CLIQUE AQUI e Acompanhe o canal do BLOG DO SÃO PAULO no WhatsApp , onde você encontra todas as matérias esportivas do dia

Roberto Justus, empresário de sucesso, famoso e conhecido na mídia e nos negócios, recentemente comentando sobre ser sócio da SAF do Coritiba, respondeu perguntas de sãopaulinos sobre comprar o São Paulo se estivesse disponível. E ele respondeu rindo: “Montaria um fundo…”. Veja matéria:
No começo de 2023, ele confirmou a compra e deu mais indicações:
Eles compraram 90% do clube com a Treecorp. Torcedor do São Paulo, o ex-apresentador tem acompanhado o Coxa, mas é Bruno Levi D’Ancona quem está à frente da SAF: “Eu brinquei com os meus pares. Temos nossos grandes profissionais contratados para fazer desse time, dessa SAF, um exemplo de administração, de boa gestão. Eu falei para eles: a minha responsabilidade aumentou muito, vocês vão fazer um trabalho incrível, e eu vou levar essa fama, grande parte dela. Fiquei muito impressionado. Uma torcida que apoia o time em qualquer condição. O time ainda está na zona de rebaixamento, apesar de estarmos há um ponto de sair dela, e vamos sair, com toda certeza. Mas é um time cuja torcida não abandona. Um fervor, um calor, em uma segunda-feira à noite. Parecia uma final de Libertadores. Isso me impressionou bastante, me contagiou bastante “ afirmou o empresário ano passado antes de cair.

Porém, o Coxa não vem bem, caiu pra Série B, vive de conflitos, e a torcida chamou a SAF de “SAF DE MENDIGO” como vocês podem ver na imagem acima. Parece que o mel não é tão doce, não?
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
SAF de mendigo … putz…kkkk
Já estão no quinto técnico esse ano.
SAF não é garantia de boa administração. Se não administrar direito, não tomar boas decisões, vai queimar dinheiro do mesmo jeito. Os investidores não devem estar muito contentes e vão ter que mudar a gestão. O Justus citado na matéria como são paulino e tal não gere o clube, só entrou como investidor. Ele é um dos que não deve estar muito contente.
SAF de Mendigo ficou ótimo kkkkkk
Acreditar que SAF vai ser essa panaceia toda realmente é muita ingenuidade. Muita gente se baseia em exemplos irreais de SAFs de sheiks que são praticamente donos de um país inteiro, e de mafiosos lavando dinheiro. Nesses casos especiais sim o aporte financeiro é absurdo. Quem de fato pretende lucrar com futebol o buraco é mais embaixo, obter lucro significativo já não é muito fácil, lucrar e ganhar títulos é mais complicado ainda.
Como eu canso de dizer, não sei se SAF é a solução, mas certamente a solução não está dentro do Morumbi.
Se temos exemplos negativos, temos os positivos
Paulo
Muito cuidado pois esse tipo de discurso favorece aqueles que não querem que nada mude no São Paulo.
” … tá vendo como SAF não é panacéia ?…”
” …olha o que está acontecendo com o Coritiba, com o Vasco….”
Tem uma piada que contam sobre uma aranha que tem uma das patas arrancadas e o “dono” pede a ela que continue andando… ela anda.
Assim vai até arrancar a última pata e ao pedir que ande, ela não anda.
Conclusão do “dono” .
A pata ficou surda porque seus ouvidos estavam nas patas.
Assim será para quem não quer que nada mude.
Eu dou risada com esse final “Parece que o mel não é tão doce, não?” da pra usar a mesma logica da matéria pra 90% dos times com regime igual do são Paulo que caíram pra serie B e C nos últimos 2 anos. Não há garantias em nenhum modelo, mas achar que o model0 com pouco mais que 1.604 “sócios” podem tocar um clube de 20milhoes é um pouco…
A SAF em si não é solução para tudo, mas o modelo propoe uma governança muito melhor que a que temos hoje no Morumbi.
Por exemplo, o clube teve que engolir a “era Leco” de 2015 até 2021. Ele fez um monte de promessa que não cumpriu e pior de tudo, dilapidou o patrimônio do clube claramente. As estruturas de poder do clube só deixaram ele lá no comando e ficaram assistindo o clube definhar na mão dele. Isso é o fato, porque isso ocorreu eu não sei detalhar, mas claramente houve falhas de governança no modelo associativo que permitiram isso. Vemos o mesmo ocorrendo em outros clubes associativos também.
Se um Leco por ventura fosse empossado como CEO de uma SAF, ele teria metas a cumprir, seria cobrado por elas. Ao ocorrer desvios os donos iam cobrar dele um plano corretivo, e se ele não conseguir implementar seria trocado por outro gestor que o fizesse.
