
A pressão sobre Luis Zubeldía, novo técnico do São Paulo, aumentará em 2025, não apenas pela busca de títulos, mas também pela necessidade de revelar atletas da base para integrar o elenco profissional. A política de austeridade financeira adotada pelo clube exige que, para manter o desempenho esportivo e gerar receita com vendas de jogadores, Zubeldía precise investir ainda mais nas categorias de base.
Com o acordo firmado com a Galápagos Capital para a criação de um FIDC (fundo de investimento em direitos creditórios), o São Paulo precisará seguir rigorosamente as regras financeiras, como limites orçamentários e salários. Isso significa que o clube não poderá ser agressivo nas contratações e, para reforçar o elenco, precisará vender jogadores e aliviar a folha salarial.
Diante desse cenário, o São Paulo apostará na formação de jovens talentos em Cotia, um dos maiores patrimônios do clube. Jogadores como Ryan Francisco e Lucas Ferreira estão entre os favoritos para serem promovidos ao time profissional após a Copinha. A base, portanto, se tornará um pilar fundamental para o futuro do São Paulo, especialmente considerando os altos custos do futebol no Brasil e o impacto das SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol).
Além disso, o clube já começou a dar mais oportunidades para nomes como William Gomes e Henrique, que consolidaram seu espaço no time principal. Henrique, por exemplo, renovou contrato após receber sondagens de clubes europeus, como o Bayern de Munique.
Portanto, Zubeldía enfrentará o desafio de alavancar a base enquanto gerencia as limitações financeiras do clube, tentando construir um time competitivo com menos recursos. A gestão de jovens talentos de Cotia será crucial para o sucesso do São Paulo nos próximos anos.
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Na verdade o último técnico que usou a base foi ceni, veja só, o palmeiras se levantou quando revelou Danilo,Patrick de Paula, e outros,aí depois veio endrick e Estevão,o que eu não entendo é as várias oportunidades dadas à jogadores contratados, e para a base dizem,são jovens tem de ter paciência, exemplo,Michel Araújo o ano inteiro tem oportunidades, joga nada e não tem uma crítica, mas Willian sabemos o que acontece.
Ridículo isso. Essa responsabilidade é de quem cuida da base. O técnico profissional tem que ganhar jogo. Todo mundo sabe disso. Cinco minutos de Patrick em campo fazem essa teoria estapafúrdia desmoronar. Essa base atual é ruim e o problema não é do Zubeldia nem de nenhum treinador que treinou ou possa treinar o São Paulo. Estevão joga com Abel porque é excepcional – adjetivo de exceção. Os jogadores médios do Palmeiras são banco ou vazam. Todos os outros times estão torcendo para o São Paulo usar bastante a base no ano que vem. Vai, aposta na base. Faça isso. Escala o Henrique na estreia da Libertadores.
Aí o presidente e diretor de futebol dizem que o Paulista é Copa do Mundo, objetivo para 2025 é chegar na final, colocam pressão no técnico que ainda é obrigado a testar e lançar moleques.
Algo não está em sintonia.