Amanhecemos com mais uma notícia de que mais um menino da base é alvo de um gigante europeu. Sem nos estendermos muito, notamos que todos querem nossos garotos, todos monitoram nossos meninos, todos os clubes desejam, querem contratá-los e nós fazemos o que com isto?

William Gomes, Newcastle só ontem, foram diversas sondagens. Henrique Carmo – Bayern de Munique. Moreira – Porto, Patryck – Diversos, Ferreira – Leverkusen, Nicolas – Barcelona, Rickelme – Sevilla, Ryan Francisco – Diversos, Rodriguinho, entre muitos outros que vemos todos os dias.

Chegamos ao ponto em que os veteranos dominam as escolhas, a base fica relegada. Resta contratar mais jogadores caros de fora e usar pouco os meninos, aumentando folha, custos e riscos. E os meninos seguem sem espaço e aproveitamento. Algo está totalmente errado.

Enquanto subimos os investimentos em Cotia, não criamos uma forma, um processo claro de que temos que aproveitar os garotos obrigatoriamente pela sustentabilidade da instituição. E eles são bons, tem talento e precisam ser trabalhados. Young tinha proposta do Benfica e ficou. Não tem chances.

Aí veremos vendas abaixo do valor porque eles cansam, querem jogar e ganhar mais. Perderemos eles nos campos e no caixa. E seguiremos achando que indiscutíveis jogadores fomentados por grupos organizados e cantos de estádio são a solução do São Paulo.

A pergunta perdura: Por que erramos e não aprendemos?


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