
O presidente do clube, Julio Casares, deixou clara a postura do SPFC nesta terça-feira (26), no dia que participou do Summit CBF Academy no cenário das janelas para o ano de 2025 e até o Centenário:
“Daqui em diante, é que nós estamos através do fundo Galápagos, que é um FIDC, priorizando a austeridade financeira nesse segundo tempo do meu mandato. Eu estou no meu segundo mandato, tenho mais dois anos, então a responsabilidade é: tempos duros com austeridade sem perder a competitividade. Onde a área de futebol vai ter que ser mais criativa do que já é. Mas nós temos essa consciência de que nós apostamos no título como foi a Copa do Brasil, antes o Paulista em 21 e depois a Supercopa em 24. Chegamos em outras duas finais e não logramos êxito.
Mas, agora em diante, a prioridade é essa equalização financeira para que em quatro anos e meio a gente consiga, com vários superávits, diminuir a nossa dívida. Então esse ano, esse déficit que será apontado, já estava dentro do nosso cenário, do nosso radar, porque nós deixamos de vender jogador. Eu me lembro que na semana da decisão, um pouco antes da Copa do Brasil, nós tínhamos propostas por quatro titulares e nós não vendemos. Se vendêssemos ali, nós experimentaríamos um superávit, mas apostamos e demos sorte de ganhar o campeonato. E hoje sim, hoje nós temos um pouquinho mais de margem para tentar ganhar competitividade, mas olhando a dívida para preparar o São Paulo para o Centenário em 2030. E também o estádio do Murumbis, que é o nosso objetivo de torná-lo mais confortável.”
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Toda decisão difícil, quanto mais postergada, maior é o impacto. O gasto com o time deveria ter sido reduzido drasticamente ao fim de 2023, mas o título da CB empolgou a diretoria que apostou que o títulos da Libertadores e a participação no mundial era possível e sanaria mtos dos problemas. Deu errado. Agora vai ser liquidação de peças e vamos depender de um grande trabalho coletivo em 2025 para manter o SP ao menos entre os 6 do Brasileiro e competitivo nas Copas, mas acho quase impossível Zubeldia fazer devido a falta de repertório apresentada até o momento.
Mas serão quatro anos de draga ou dois anos de draga e os outros dois só pra cumprir tabela com o fdic?
Qto ao Sabino, e um zagueiro de ótima técnica que eu não entendia como não havia se firmado em time grande ainda, mas analisando melhor, já teve a “discussão” com o preparador físico, a “reclamacao” e a falta de concentracao quando jogou de lateral, o cabelo “moderno” para zagueiro após boas atuações… parece que começa a aparecer os motivos de mesmo sendo bom zagueiro ter ficado perambulando na carreira até o momento.
Gastar o que gastamos com jogadores para compor elenco é de uma “criatividade” ímpar!
É porque é “muito trabalho, meu filho”…
Analisar fitas Super 8 não é mole não..
Vi aqui a cena criativa batendo no braço e o milagre acontecendo longe de Cotia.
Perfeito, japonês! Só um gênio criativo para explicar 50 milhões em Ruan e má, fora os outros!
Rapaz,em 5 anos o Leco aumentou a dívida em 291 milhões de reais,o Blogueiro em pouco menos de 4 anos aumentou o rombo em 385 milhões, isso fora esse próximo fechamento que está na casa dos 200 milhões, estamos próximos de bater 1 bilhão em dívidas.
680 + 200 = 1 bi?
Erro meu, não coloquei a dívida antes do Leco,aí seriam 856 milhões + o rombo esperado pra esse fechamento quebrariamos a barreira do bilhão.
Que loucura.
Salvo engano da minha parte, a estruturação do Flamengo levou algo perto de 5 anos. O Casares já está a 4 (não é isso?) e ainda vamos começar…
Sim, está completando o quarto ano.
Problema é que eram tempos diferentes. O campeonato está muito mais competitivo hoje. Não tem mais paraquedas das receitas de TV em caso de queda pra série B como era nessa época do Flamengo, a perda de receitas seria muito mais desastrosa.
E o discurso do Casares ainda é de ter time competitivo, lutar por títulos, quero ver como ele vai responder se o time estiver passando maus bocados no Brasileirao 2025.
Pq nessa situação, se já tá ruim assim, queda pra série B significa a morte financeira do clube, e a consequente venda para a primeira SAF que puder comprar, indo ao encontro de todo o discurso do Casares hoje de esperar pra vender para tentar aumentar o Valuation, se cair pra série B o clube será vendido por um trocado para quem se dispuser a bancar essa dívida monstruosa que eles criaram.
A “criatividade” dessa diretoria dá medo, lá vem bagres à preço de ouro