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Tiros de canhão ouvidos de dentro do estádio Morumbi foram notícia
Quem esteve no Estádio Morumbis, em São Paulo, nesta semana, ouviu o que pareciam ser tiros de canhão ecoando pelas arquibancadas. O estrondo, no entanto, não tinha relação com qualquer incidente: tratava-se de um dos momentos mais aguardados do show do AC/DC, que abriu a etapa brasileira da turnê “Power Up”.
Após 16 anos sem se apresentar no país, a banda australiana realizou a primeira de três apresentações no estádio do São Paulo Futebol Clube. O grupo levou ao palco um repertório repleto de clássicos e apostou em uma produção grandiosa, com direito a fogo cenográfico e efeitos especiais sincronizados com os maiores sucessos da carreira.
Entre os pontos altos da noite esteve “Highway to Hell”, lançada em 1979, que fez o público cantar em coro e transformou o estádio em um grande espetáculo de luz e som. A música antecede um dos períodos mais dramáticos da história da banda: em 1980, o vocalista Bon Scott morreu tragicamente, pouco depois do lançamento do álbum que leva o nome da canção.
Naquele momento, os irmãos Angus e Malcolm Young decidiram seguir em frente e recrutaram o inglês Brian Johnson para assumir os vocais. O resultado foi “Back in Black” (1980), que se tornaria um dos discos mais vendidos da história da música.
Décadas depois, mesmo diante de problemas de saúde e mudanças na formação, o AC/DC voltou a demonstrar fôlego. Brian Johnson recuperou a audição com o auxílio de tecnologia de sistema in-ear personalizada e retornou aos vocais no álbum “Power Up”, lançado em 2020.
Na reta final do espetáculo em São Paulo, a banda engatou uma sequência de alta intensidade com “Whole Lotta Rosie”, “Let There Be Rock” — com solo prolongado de Angus Young —, “T.N.T.” e, por fim, “For Those About to Rock (We Salute You)”.
Foi durante a execução da última música que os “tiros” foram ouvidos. O encerramento contou com disparos cenográficos de canhão e fogos de artifício, recurso tradicional da banda nas apresentações ao vivo. O efeito sonoro, sincronizado com a música, marcou o desfecho da noite e arrancou aplausos de milhares de fãs. Por: Pedro Silvini
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Eu estou aqui no show !!!
Aquele período no final da carreira de Ceni no gol do tricolor quando o time subia ao campo dos vestiários ao som dos sinos de Hells Bells era de arrepiar…aí depois um conselheiro (que sempre quis saber qual) proibiu que Hells Bells fosse tocado por que o São Paulo é um time com nome de santo e não ficava bem ser ligado a uma musica ligado ao inferno pqp!!! Quanta ignorância…quanta falta de sãopaulinidade desses conselheiros…que essa fase termune e o tricolor se livre dessa corja….que amanhã, ao embalo de Hells Bells o tricolor elimine os porcos…no estádio do centésimo gol de Ceni. VSP
Depois da aposentadoria do Ceni não teria muito sentido tbm continuar tocando Hells Bells.
Mas se for para tocar o hino do clube que seja a versão do Ultrage a Rigor.
O hino na versão original só quando fomos campeões.
Achava tudo a ver aqueles sinos na entrada do time no Sacrossanto…mas tudo bem…quando Ceni voltar no centenário ele volta com os sinos do inferno kkkk
Gosto do hino do ultraje…feito naquela coleção placar neh…top!!! Apoiado Japa….mas no meu coração e na minha mente…sempre estarão os sinos ecoando hehe abç
Que os larápios dos ingressos dos camarotes do Morumbi e de toda a roubalheira do clube tomem o caminho da “Highway to Hell” e vão para o inferno literalmente!
Morumbi é o único estádio que recebe desde o Papa e show de rock com o público com chifrinhos do diabo no mesmo lugar! Huahuahua
O tema “Hells Bells” tocado na entrada do time na época do Ceni era f***….
E, no encerramento dos shows do ACDC já é tradição os tiros de canhão durante a execução de “For Those About To Rock”…. ROCK ON!!
Sou fã do AC/DC e adoro Hells Bells, mas concordo com o colega que disse que com a saída dl Ceni, manter a música na subida meio que perdeu o sentido. Afinal, a música era tocada por que ele gostava. E ele era o “O Cara”, por isso escolhia. Hj não temos o cara e sobem 15, 16 jogadores no campo de jogo. A maioria curte um pagodão e não a (pra mim e não pra eles) maravilhosa Hells Bells.
Foi épico. Fui na terça-feira. Ao lado do Metallica foram os shows com mais energia que já fui. E se o Morumbi não caiu nesses dois shows, não cai mais.