Presidente do São Paulo defende torcidas rivais em clássicos. O São Paulo Futebol Clube voltou ao centro de um debate importante no futebol paulista após o posicionamento de seu presidente, Harry Massis Júnior, em defesa do retorno das torcidas visitantes nos clássicos.
A declaração reacende uma discussão que se arrasta desde 2016, quando a medida de torcida única foi implementada no estado de São Paulo por questões de segurança, após episódios graves de violência envolvendo torcedores. Desde então, confrontos entre grandes rivais passaram a contar apenas com a presença da torcida mandante, mudando completamente o ambiente dos jogos.
Massis foi direto ao afirmar que a volta das torcidas rivais é essencial para a valorização do espetáculo. Para o dirigente, o futebol perde parte de sua essência sem a presença dos dois lados nas arquibancadas, especialmente em clássicos, que historicamente são marcados pela rivalidade e pela atmosfera intensa. Ele destacou que o cenário atual é diferente daquele de uma década atrás, principalmente por conta da evolução tecnológica nos estádios e nos sistemas de segurança.

Entre os argumentos apresentados, o presidente ressaltou o uso de reconhecimento facial, câmeras de monitoramento e maior controle na venda de ingressos como ferramentas que permitem uma retomada segura. Segundo ele, esses mecanismos criam condições mais favoráveis para identificar e punir eventuais infratores, reduzindo riscos de confrontos. A proposta em discussão prevê, inclusive, um retorno gradual das torcidas visitantes, com testes controlados antes de uma liberação total.
Apesar da defesa pública do São Paulo, a decisão final não depende dos clubes. O tema está nas mãos das autoridades de segurança, como o Ministério Público e a Polícia Militar, que avaliam os riscos e a viabilidade da mudança. O próprio Massis reconheceu essa limitação, mas garantiu que o clube está disposto a colaborar com todas as medidas necessárias para viabilizar o retorno dos visitantes nos clássicos paulistas.
“O retorno da torcida visitante nos clássicos em São Paulo é uma medida importante para a valorização do espetáculo no estado” – cravou Massis.
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Massis …, caro Massis.
Faça o simples, o básico e o comum.
Defenda o SPFC e já está bom.
Seus parceiros estão destruindo o SPFC.
Roubando o direito do SPFC existir.
Roubando o futuro do SPFC.
E o roteiro da destruição segue, sob seu comando …, embora quem esteja no controle são o Marcelo Pupo e o Leonardo Serafim, alem do Olten.
Se nem com o MorumBIS lotado com torcida única, o atual SPFC não se impõe sobre adversários e nosso futebol desaparece …, imagine com torcida oponente festejando.
Roger “moderno”, Rafinha e Ruim Bosta …, a festa dos adversários no MorumBIS.
Aonde assino, concordo.
Cheguei a conclusão que esse ancião esclerosado, não entende merda nenhuma de futebol. Não sabe nada das artimanhas, da malandragem que é necessário no mundo futebolístico atual. Estamos ferrados com esse mandatário amador!
O Aidar estava afastado do SPFC, quando retornou e chegou à presidência.
O Casares estava afastado do SPFC, quando assumiu a presidência.
O Massis estava “afastado” do SPFC, embora vice-presidente …, figura decorativa …, assume a presidência.
O grupo hegemônico patrocina a destruição …, referendado “afastados” do SPFC na presidência tricolor.
Mas é só “azar” …, confia.
(*) referendando “afastados”.
Concordo contigo Paulo!
E já começou a imprensinha passando pano pro Roger Machado. Estão dizendo que ele não fala besteira não, apenas é muito sofisticado na hora de se comunicar e os pobres mortais é que não tem capacidade pra entender.
O pangaré podia falar até grego, o importante é não ter um bando em campo que nem a gente está vendo.
O time claramente regrediu, o SP tá na descendente e aí o que vc vê? Imprensa nojenta empenhada em sustentar o RM o maior tempo possível como treinador do SP.
Único lado bom: o fã clube da ancestralidade africana deu uma sumida do blog.
Tudo na vida tem seu lado bom.
Roger “moderno” e seu catado em campo, construindo um “novo” futebol.
Vamos sofrer muito …, de novo, infelizmente.
De catado em catado, o futebol do SPFC agoniza.
E o roteiro da destruição segue, a todo o vapor, em frente.
Vi o ponto da entrevista e ele fala bem, na real poderia ser comentarista, analista, enfim, várias profissões, porque técnico mesmo, já demonstra que não tem a mínima capacidade.
Roger Moderno = Vários elencos diferentes e os mesmos erros de sempre.
E o ponta canhoto com o pé trocado?
O senhor não entendeu o paradigma.
Quando Roger Machado falou do ponta de pé trocado, ele fez uma referência ao curupira, figura do folclore brasileiro que remete a nossa ancestralidade.
