
Projeto de Captação do São Paulo nas periferias está em desenvolvimento e orgulha todos os sãopaulinos. Jogadores de dentro das comunidades, onde os olheiros hoje não vão mais, não com meninos prontos de empresários e chuteiras da Nike e Puma. São meninos que sonham e tem talento mas estão esquecidos.
Luan Carillo, gerente de captação de Cotia, recém chegado do Vasco, está iniciando um projeto, mais um endossado por Douglas Schwartzmann, em que promete mudar os rumos do futuro do São Paulo. Ele, com apoio de Belmonte, vem em parceria de Moretto e Biasotto, atingindo novos níveis em Cotia e quer muito mais. Obviamente, o Presidente Julio Casares está validando e apoiando cada passo e etapa já que é uma meta da gestão dar tudo que Cotia pode ter de melhor.
Captações na capital, periferias, comunidades, interior, o São Paulo voltou às raízes e está de volta aos trilhos onde mais revela e forma: a base do futebol brasileiro. Que bom que é o Tricolor nesta vanguarda.
Que o “São Paulo das quebradas” bombe em todos os cantos!
Mais informações em breve!
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Esse projeto é o tipo de iniciativa que faz o são-paulino sonhar que dias melhores estão por vir. A essência do futebol brasileiro (arte/técnica/habilidade/drible) está justamente nos talentos vistos em campinhos de terra, nas várzeas de periferias e comunidades pobres espalhadas pelo Brasil. Meninos e meninas que deixaram de ser observados(as) devido a uma certa elitização do futebol tupiniquim, e as oportunidades cada vez mais escassas para a garotada talentosa presentes em tantas quebradas por aí. Parabéns ao São Paulo por esta ação que, sendo duradoura e eficaz, certamente trará grandes coisas para o Clube!
É bom observar inclusive jovens que disputam as taça das favelas em vários estados.
Certíssimo, é nas ruas, periferias, favelas, que se acham os grandes talentos.
Parar com esse negócio de formar garotos Nutella criado com a vovó em condomínio, estilo Ariel/Pietro.
Hahahaha
Saudade do Ariel perturbando o Zanca aqui no blog kkkkkkkk
Nossa raposa sorridente
Se não entravam mais em comunidade e periferia pra buscar jogador, onde é que captavam? Só em condomínio de alto padrão (onde acharam o Rodrigo Caio e outros da base que não aguentam o tranco)? Fica a pergunta.
Agora, o futebol e a sociedade brasileira mudaram. Tem cada vez menos criancas e jovens jogando futebol…. Hoje eu vejo mais gente interessada em gastar a tarde jogando free fire e outros joguinhos de celular e videogame do que indo pra rua ficar a tarde toda jogando bola.
o mais engraçado é terem parado de buscar onde o talento é natural e certo pra irem pelo caminho mais “fácil” da chantagem de “empresários” (que de empresários não têm nada, são atravessadores e aproveitadores)…
Excelente noticia