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Na Libertadores, ontem, em muitos jogos, o time joga e cozinha, toca sem intensidade. Quando abre o placar, ótimo, joga tranquilo. Se toma, vira desespero, correria e joga no ímpeto da pressão como foi ontem. Não dá pra viver de pressionar no desespero no recuo de adversários.

Sofremos isto contra Cuiabá, ontem, não dá…olha o nível dos times!

A equipe teve dificuldades para converter esse domínio em oportunidades reais de gol. O Criciúma se fechou na defesa, especialmente no setor central, onde o Tricolor normalmente concentra suas jogadas. A situação se complicou ainda mais após o gol de Felipe Vizeu, que obrigou o São Paulo a adotar uma postura ofensiva e buscar alternativas no banco.

As substituições de Zubeldía, que incluíram Wellington Rato, Ferreira, Liziero e André Silva, ajudaram o time a explorar melhor as laterais e a buscar o empate. Liziero, que entrou na posição de Jamal Lewis, marcou o gol com um chute certeiro, oferecendo ao São Paulo o respiro necessário. No entanto, a equipe ainda mostra oscilações e tem dificuldades em jogos fora de casa, um ponto preocupante para suas ambições de classificação direta à Libertadores.

A cobrança por um desempenho mais consistente aumenta, e o São Paulo precisará melhorar sua coesão e eficiência para assegurar uma vaga direta na competição continental. A equipe tem potencial, mas, para convencer a torcida e manter-se na disputa, será essencial uma evolução coletiva que se traduza em resultados.


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