
O zagueiro Sabino, atualmente no São Paulo, relembrou em entrevista ao UOL o episódio conturbado que culminou em sua saída do Santos. Ele relatou sentir-se tratado de forma desleal, classificando o ocorrido como uma “covardia”.
A situação teve origem quando Sabino, após retornar de empréstimo ao Coritiba, renovou seu contrato até 2025, em um acordo realizado pelo então presidente interino do Santos, Orlando Rollo. Na época, o Santos enfrentava problemas de gestão, e esse novo contrato, que incluía um aumento significativo nos vencimentos de Sabino, foi um dos motivos de divergência.
Andres Rueda, presidente recém-eleito, tentou renegociar os valores do contrato, mas não houve acordo. Como resultado, o Santos buscou rescindir o contrato e encontrar um novo clube para Sabino, que acabou seguindo para o Sport. Sabino destacou que, apesar de não se considerar injustiçado, ficou surpreso com a forma como foi tratado, especialmente após tantos anos dedicados ao Santos.
“O reflexo da administração se reflete no campo. Infelizmente, aconteceu o que aconteceu com um clube como o Santos. O que fizeram comigo lá foi uma covardia. Não esperava. O cara que assumiu lá sabia de todas as condições do meu contrato. Para ir para a CBF precisa da assinatura do presidente, então ele assinou. Se ele tinha essa intenção de redução de salário, devia ter falado comigo antes, não depois que fez a confusão”
Ele também mencionou que, embora tivesse uma proposta do Kashiwa Reysol, do Japão, o Santos preferiu renovar seu vínculo em vez de liberá-lo para essa transferência.
“Eu não gosto dessa palavra injustiçado. Entendo que um clube como o Santos precisa de jogadores extrema qualidade. Eu não diria injustiçado, mas diria que foi uma situação que eu não esperava pelo tempo que eu tinha de clube e pela forma que foi. Quando sai do Coritiba, eu tinha proposta para ir para o Japão e o Santos não me liberou, renovou meu contrato por cinco anos”.
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
Ele esta jogando mais que o ArboLENTA.
Realmente. Faz uns dois meses que a dupla de zaga titular deveria ser Alan Franco e Sabino, mas por causa da “hierarquia” o Arboleda continua como titular.
O São Paulo precisa urgente aprender a planejar seu elenco buscando jogadores que tem fome de vencer, jogadores com ambição na carreira, que buscam ser campeões fazendo em suas funções mais do que os adversários estão fazendo senão estará fadado ao fracasso. Começando pelo gol, não basta trazer o mais ou menos tem que chegar o “cara” que vai fechar o gol, que vai bater recordes de defesas difíceis, pegador de pênaltis, que saiba sair jogando e dar o passe etc. Os zagueiros e volantes precisam ter ambição, não a de somar 100 jogos ou completar 5 anos de clube, mas de desarmar, ganhar as jogadas, distribuir o jogo, passar a bola, ganhar as jogadas aéreas, ganhar nas linhas de impedimento, vencer as divididas e sim fazer gols também. Os laterais precisam ter ambição de serem os melhores cruzadores do campeonato, inverter jogadas, atacar e defender, dividir, dar assistência, finalizar, etc. Os atacantes precisam ter ambição de serem sempre os artilheiros do campeonato, de serem os “maníacos” por gols, de cabeça, perna direita, esquerda, barriga, joelho, tabelar, driblar, finalizar, etc. Qual foi a última vez que o São Paulo teve um artilheiro do campeonato? Os meias tem que ter ambição de serem os melhores do campeonato em pensar o jogo, armar jogadas, distribuir, tocar e receber, dar assistências, finalizar, defender, recuperar bolas, etc. Todo fim de campeonato seja ele qual for, quando sai a lista dos melhores em cada posição, na maioria das vezes não aparece ninguém do São Paulo, isso é o retrato do fracasso e não pode mais acontecer com um clube como o São Paulo. É preciso trazer mais qualidade e muito mais ambição para dentro do elenco.
Acho que foi em 1972: Pedro Rocha com 17 Gols.
O Luciano foi artilheiro em 2020, junto com o Claudinho, que era do Red Bull Bragantino, se não me engano, com 20 gols…