
O São Paulo tem traçado um ambicioso plano de reestruturação financeira com o objetivo de garantir a sustentabilidade econômica a longo prazo, especialmente mirando o centenário do clube em 2030. Nesse contexto, a possibilidade de se tornar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) está fora dos planos imediatos.
O presidente Julio Casares e a atual diretoria entendem a tendência das SAFs no Brasil, mas o clube decidiu seguir como uma associação até, pelo menos, 2030. Caso o Tricolor decida pela conversão em SAF no futuro, a intenção é manter a propriedade de ativos essenciais, como o Estádio do Morumbi, fora da venda.
O principal pilar da reestruturação financeira é a criação do “Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios São Paulo Futebol Clube” (FIDC). Este fundo visa controlar as finanças do clube e reduzir as dívidas existentes, funcionando como uma espécie de barreira para evitar o aumento da dívida.
Em parceria com as empresas de investimento Galapagos Capital e OutField, o fundo permitirá que investidores apliquem em cotas garantidas por receitas futuras, como direitos de transmissão e patrocínios.
Para assegurar o equilíbrio financeiro, foram aprovados no Conselho Deliberativo alguns gatilhos de controle, que incluem um teto de gastos no futebol, a exigência de superávit anual, e a redução de despesas administrativas.
Com mais de 80% de aprovação, a proposta visa implantar uma disciplina financeira rígida, garantindo que o clube não dependa de medidas emergenciais, como a conversão para SAF, para manter sua estabilidade.
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Eu como torcedor não estou disposto a passar 4/5 anos sofrendo com elencos medianos e briga por rebaixamento para só depois quem sabe pensar em ter times competitivos se tudo ocorrer bem. A SAF é a solução imediata, garantia de elenco forte e briga por títulos praticamente de imediato, além de uma gestão minimamente profissional.
Quando Flamengo e Palmeiras foram para esse lado de ajuste de contas e sofrimento, a SAF ainda não era uma possibilidade no Brasil, por isso não havia outro caminho. Nós temos a possibilidade desse caminho.
Mas, como sou apenas torcedor e não mando em nada… vamos torcer para eu estar errado!
Então um abraço, espero encontrá-lo por aqui daqui 4/5 anos. Melhor se afastar porque não serão anos fáceis competindo contra SAFs e tendo que reestruturar as finanças.
Aquele abraço.
Paciência, então….
Como disseram os colegas, melhor tirar umas férias do futebol prá não se estressar….
Eu, como certamente um ou outro aqui já fez isso e, garanto: resolve….
Elenco mediano o São Paulo já tem faz tempo. A diferença agora é que não vai poder gastar mais do que arrecada. Em campo provavelmente será a mesma coisa que acontece na última década.
E esses 300 milhões investidos no Botafogo, foi caridade???
Toma Botafogo 300 milhões como doação!!!
Acho que uma hora irá se transformar em uma SAF. O que fizeram com o fundo é só para adiar o inevitável o máximo possível pq virar uma SAF seria tirar os grupos dominantes políticos. Vão ficar o máximo possível e assim qd não der mais, daí sim transformará em uma Sociedade Anônima. Enqto isso, o SPFC e o torcedor que aguentem.
O São Paulo tem traçado um ambicioso plano de reestruturação financeira com o objetivo de garantir a sustentabilidade econômica a longo prazo, especialmente mirando o centenário do clube em 2030.
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Eu já digo:
Não vai dar certo.
Sem o uso da base, não vai dar certo.
Vendendo o Beraldo fechamos o ano passado com déficit.
Eu vou desenhar pra vocês o desastre.
Você não usa a base.
Ai você não vai ter jogador para vender.
Monta times medianos.
Ai você não consegue ir bem nas Copas. Principalmente quando você tem um Técnico incapaz.
É eliminado das Copas.
Deixa de receber receitas de premiações e bilheteria.
Sem premiações, sem bilheteria, sem vendas.
Invés de pagar as dívidas, você vai aumentar as dívidas.
Será que o Júlio Casares que está falando tanto de FIDC, fez essa análise?
No papel o FIDC é bom.
Quero ver botar em prática.
Pelo seu argumento, só tem 1 técnico capaz. Aquele que vai ser campeão. Todos os outros foram eliminados.
Sobre a base, assino embaixo. Não existe recuperação sem otimização de ativos e redução de custos.
Pelo planejamento feito para funcionar o FIDC, serão obrigados a usar a Base, e não importa se lá está o Casares, o Muricy, o Belmonte, etc….
Não haverá saída!
E, claro, isso é ótimo, pois os garotos da base terão mais oportunidades, independente de quem presida o clube e de quem seja o técnico à frente do elenco.
Há pelo menos 5 anos eu defendo usar mais a base no início do Estadual. Aliás, não sou o único aqui. Esse ano foi uma tremenda oportunidade de se fazer isso e a jogaram no lixo….
Vamos ver se, agora, com as normas estabelecidas dentro do planejamento da FIDC, isso mude a partir de 25….
Como um clube que tem Belmonte de diretor de futebol pode dar certo? Chance zero. Imagina esse cidadão sendo presidente do clube? Aliás, já é aprovado no estatuto que o diretor de futebol não pode ser conselheiro e os caras simplesmente ignoram o estatuto hahaha
Palmeiras é bem admistrado pq o Paulo Nobre mudou toda a gestão do clube. Ele conseguiu de algum jeito diminuir a interferência política na gestão.
O mais importante é profissionalização da gestão. Implementar um sistema de governança com metas, objetivos e cobranças para atingir, para todos os níveis.
Enquanto continuar o atual sistema político de gestão, onde ganhando título ou não, fechando no vermelho ou não tá tudo bem, não há cobrança, e continuam sempre as mesmas pessoas (sem competência na função comprovada) ou outros indicados pelo conselho dando as cartas, o clube dificilmente voltará a ser vitorioso. O clube e consequentemente a torcida são reféns de um sistema de gestão arcaico e não mais adequado.
Divida e todos outros problemas são consequência dessa má gestão e da falta de responsabilização dos gestores por resultado.
Em quatro afundou o São Paulo Futebol Clube em dividas. Vai recuperar? A ver. Leopoldo II
A única solução diferente da saf seria ter uma diretoria de futebol profissional, de qualidade. Então parece que só a saf salva