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Por mais que anuncie novos acordos comerciais com empresas novas ou renovações com parceiros antigos, o São Paulo vive um momento de xeque por conta de uma completa defasagem comercial de valores e práticas atuais com relação à Superbet, patrocinador do clube.

Se em Dezembro de 2023, o negócio pareceu fantástico, o clube pisou em falso e afundou nas métricas, sendo parâmetro para crescimento de rivais e outros clubes. A Superbet que parecia ser um grande aliado para futuro com valores maiores e ingresso ousado no Brasil, mostrou que pouco se importa com a situação do entorno mercadológico de valores investidos em camisas de grandes equipes.

O Tricolor deve ficar com valores abaixo de Inter e Grêmio em 2025, o que denota um completo abismo entre a realidade e o cenário que vivemos. Valorizamos a camisa para mais de R$ 100 milhões mas o Palmeiras chegou a R$ 100 mi só com o master. Nós demos master e costas a uma empresa que só investe em influencers para promover a si mesma. O retorno ao clube, investimento ao clube, hoje vira índice de rejeição e revolta.

Se até investir em jogadores para o Fluminense eles propõe hoje, imaginem vendo a situação do São Paulo e a inércia plena de nada movimentar em ações ou números. Enquanto vemos muitos embaixadores indo a camarotes e fazendo auê, o clube de fato, fica sem nada. É algo que Eduardo Toni não responde e se esquiva mas o São Paulo hoje se vive um momento de mudança, precisa ter na figura de seu executivo de Marketing que é remunerado para isto, que se posicione e atue.

Sentar em discursos de quantidade de parcerias não é eficaz e ninguém engole mais. É um absurdo completo o que temos hoje. Em xeque a Superbet e em xeque a Diretoria de Marketing do clube. Isso precisa mudar e rápido.

O que estão fazendo com o São Paulo no mercado e o posicionamento como organização é vergonhoso.


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