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Convidado do Domingol, Thiago Ribeiro, atualmente no Catanduva e com passagens por Santos, São Paulo, Cruzeiro e Atlético-MG, falou sobre o período da carreira em que teve depressão. O jogador celebrou o fato de estar curado, mas acredita que o assunto ainda precisa de mais atenção no meio do futebol.
“Hoje estou totalmente recuperado, não uso mais nenhum tipo de medicamento, levo uma vida normal hoje”, contou
“Com toda a exposição que o assunto vem tendo (depressão), há uma atenção maior. Os clubes têm psicólogos, mas penso que ainda não está no nível em que deveria estar. Deveriam dar mais atenção ainda. É muita pressão, as redes sociais expõem muito o jogador tanto para o lado bom como para o ruim. Ganha, é só elogio, perde um jogo, é crítica”, explicou.
“Tive momentos de muita falta de ar. Dá uma sensação de que você vai morrer sufocado, que você não consegue respirar. Afetou minha alimentação, o sono, afeta tudo, rendimento. Eu jogava no Santos quando comecei a ter esses problemas, em 2014”, contou.
“Eu sempre fui um jogador, fisicamente falando, de resistência, de velocidade, sempre estive entre os primeiros mais bem preparados. A depressão afetou muito meu rendimento físico, psicológico, parte técnica não afeta tanto, mas se, fisicamente você não estiver preparado, pode ter a qualidade que for, você sofre”, afirmou.
O jogador lembrou ainda o atentado de torcedores do Sport ao ônibus da delegação do Fortaleza.
“É inadmissível o que aconteceu com o Fortaleza, vimos o tipo de lesão que causou nos jogadores. Sem dúvida nenhuma, isso tem um peso psicológico muito grande. Tem, sim, que olhar para o lado psicológico com carinho e atenção, porque é uma situação bem complicada”, finalizou.
CNN
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Esse menino era bom de bola e tinha atitude, era um Luis Fabiano versão Light.
Muito triste o que vem afligindo atletas.
O Fortaleza nunca mais vai ser o mesmo. Aquilo passou todos os limites, tem gente ali que deve tá com gatilho só de subir no busão. Não vai ter as proporções do que aconteceu com a Chapecoense mas com certeza não será mais o mesmo.
Mais do que triste, é trágico. Tem gente que tem problema grave de cabeça pra achar que tacar pedra é algo “a ser feito”. Se ferrar viu.
Esse cara era bem promissor. Gostava mais dele do que do Tardelli, por exemplo. Mas quando voltou ao Brasil, acho que para o Santos, já não era o mesmo jogador.