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Paulo Faria Neto, membro do Conselho Fiscal do São Paulo, afirmou em seu relatório questionando gastos do clube, o mesmo exigido por torcedores de todas as partes do Tricolor, vejam:

“Porque não se valer de atletas dentre os 109 jogadores profissionais contratados e à disposição antes de contratar outros?”

Para aumentar seu questionamento, ele alega que o descumprimento do futebol em suas metas geraram a maior causa do déficit:

“Foi orçado até setembro um custo de R$ 225 milhões, mas o SPFC gastou e/ou investiu R$ 255 milhões, o que gerou outro déficit, de R$ 30 milhões.”

E menciona a contratação de Jamal Lewis e Santi Longo, além de Marcos Antonio e Ruan Tressoldi:

“O SPFC adquiriu por empréstimo jogadores neste bimestre, como já o havia feito no bimestre anterior. Só que o valor investido extrapola ao que fora orçado.”

Em vendas e negociações de atletas, ele também acusa um déficit de R$ 35 milhões, somente nestas duas cadeiras, R$ 65 milhões de déficit. Somados a jogos, tributos, arena e intermediações: R$ 85 milhões.


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