguidos durante esse período. Recorde absoluto.

As arquibancadas da Floresta, agora tricolores, mantiveram o espírito aristocrático tão comum a Paulistano e Palmeiras, mesmo que as gerais estivessem lotadas de toda sorte de torcedores. O elitismo escancarado estava presente inclusive no primeiro hino do São Paulo F.C. Não estranhe, torcedor: essa fase do São Paulo é um reflexo perfeito do que era o Paulistano.

O Tricolor Paulista

O São Paulo F.C., na opinião deste que vos escreve, foi fundado com um objetivo claro: continuar o Paulistano. Se quiser ser poético, o leitor pode até enxergar isso como a primeira separação de Futebol do Social ocorrida. Um departamento de futebol que criou vida própria, através de um antigo aliado que não conseguiria mais se manter sozinho.

É por isso que o São Paulo nasce sendo o clube de Friedenreich, um ídolo inigualável. É por isso que o São Paulo nasce enchendo suas arquibancadas. É por isso que o São Paulo nasce com uma das maiores torcidas (provavelmente, a maior) da cidade. É por isso que o São Paulo nasce já fazendo parte do Trio de Ferro, e tendo seus clássicos contra Palestra e Corinthians sendo noticiados com o mesmo fervor que na época em que o Paulistano era parte do trio.

O torcedor do Paulistano, que em 1929 comemorou o título paulista, em 1930 torcia pelo Tricolor. Não é difícil achar relatos como este pela internet, ou dentro das famílias são-paulinas de longa data. Muitas delas começam com um bisavô, que de torcedor do Paulistano, tornou-se torcedor do São Paulo F.C.

É evidente até em texto publicado por Thomas Mazzoni nas revistas do São Paulo nos anos 30, onde ele diz que “o torcedor pouco se importou com a mudança de camisas. Ama o São Paulo com o mesmo fervor que amava o Paulistano”

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O Texto de Thomas Mazzoni (“Olympicus”) para “O Tricolor”, revista oficial do São Paulo FC

Por isso, há de ser celebrado o aniversário. 93 anos atrás nascemos com uma missão. Missão essa que ainda não acabou: fazer do São Paulo o que ele era desde seu tempo como Paulistano — O clube mais vitorioso e tradicional do futebol brasileiro.

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A Gazeta. Foto do primeiro time do São Paulo

Que nunca nos esqueçamos disso.

Bueno

São-paulino.

@BuenoAlvirrubro

Observação

O texto acima contém simplificações e opiniões do autor.

Gostou do texto, quer conhecer mais? Recomendo o Livro de Michael Serra, historiador do São Paulo, chamado “Onde a Moeda cai em Pé”, e disponível online para leitura no site oficial do clube.

Referências

http://reliquiasdofutebol.blogspot.com/2009/10/os-reis-do-futebol.html

http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2019/10/2/da-chacara-da-floresta-ao-cicero-pompeu-de-toledo-como-o-tricolor-chegou-ao-morumbi

Biblioteca – SPFC

http://www.saopaulofc.net



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