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Ainda que o Flamengo não tenha conquistado nenhum título em campo em 2023, fora dele, foi o clube que apresentou a condição financeira mais saudável no Brasil. É uma das conclusões apresentada pelo “Relatório Convocados”, lançado na terça-feira (12), em evento em São Paulo. O documento, elaborado pela consultoria de mesmo nome, em parceria com a Galapagos Capital e Outfield, fez avaliação do status das finanças dos 20 clubes da Série A no último ano, através do conceito de “rating” – que combina resultados a partir de índices e gera uma nota final.
Para chegar ao resultado, o estudo fez testes usando os demonstrativos financeiros dos clubes nos últimos 12 anos. Os índices que embasam a nota foram definidos a partir do monitoramento dos gastos das equipes, endividamento e também os investimentos realizados. Basicamente, a avaliação levou em conta se as despesas foram compatíveis com as receitas, se o endividamento é compatível com a capacidade de pagamento e se os investimentos realizados estiveram dentro das possibilidades de cada time.
Nos ratings do Relatório Convocados, apenas o Flamengo foi avaliado como “AAA”, a métrica mais alta possível. Receberam o “AA” somente Athletico-PR e Red Bull Bragantino. O Palmeiras, que tem rivalizado com o Flamengo dentro de campo e também apontado como exemplo de gestão fora dele, recebeu nota “A”, a terceira mais alta. Cuiabáe Grêmio também tiveram essa avaliação. Em seguida, todos os demais clubes receberam sinal de alerta, com notas C ou D. O Corinthians, por exemplo, com dívida próxima a R$ 2 bilhões (mas faturamento próximo a R$ 1 bi em 2023), recebeu “C”, mesmo rating do rival São Paulo e também Fortaleza e Goiás.
Os outros 10 times da elite do Brasil em 2023 ficaram com a avaliação mais baixa possível no relatório, “reprovados” com a nota D. Nesse grupo estão, por exemplo, a maioria dos clubes que se tornaram SAFs, como Botafogo, Atlético-MG, Cruzeiro e Vasco. Além dos quatro, também receberam a avaliação negativa: América-MG, Bahia, Coritiba (três que também viraram SAF), Fluminense, Internacional e Santos (que acabou rebaixado em 2023). Por: ESPN
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Qual a surpresa? Nenhuma.
Se quiser sair disso, tem de ser um plano Marshall , muita humildade e determinação.
Dívidas diminuem ?
Despesas diminuem ?
Déficits persistem ?
Empréstimos bancários diminuem ?
Vida que segue.
Acho inevitável o São Paulo se tornar SAF dentro de alguns anos, não é o que eu quero, mas não vejo saída.
Flamengo, Palmeiras e Atlético PR mostram que se pode ter boa gestão sem ser SAF.
E não adianta virem de bla bla bla com os meios que Palmeiras e Flamengo encontraram. Cada um encontra o seu.
Atlético e Fla buscam investidor.
O Athletico é uma ditadura, é o Petraglistão!!!!
Buscam investidores, mas estão com as finanças estáveis e sanadas
Galo sanado? Eles devem mais que o dobro do SPFC.
Acredito que ele se referia ao do Paraná. De qualquer maneira, independente dos outros, rating C é vergonhoso. Precisamos melhorar muito.
São os últimos 12 anos, amigo. Pega até JJ no fim agonizante de sua gestão.
a divida caiu muito depois que viruou saf
agora, o relatorio da Ernest e Young foi muito diferente, e a maioria dos times melhorou, assim com nos!
Os números e a análise não mentem.
Administrativamente, a gestão ainda tem muito a melhorar. O fantasma da dívida ainda assusta.
Olha, nossa situação é péssima, mas com um pouco de esforço é controlável, mas não solucionavel. O lado bom disso é que temos algum tempo para acharmos o caminho e a solução. Mas alguém vai ter que tirar um coelhão da cartola, sob risco do que é controlável se tornar insolucionável dentro do modelo que temos.
É o tal fundo? Acho essa ideia utópica, mas torço para sair do papel e ajudar na solução.
O problema é que essa ideia não é como criar uma rifa. Demanda tempo.
Sinceramente …, me preocupa muito a possível contribuição do “novo MorumBIS” para as “novas dívidas”.
Além de “novas dívidas”, o período de reformas diminuem as arrecadações e o “novo parceiro” (WTorre) ainda leva uma parte do “bolo”, que hoje o SPFC consome sozinho.