Claro que isso nem sempre ocorrerá na velocidade que a torcida espera, como no caso do Coritiba, mas no caso da SAF o clube tem um dono, que tem um plano, objetivos, e não ficará nem um pouco feliz ao ver que estão rasgando o dinheiro dele e com certeza irá fazer algo a respeito, ao contrário dos conselheiros do São Paulo que simplesmente assistiram o Leco fazer cagadas em sucessão e nunca fizeram nada (por sinal muitos deles continuam no clube até hoje, de tempos em tempos o próprio Leco ainda aparece tb).
O Justus ganha em um mês o que eu provavelmente não vou ganhar na minha vida, mas ele não é rico o suficiente pra comprar o São Paulo, nem se fosse possível. A ordem de grandeza é muito maior… o Justus não é bilionário!
Basta ver o Cruzeiro, o Ronaldo tem muito mais dinheiro que o Justus, mas o nível de investimento necessário em um clube de futebol ficou grande demais para o Ronaldo, que precisou vende o clube para um peixe maior!
Sou um mero camponês, então posso estar falando besteira aqui, então peço licença poética de antemão se for o caso.
A impressão que tenho é que não existe segurança jurídica alguma no Brasil para empreender, especialmente no futebol.
O risco alto justifica o retorno alto para alguns, mas muitas empresas do exterior acabam não investindo aqui por isso.
Recentemente assessorei o plano de aquisição de terrenos por parte de um herdeiro bilionário americano, e o cara só enxergava oportunidades.
Até o momento que ele entendeu o quanto de burocracia nós temos no país, e como isso poderia gerar problemas para ele.
Resumindo, desistiu.
E talvez o problema pro Ronaldo tenha sido esse, ele imaginou que comprando o clube e investindo pouco, conseguiria parceiros, até porque o atual proprietário era patrocinador antes, certo?
Mas ai, a realidade do “Brasil que não aconteceu” bate na porta, a lei diz que só vai pagar atrasado do que tem pra frente, dali a pouco começa vir conta anterior a SAF, ai o cara gasta mais com advogado, tem fluxo bancário atrapalhado, etc
Na minha visão, pra dar certo aqui, tem que ser alguém que faça exatamente como a Bruxa do 71 fez no Palmeiras, ela criou praticamente uma monarquia ditatorial lá.
E olhe lá se isso não der errado no longo prazo…
Não está muito longe disso…
Mas, SAF não é o unico caminho.
O caminho que não é, definitivamente é esse que o São Paulo usa.
Eu tenho dois imóveis herdados dos meus pais. Um no nome do meu pai que faleceu em 87 e um da minha mãe que faleceu em 01. Ambos não registrados em meu nome porque minha família achava que não precisava (burrice sem tamanho).
Quitei os débitos existentes (quase 20 mil) e fui no cartório dizendo as palavras mágicas “eu quero pagar” pra passar pro meu nome. Disseram que não dá porque preciso pedir desarquivamento do inventário do meu pai pra poder passar o dele pro da minha mãe pra depois passar pra mim, e pra isso preciso dos documentos do meu pai que sabe lá se ainda existem.
Já que não querem registrar pra receber parei de pagar o IPTU dos dois também. Quem tá devendo são eles que já morreram. O dia que quiserem meu dinheiro só avisar que eu pago pra registar no meu nome e passo a pagar em dia.
Brasil nesse sentido de burocracia realmente é ridículo. E nunca prezam pelo bom pagador, não existe um benefício sequer em fazer as coisas direito, é incrível irmão.
Infelizmente o processo – é burocrático -, e é esse ai mesmo Renato.
O que te aconselho neste caso é alugar os terrenos pra evitar invasão, seja pra estacionamento, lava rápido, torre de celular, etc
E também vale esperar uma época de anistia pra pagar os atrasados do IPTU.
Quando fizer isso, entrega na mão de um advogado especializado, gasta um dinheiro chato de gastar, mas pelo menos dá pra vender depois…
Sim irmão, eu deixei alugado com gente de confiança senão ainda tomo usucapião de mal intencionado.
A prefeitura volta e meia dá 90% de desconto na multa nos programas de regularização. Até nisso mal pagador é beneficiado, quem paga em dia participa de um sorteio fantasma anual de carro que nunca vi ninguém ganhar.
É incrível.
Para quem acha que as SAFs são as salvação do futebol brasileiro para qualquer time, eis um exemplo prático de que nem tudo são flores nessa história!!!
E já pensaram se o Roberto Justus, sem entender nada de futebol e mal assessorado, assumisse o futebol do São Paulo???
O Justus pouco entendia de publicidade, e montou uma agência q se tornou a maior do país, colocando as pessoas certas no lugar certo. Se ele assumisse o SPFC, colocaria alguém que entende de futebol como diretor, não o Belmonte, como presidente atual faz por política, correndo o risco dessa bomba virar presidente. Ou o JJ fez com o Leco, e sabemos o que deu errado. E se desse errado, trocaria com muito mais rapidez que o sistema tosco que temos, em que um Leco fica 5 anos como presidente. Por isso é bem sucedido e rico.
