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Os covenants são cláusulas restritivas negociadas entre as gestoras que criaram o FIDC e o São Paulo, único beneficiário deste fundo específico.

Por conta do FIDC, o São Paulo estará submetido, a partir de 2025, às seguintes regras:

  • Limite de gastos com futebol: O São Paulo terá um limite de R$ 350 milhões por ano para gastos com o futebol profissional, incluindo salários de jogadores, comissão técnica, e outros custos relacionados. Nos últimos três anos, o São Paulo gastou mais do que R$ 350 milhões com futebol.
  • Limite de gastos com administração: As despesas administrativas do clube também serão limitadas por um teto pré-estabelecido.
  • Superávit financeiro: O São Paulo é obrigado a gerar superávit financeiro em todos os exercícios sociais até o prazo final das cotas do fundo. Isso significa que o clube não poderá gastar mais do que arrecada, garantindo a sustentabilidade financeira a longo prazo.
  • Limite de endividamento: O FIDC também impõe um limite para o endividamento do clube, impedindo que ele assuma novas dívidas além de um determinado patamar.

Do ponto de vista de quem investe no FIDC – ou seja, de quem “empresta” ao São Paulo –, a operação fica menos arriscada pelo fato do São Paulo se dispor a cumprir regras fiscais e de governança que, se não forem respeitadas, dão aos credores o direito de resgatar os valores investidos. Isso fragilizaria muito as finanças do clube, além de afetar a credibilidade do São Paulo junto a bancos e possíveis credores. Por: Invest News


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