Espero ter ajudado com esse esclarecimento.
Brabo, e o Ferreirinha deve ser a mula sem cabeça. Acho que até o final da data FIFA desbloqueamos a ancestralidade africana.
Hahahaha
Ferreirinha mula sem cabeça não faz parte do folclore, é a vida real que acontece sempre ali perto dos 30 minutos do segundo tempi
Esse eu conheço, é o Curupira 😂
Ele já desconfia que nossa torcida não irá passar mais vexames em clássicos e quer vender o mando para os rivais! Ele é a cara do Rio Costa, ou seja, a cara da derrota. Frouxo 2
Precisa começar a DEFENDER o SPFC e sua torcida! Isto sim!
O Harry Massis é de um tempo que futebol era coisa de marginal, ele se associou ao São Paulo por que era chique, ele vai no campo e deve perguntar quem é aquele que corre com roupa diferente dos demais. Delegou o time ao Ruim, ao Rafinha e ao Roger, tres Rs que fariam o Galvão Bueno ter caimbra na lingua de tanto erro. Achar que ele vai fazer algo diferente do basico é acreditar em Saci Perere. Mas lembrando que em Cabaré não tem virgem.
Filha do Massis postou um vídeo sobre o caso da Cazé TV
Eu não gosto dessa postura de bonzinho gue o massis ta tomando, o cara é um boca aberta gue fica elogiando rivais e tentando fazer média com as torcidas organizadas
Um homem atrasado em seu tempo. Obviamente o movimento é haver cada vez mais segregação, sendo o próximo passo separar a própria torcida. Diria, inicialmente, algo como setores do estádio divididos por opiniões. Posteriormente, passarão a julgar opiniões “corretas” e “incorretas”, criando setores permitidos e proibidos. Nessa etapa, haverá afastamento de uma parte da torcida, considerada “radical”, “extremista” e etc. O último passo será criminalizar esse torcedor e obrigá-lo a pagar o ingresso de torcedores “oprimidos” historicamente, fazendo-os pagar por um “dívida histórica”.
Craque, seria um Minority Report na hora do reconhecimento facial do portão 16 ?
A sorte é que o Brasil cada vez dificulta a entrada de tecnoogia e atrasará esse processo, Sir. Porém, sabe que nossos comentários aqui no Blog do fidalgo Zanca nos barrará eternamente no Morumbis, né?
Bom, pelo menos apoiei e apoio o Roger. Quem sabe isso não me ajude no futuro. Agora, você será pocado pelo sistema, Sir. Eles nunca engolirão a sua tese da coletiva reversa da zica da banana.
Bom, mas você poderá fazer o “impostor”. Por um uniforme e deixar uma bola a vista dos seguranças. Então, você sai correndo e chuta a bola todo troncho. Isso dará credibilidade que é jogador do SPFC. Logo, é só ir passando naturalmente pelos seguranças e ao ser indago continuar andando com segurança e naturalidade e falar em espanhol que é novo jogador do SPFC.
De quebra você entrará no vestiário e verá o jogo do banco de reservas. E se for mal no aquecimento (não conseguindo petecar três seguidas, por exemplo) poderá até mesmo estrear pelo clube e ver o jogo dentro do campo.
É que NINGUÉM aqui pescou o que ele tá pensando de fato….
Mas hoje é mais fácil ele cobrar ingresso da gaviões, da torcida jovem e da mancha verde do que das organizadas do próprio SPFC.
Vocês estão reclamando porque não entendem do padrão gatilho da bola rodada… Bando de acéfalos (eu, inclusive)!
Rui Costa deve estar bem contente. Inclusive, seus amigos também.
Eu até agora estou inconformado que no pós Casares já tenham feito um m…. do tamanho que foi trazer o RM no lugar do Crespo.
Até quando???? Que vontade de ter um clube minimamente profissional e organizado, sem benesses para os chegados em detrimento da instituição.
Roger Machado, além de nosso tempo :
A derrota não pode ser reduzida a um mero descompasso circunstancial, mas deve ser interpretada como a materialização de uma série de micro falhas sistêmicas que, em conjunto, comprometeram a integridade do modelo de jogo. A equipe apresentou uma desarticulação evidente entre os setores, sobretudo na transição defensiva, onde o intervalo entre a perda da posse e a recomposição revelou-se excessivamente dilatado, expondo os half-spaces a infiltrações recorrentes. A linha média, incapaz de exercer pressão coordenada, oscilou entre uma marcação passiva e abordagens intempestivas, gerando rupturas na estrutura compacta que deveria sustentar o bloco. Ofensivamente, a circulação de bola mostrou-se previsível e lateralizada, carente de variações de ritmo e de ocupação racional dos corredores interiores, o que facilitou o encaixe adversário e neutralizou qualquer tentativa de progressão qualificada. A ausência de sincronia nos movimentos de apoio e profundidade reduziu o campo efetivo de jogo, tornando a equipe refém de ações individuais desconectadas do coletivo.
