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Em conversa com o jornalista Mauro Cezar Pereira, o Superintendente do São Paulo, Marcio Carlomagno, afirmou que as rédeas estão curtas e os investimentos tem travas e controles rígidos daqui em diante.

Com dívida alta e compromissos pesados, o São Paulo só prevê investir forte de novo no 2o semestre de 2026. Ou seja, 2 anos de cabresto:

‘Provavelmente, o time deverá ter reforços pontuais e dispensas, vamos precisar fazer ajustes dentro do que podemos gastar, para que adiante possamos liberar mais dinheiro. Acreditamos que para o segundo semestre de 2026″.

Existe uma saída?

“O fundo vai colocar travas e oferecer saídas. Adiante, se o futebol tiver que faturar R$ 100 milhões no ano, mas chegar aos R$ 150 milhões, serão direcionados R$ 50 milhões para o futebol. Poderemos contratar qualquer jogador, desde dentro do orçamento.”


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