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SAF Flu ou FIP SPFC? Especialista compara modelos
Fluminense e São Paulo têm um objetivo em comum. Ambos tentam aprovar com seus associados e conselheiros medidas para reduzir a ingerência do amadorismo no futebol. Os cariocas, com a criação de SAF para administrar todo o futebol. Os paulistas, com uma empresa só para a administração da base. Bom momento para refletir sobre essa diferença.
No caso do Fluminense, a proposta é semelhante da que outros clubes aceitaram — Botafogo, Cruzeiro, Bahia, Vasco etc. Talvez o paralelo mais próximo seja o do Atlético-MG, que vendeu participação majoritária de sua SAF para um grupo de torcedores.
Em Minas Gerais, os maiores acionistas são o bilionário Rubens Menin e o filho, Rafael, à frente de outros atleticanos endinheirados. No Rio de Janeiro, o BTG do tricolor André Esteves intermedeia a união de outros torcedores tão ou menos ricos quanto ele.
A futura SAF do Fluminense vai se responsabilizar pelo pagamento da dívida da associação, estimada em R$ 871 milhões, e os investidores terão de aportar R$ 500 milhões em dinheiro novo. Em troca, eles assumem 66% ou mais do capital e se tornam os tomadores de decisão. A associação senta à mesa, mas não apita.
Por que as negociações desses clubes se parecem? Pois, fora as diferenças entre grupos e termos contratuais, em todas elas o ativo vai para a mão de um novo proprietário. Dizem no mercado que nenhum investidor se disporá a comprar um clube no Brasil, se ele não tiver maioria do capital e, por consequência, a decisão.
É aí que o São Paulo se distingue, ao propor progressão faseada até a “privatização”. Primeiro, a sua diretoria montou um FIDC para captar R$ 240 milhões, com a contrapartida de amarrar gastos e prejuízos do departamento de futebol. Segundo, ela propõe vender 30% da empresa que vai gerir a base para terceiros em troca de R$ 250 milhões. Terceiro, promete-se uma SAF para o futebol profissional.
Se tiver sucesso, o São Paulo vai ser o primeiro a captar investimento, atrair novos sócios e montar nova governança, sem abrir mão das decisões sobre o futebol. Bom ou ruim? Depende. Como o torcedor são-paulino hoje considera hoje Julio Casares, presidente, o pior ser humano já nascido, pode ser que prefira a venda do futebol até para o diabo. Só para se livrar da diretoria, dos conselheiros, da política.
Conceitualmente, no entanto, não deixa de ser uma estratégia interessante e não testada. A entrada de sócios no futebol, ainda que minoritários, reduz a margem para o amadorismo. Cá da minha parte, é pela profissionalização que eu torço.
Matéria de Rodrigo Capelo no Estadão
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A venda parcial do clube e com juros de 25% ao ano, o que inviabilizam uma recompra futura, por um valor irrisório de investimentos em 10 anos é desvalorizar ainda mais o patrimônio. Qual o interesse de um investidor tentar comprar um clube com uma dívida de 1 bilhão e mais uma sócio amarrado pra ter que pagar alto pra retira-lo do negócio? Esse presidente tá amarrando o SPFC com métodos.
Isso está mais claro que a água.
Duro que a Galápagos fará o que o Casares deveria ter feito desde 2021.
Depois venderá o São Paulo redondinho e tirará haja grana preta, mas não espere muitos títulos até lá.
Sobre o Fluminense não me interessa nem um pouco, já para o São Paulo essa que não e nem mais venda, mas sim outra doação do Casares para um ou mais grupos é uma aberração, ele está inviabilizando uma futura SAF, no São Paulo, ou abrindo as portas para a Galápagos com condições super vantajosas para eles e fechando as portas para outros grupos interessados, simples assim !!
Essa diretoria está no famoso “não largar o osso!”
Mas não se preocupem, eles tem grande expertise em fazer excelentes vendas…
Desde que vá para as mãos de um grupo sério, é mais jogo até doar do que continuar com essa turma no comando do SP
Já passou da hora de ser uma SAF total sem amadorismo com profissionalismo chega desses caras acharem que são donos do clube