Adicionalmente, a leitura estratégica durante a partida evidenciou uma incapacidade de adaptação às dinâmicas impostas pelo oponente, cuja superioridade não residiu apenas na execução técnica, mas na coerência tática e na exploração metódica das fragilidades alheias. As substituições, ao invés de reequilibrar o sistema, acentuaram a perda de identidade posicional, desorganizando ainda mais os mecanismos de cobertura e compensação. O time demonstrou também um declínio cognitivo progressivo, perceptível na tomada de decisão sob pressão, com escolhas precipitadas que aceleraram a perda de controle emocional e territorial do jogo. Nesse contexto, a derrota emerge como consequência inevitável de um conjunto de variáveis interdependentes, onde falhas estruturais, lapsos de concentração e inadequações estratégicas convergiram para um colapso competitivo que transcende o placar e exige uma revisão profunda dos princípios que regem o funcionamento coletivo.
https://x.com/presepadasdasep/status/2036159703613386773?s=20
Impressionante essa $orte
Ainda bem que foram “micro falhas sistêmicas”, se fossem falhas ficaria preocupado.
Inacreditável…
Eu até acho essa coisa de torcida única realmente uma excrescência do futebol moderno, mas acho que nosso Presida da Melhor Idade tem coisas mais importantes com o que se preocupar dentro do próprio clube!!!
E nem a promessa de deixar o clube pacificado até a eleição do final do ano ele tá conseguindo cumprir…
Isso virou pauta moralista…
Na prática cada time tem seu mando de campo e tem gente que quer subverter isso.
Em jogo único ou no melhor de três com terceiro jogo em campo neutro faz sentido dividir torcida, mas em disputa que cada um tem seu mando de campo é ILÓGICO e IRRACIONAL ter torcida dividida.
Enfim, o cara tá em mandato tampão e essa pauta não faz sentido por alguns motivos como: ele não foi eleito e por isso não tem legitimidade pra esse tipo de militância, ele vai sair daqui a pouco e esse assunto é mais extenso que isso, existe o MEGA PROBLEMA da violência dentro do estádio. Se um bando de gambá fizer M, pelo regulamento o responsável é o mandante.
Enfim, ele deveria ter focado em não ter renovado com Ruim Costa. Ter colocado um abnegado experiente como diretor de futebol. Ter aproveitado a insatisfação de jogador caro que não rende para forçar a saída e reduzir custos, ter um ano digno e sem polêmicas geradas por burrice de diretor e entregar um SPFC para o próximo presidente melhor do que pegou.
Títulos? Eu gosto! Mas uma mega redução de dívida e de custos, se possível tendo um elenco com maior potencial de venda seria uma entrega fantástica pra um presidente tampão. Ainda mais se entregar o time classificado pra Libertadores.
Mais um ano teremos o jogador mais caro do elenco sem poder jogar… Se ele tivesse saído a diferença em campo seria mínima, mas a diferença no balanço seria brutal!
Se o nosso presidente Massis defendesse o São Paulo assim como ele defende árbitro,torcidas,rivais,o São Paulo estaria acima de qualquer tentativa de prejudicarem ele em qualquer jogo.
“Cobra menos e torce mais… Bate palmas! Bate palmas! Bate palmas!” – Harry Massis
Estamos muito ferrados https://ge.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2026/03/23/rafinha-da-voto-de-confianca-para-roger-machado-no-sao-paulo-estamos-no-caminho-certo.ghtml
Sou da seguinte opinião,a saída do fraquíssimo Roger é questão de tempo, sendo assim,com sua saída é obrigatório Rui Costa e Rafinha irem juntos pra rua.
Só pode ser brincadeira do Rafinha.Qual caminho certo que ele se refere?
Fiquei um ano falando que esse cara ia ferrar tudo…
Ele chegou e ferrou tudo…
Isso é tão cansativo…
A galera precisa entender que algumas pessoas do meio do futebol não echergam os clubes da mesma maneira que o torcedor.
Pra eles, um clube é um meio de ganhar dinheiro… Nem sempre só com o salário…
E não estou falando de coisas ilegais… que as vezes também tem. Mas sim da estrutura de incentivos de um cara como esse Rafinha.
Ele e outro nomes que eu sempre me oponho aqui são pessoas que eu já ouvi falarem que veem o SPFC como negócio…
Acho que o Roger Carpini dificilmente resistirá muito tempo. Os resultados, infelizmente, vão decretar a sua saída. E com ele, o Ruim Bosta e o Farrinha. A farra vai ter que acabar antes que acabem com o clube. Fora Massis.
Farrinha kkkkkkk