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Projeto “Além das quatro linhas” surge em um momento que os holofotes do esporte se viraram também para a temática da cultura do estupro. A prisão de Daniel Alves, na Espanha, e de Robinho, no Brasil, ambos condenados por estupro, provocaram discussões a respeito das relações intrínsecas entre futebol e violência contra mulheres.
Participarão dos encontros atletas que atuam entre as categorias sub-14 e sub-20, no CFA de Cotia. Coordenado pelos psicólogos Thiago Bettega e Rafaela Bertodi, que trabalham na base do Tricolor, o projeto “Além das Quatro Linhas” busca debater temas de relevância que não costumam ter espaço no meio futebolístico.
Além dos encontros com os colaboradores do São Paulo, está prevista uma palestra com a promotora de Justiça Valéria Scarance, que é professora de Direito da PUC-SP e autora do livro “Lei Maria da Penha: o processo no caminho da efetividade”.
TNT
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A mosca tá solta.
Já já vai estar cheirando m$rd@ de novo.
Palestra no Espaço para Eventos Fatal Model com oferecimento Pe. Júlio Lancelleite. No intervalo as meninas vão ao estacionamento receber uma lista de bens e patrimônio dos jogadores para avaliar a viabilidade de ser amor puro, puro amor, amor sincero, está bem até pode ser ou sem chance. Conversa fiada.
caramba.. Robinho ou Daniel Alves não falariam melhor!
Bah!!!
Terão “jornalistas” pagando processinho por fala mentiras. Maiores produtores de fake news é a “imprensa oficial”. Mentiram a vida inteira e quando perceberam que as mentiras não colam mais, dai dizem que outros são propagadores de fake news.
Não tenho apreço pelo Daniel Alves… achei ele um dos melhores laterais direito do mundo na sua época. No São Paulo uma negação. Sei pouco da vida desse indivíduo, não torço contra e nem a favor dele.
Dito isso precisamos discutir pra onde a “justiça” esta caminhando. O mosca teve 22 testemunhas a seu favor. Algumas vezes a “moça” mudou a versão dela em depoimento. Ela teve um ferimento pequeno que alega ele ter feito. Ela tinha esperma do mosca na boca. Depois do fato ela esta licenciada do trabalho por “problemas mentais”, mais a empresa que a paga mensalmente já flagrou ela festejando “adoidadamente” como se nada tivesse acontecido. Aos “jornalistas” que estarão respondendo a processo, caberá dizer de onde que o Mosca deu mais de uma versão do caso, de onde tiraram que existia um mecanismo anti-suicídio pro Mosca não se mata. Essas fakes nada mais são do que narrativas pra “corroborar” a destruição de reputação (acho que o Mosca como jogador já tinha se auto destruído).
Como nosso “presidente” já nos ensinou, precisamos criar uma narrativa que convença.
A tempo, antes que filhos do inferno venham das trevas fala alguma coisa, uma vez provado que alguém abusou de uma mulher, de um criança de um homem ou qualquer ser humano com suas diferenças, que pague conforme o estabelecido nas suas leis.
Pra finalizar. Não sei aqui, mais muitos que são contra injustiças a minorias e outras causas, são a favor de punição imediata sem nenhuma consideração a outras pessoas. Ainda mais se essas são famosas e ricas (isso não que dizer que sejam simpáticas e amáveis). Mesmo assim, se queremos justiça, devemos querer a mesma, seja pra pessoas que não gostamos, seja pra pessoas que temos nojo. Se você manobra a lei pra punir alguém, nunca mais terá justiça pra você mesmo.
vou resumir o textão lacrador para quem estiver com preguiça:
“sou passa pano para estuprador”
cara… a justiça (o órgão competente para tal) JÁ julgou, JÁ analisou todas as provas e JÁ condenou.
Pra você não importa a verdade, o que importa é o final desejado. Seu nome já entrega a sua perspectiva, logo você nem deveria gosta de justiça, ser contra golpe de quem fosse. No final o que lhe interessa é o que você pensa. Se tiver que morrer pessoas inocentes pro plano acontecer, que seja. E não estou falando do Mosca, ele já paga advogados pra fazer esse papel.
Você se mostram tão desinformado que não sabe que existem dois recursos a serem procurados. Posso esta enganado, mais tanto na Catalunha como em Madrid ele poderá recorrer ainda. Diferente do venerado Alexandre em terras brasilis, por lá existem instâncias a serem procuradas, diferente de uma professora de 71 anos que foi condenada e não tem mais a quem ou a qual recorrer.
Se ele recorrer e tiver a sentença anulada ou coisa assim, a gente para de tratá-lo como um estuprador… não antes.
Mas faz assim, mané… aproveita que é na Espanha, finge que você é o Dom Quixote e vai á travar sua luta inglória contra a promotoria e o juiz.
Ou, bem mais fácil, veste logo sua camiseta “Eu apoio o estupro!”