Aí é uma conta que tem que ser bem feita. Não pode ter erros. Se o bolo crescer ao ponto da nossa fatia ser maior do é o bolo hoje, pode ser um bom negócio.
Tem que ser muito bem estudado, planejado e acertado.
Será que isso vai pra frente?
Nem é tão simples assim, pois um “bolo maior” tem custos mais elevados e ainda, a manutenção do “novo MorumBIS”, quem paga?
Veja quanto custa a manutenção e a operação das “novas arenas”.
Eu já acho que esse investimento em infraestrutura está no cerne do que fez o SPFC grande, desde a saída do Canindé para a compra do terreno no meio do nada para construir esse estádio aí. Passa pelas escolhas de construção de Cotia e o sonho (uns vinte anos atras) de abastecer o time com a base. São as escolhas, o estádio virou a chave com a chegada do metro, mas virou. Melhorando a infraestrutura para jogos e shows na mesma semana sem prejudicar o gramado, representa outro patrocinador master pro clube. Essa expansão, se chegar a 80k-85k, podemos manter uma média de 60-65k por jogo em 35-40 rodadas por ano, o que deve ser uns 30-40 milhões a mais de faturamento anual. Se o insvestimento for na faixa de 300-400 milhoes, aumentando o faturamento em 100milhoes, qual o problema de repartir isso e quitar o débito em uns 10 anos? Para mim faz sentido, ainda que tudo aqui seja chute, não tenho infos.
E qual é a sua sugestão Paulo?
Eu vejo as críticas nem sempre construtivas mas talvez com certo embasamento mas o que não vejo nos seus posts constantes é uma proposta- então qual é a sua proposta de reconstrução do nosso São Paulo?
Nova administração? Se sim quem você apoia?
Novo approach para pagamento de dívidas? Se sim, qual o seu plano?
Mais transparência? Qual seria sua sugestão para tal?
Agradeço antecipadamente pela sua análise
Aumentar a arquibancada aumenta o custo de manutenção em que? De assentos? Faça me o favor.
Se é só “aumentar arquibancadas”, prá que a WTorre ?
E vai contratar quem, gênio? Você já fez obras de ampliação? Obra civil? Já montou arquibancada?
Para você parar de falar como se soubesse, eu já montei mais de 500.000 assentos em arenas temporárias e definitivas como responsável técnico em eventos nacionais e internacionais. Deve ser por isso que eu posso falar mais que um chutador.
Meu questionamento não é em função da capacidade técnica, mas o porquê da WTorre permanecer como “sócio” empreendedor e participar da gestão do “novo MorumBIS” e dividir receitas.
Porque eles assumirão TODOS os custos? Eles é que captarão, farão a obra?
Vc quer tirar dinheiro de onde no SPFC?
Cara, eu critico sem medo de ser feliz aqui, numa boa mesmo.
Mas assim, se a gente olhar o acordo com a WTorre que o Palmeiras fez, eu nunca achei ruim pra eles.
Muito pelo contrário, basta observar o “prejuízo” esportivo que eles levaram e comparar com o ganho financeiro.
Se for um molde similar, eu tenho zero ressalva em negociarem com a WTorre.
O Palmeiras fez, elogiam. O SPFC vai fazer, criticam.
Esse estudo aí só serve pra uma coisa: mais um “título” para o parmera. Do jeito que eles gostam de contabilizar. Acho que vão se auto denominar como campeões da galáxia no campeonato paulista de boa administração…
Kkkkkkk
Falando sério, essa porcaria de estudo só serve pra mostrar o que todo mundo sabe a anos, ou seja, não serve pra nada.
Nenhuma surpresa com relação a isso, infelizmente o buraco que deixaram Juvenal, Aidar e Leco (todos apoiados pelo Júlio Casares) ainda vai demorar muito para ser tapado, isso se a maneira de gestão do clube continuar da forma que em que está, sem ser SAF!!!!
É verdade que a dívida do SPFC cresceu em quase R$ 200 milhões?
Se for, alguém consegue explicar o motivo? Considerando bilheteria, premiações e venda do Beraldo?!?
O Balanço Oficial do clube aponta dívida de 680,7 mi. Uma empresa de fora aponta 856mi. Se cada um fizer sua análise e começar a usar como verdade, fica difícil.