
Em entrevista ao GE, Zubeldia abordou o que preferia ter feito além de uso da posse de bola em 2024 no time Tricolor por falta de recursos, veja:
‘No futebol não há tempo, tem de fazer uma negociação entre o seu ideal, o que você quer e o que você tem. Não pode ir só com seu ideal, ele seguramente está distante da realidade. A partir daí você começa a dar nuances à tua ideia original. Muitas poucas vezes pude armar o ideal da minha cabeça.
Bom, havia que aprofundar um pouco mais, né? Também gostaria, não há um quadro negro aqui (risos). Mas, para resumir, eu antes, quando comecei, gostava de ter um jogo muito mais rápido, de muito mais transições. Não tanto de posse. Para dar um exemplo, Borussia Dortmund. Gostava de jogadores rapidinhos, com condução, que dribla um, dois, três jogadores. Respirar em 40, 50 metros e sair rápido. Com o tempo, comecei a ver que tinha de incorporar à minha ideia um pouco de posse para ter a música clássica. Nem sempre Rock’n’roll. Foi um trabalho.
Teve a mudança de regulamento (em 2020), de poder sair jogando dentro da área (receber a bola do goleiro dentro da área), os goleiros começaram a ter participação com o pé, tudo foi um processo para acostumar, antes o goleiro dava rápido no defensor, ele buscava o ponta e vamos para o gol. Era um jogo direto.
Comecei a colocar enganches por fora (meias), que tenham a condução, então a equipe era rápida, mas com pouca posse. Tenho que pensar em incorporar a posse. Com a evolução dos jogadores, depois de cinco ou seis anos fui fazendo um mix. Passei pela Colômbia, onde há um romanticismo com o 10, e com o 5, eu falava: vamos direto. E eles: calma, profe, vamos tocar a bola. Tivemos seis meses espetaculares, uma grande equipe (no Independiente Medellín).
Fiquei seis meses, pois fui para a Espanha (Alavés), senão tinha seguido mais. E ali foi um aprendizado, vi que tinha de incorporar um pouco mais de posse. Isso me fez ter um ideal: encontrar o ponto de saber defender com a bola, saber questionar a bola para terminar tendo um jogo de duelos, de arranques por dentro e por fora. Claro que não tive êxito sempre desde que estou aqui. Há jogos que me senti identificado, pois encontramos esse ponto.“
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“Fiquei seis meses, pois fui para a Espanha (Alavés), senão tinha seguido mais. E ali foi um aprendizado, vi que tinha de incorporar um pouco mais de posse”.
Perdeu os 4 primeiros jogos da temporada (0 gol marcado e 7 sofridos) e foi demitido. Deve ter mirado no Rock ‘n Roll e acertou no Fresno.
Habla muito,mas o que vemos em campo é um SPFC lento e burocrático, treinador medroso e retranqueiro,deu todas as oportunidades aos veteranos e queimou os jovens, Rato estava gordo e sem ritmo nenhum teve mais oportunidades que William Gomes, esperando essa mudança da água pro vinho,2025 promete!
O que eu vi foi o samba de uma nota só (4-2-4)
Gremio, inter e galo agora vão receber mais no master que o SP. Que loucura a nossa diretoria fez com a superbet.
Esse maluco do Eduardo Toni tem que ser demitido por essa vergonha do caralho.
Acho que no São Paulo os jogadores tem característica menos de velocidade e mais de posse e passe de bola. Ai não dá pra montar esse time mais de correria pq não funciona.