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O presidente do clube, Julio Casares, deixou clara a postura do SPFC nesta terça-feira (26), no dia que participou do Summit CBF Academy no cenário das janelas para o ano de 2025 e até o Centenário:

“Daqui em diante, é que nós estamos através do fundo Galápagos, que é um FIDC, priorizando a austeridade financeira nesse segundo tempo do meu mandato. Eu estou no meu segundo mandato, tenho mais dois anos, então a responsabilidade é: tempos duros com austeridade sem perder a competitividade. Onde a área de futebol vai ter que ser mais criativa do que já é. Mas nós temos essa consciência de que nós apostamos no título como foi a Copa do Brasil, antes o Paulista em 21 e depois a Supercopa em 24. Chegamos em outras duas finais e não logramos êxito.

Mas, agora em diante, a prioridade é essa equalização financeira para que em quatro anos e meio a gente consiga, com vários superávits, diminuir a nossa dívida. Então esse ano, esse déficit que será apontado, já estava dentro do nosso cenário, do nosso radar, porque nós deixamos de vender jogador. Eu me lembro que na semana da decisão, um pouco antes da Copa do Brasil, nós tínhamos propostas por quatro titulares e nós não vendemos. Se vendêssemos ali, nós experimentaríamos um superávit, mas apostamos e demos sorte de ganhar o campeonato. E hoje sim, hoje nós temos um pouquinho mais de margem para tentar ganhar competitividade, mas olhando a dívida para preparar o São Paulo para o Centenário em 2030. E também o estádio do Murumbis, que é o nosso objetivo de torná-lo mais confortável.”


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