O Leco trabalho no SPFC dês dos anos 80, é inegável que ele entendia de futebol e de SPFC. e oque aconteceu quando ele assumiu o clube? A questão da SAF pra mim pelo menos é que o dinheiro é dos caras, eles vão tratar melhor, pensar melhor, do jeito que esta se o clube quebrar nem responsabilidade dos presidentes e diretores teriam.
Tipo o Belmonte?
Se fosse SAF, com certeza o SP nunca contrataria o James e perderia a grana que perdeu.
Se fosse SAF, com certeza o SP não deveria o tanto de salário que deve (ou deveu) nos últimos tempos.
Se fosse SAF, o SP não teria sido feito de casa da mãe Joana pelo Daniel Alves.
Se fosse SAF, com certeza o SP não teria Belmonte como diretor de futebol.
Qual SAF arriscaria dinheiro/reputação com essas coisas que eu citei acima?
Estaríamos muito melhores do que hoje, com toda a certeza.
O post trata justamente de uma SAF composta por altos executivos indicados por um dos gestores mais competentes e influentes do mundo, portanto ninguém pode acusá-los de amadorismo como se faz constantemente com o SPFC.
No entanto, os resultados nunca são favas contadas, basta um pouco de observação para concluir que a SAF não fez bem ao Coxa até este momento. Nada impede que no futuro a curva se inverta e o Coxa se torne uma potência, mas haverá interesse dos investidores em algo tão dispendioso e com retorno tão longínquo? Por quanto tempo investirão? A própria Leila não investirá no Palmerda para sempre.
Há muita coisa envolvida para que um projeto dessa magnitude seja exitosa, e uma delas é compreender profundamente as peculiaridades do negócio futebol, que não se encontram em outros modelos de negócio. Não à toa o Red Bull, com expertise em investimentos em esportes de alto rendimento, demorou mais de 10 anos para começar a colher frutos de seu investimento aqui no Brasil.
Nessas horas dou graças a Deus pela diretoria agir com cautela nesse assunto de SAF. Não precisamos ser pioneiros sempre, pelo contrário, prefiro que os outros arrisquem enquanto apenas observamos, para no futuro aplicarmos o modelo certo. Ainda acho que a solução está para surgir, e ao contrário do que o Sr Paulo Barbosa disse, a solução está sim dentro do clube, e chama-se Cotia.
Qualquer q seja o tipo de adm precisa de organização e competência.
Acho q em determinado momento tds os clubes de série A vão virar saf. Quem não virar vai ficar para trás.
Cabe ao sao paulo buscar o melhor modelo possível. O q não dá e pra ficar vendendo o almoço pra comer a janta é achar q está tudo certo com o rei na barriga vivendo das glórias do passado. O São Paulo não tem q esperar chegar no fundo do poço pra tomar atitude. Quanto mais afundado estiver mais desvalorizado ficará.
Futebol brasileiro é deficitário.
Gastam-se muito com tudo e obtém pouco retorno.
Por isso que são “clubes de futebol” e não empresas, se fossem empresas todos já tinham quebrado sem exceção.
Se as SAFs não conseguirem achar um equilíbrio financeiro e montarem times competitivos dificilmente vingarão sem ter um “dinheiro infinito” como suporte.
Japoneis, se me permite, só tenho uma pequena discordância em sua afirmação: o futebol mundial é deficitário. De resto, irretocável.
Ainda acho que nos países mais desenvolvidos com uma economia estável pode se ter algum lucro e potencial crescimento agora no Brasil o buraco é muito mais embaixo.
Essas primeiras SAFs serão exemplos e estudo de caso por anos à fio.
Não vejo com bons olhos essa obsessão por parte da torcida em ver na SAF a saída pra tudo.
Não existe mágica, tem que ter trabalho e gastar menos do que se ganha pra tudo na vida.
As únicas ligas que são lucrativas no geral em esporte são as que tem teto salarial e outras regras de financial fair play. Senão não vai fechar a conta nunca, com todos os clubes competindo e pagando o que não podem para tentar trazer os melhores jogadores. Vai ter no máximo um ou dois clubes que fecham no azul e o resto tudo passando o pires, dependendo de vendas altas de ativos (jogador) para salvar o ano.
A grosso modo, SAF = ter um dono.
Se o dono é bom gestor, de boa.
Se o dono é mal gestor, é igual ou pior o que é como “clube”.
Acho que o problema maior é que se pode ganhar dinheiro não necessariamente ganhando títulos, mas apenas vendendo jogadores. Esse é o maior risco da saf