O Ponto Cego do MorumBIS: O São Paulo está desperdiçando milhões ao ignorar quem realmente paga a conta, por Filipe Cunha – Finanças Tricolor

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O São Paulo FC orgulha-se de sua história e de sua torcida, que nos últimos anos tem dado provas consecutivas de fidelidade, quebrando recordes de público no MorumBIS. Mas, enquanto o clube comemora o “torcedor na arquibancada”, pode estar ignorando o maior motor econômico dentro das casas são-paulinas.
Recentemente, o consultor de negócios esportivos Michael Broughton publicou uma análise provocativa intitulada “Hiding in Plain Sight” (Escondido à Vista de Todos). Sua tese é simples, mas brutal para o setor comercial: “A indústria do esporte construiu uma infraestrutura comercial de bilhões de dólares para atingir o homem na arquibancada. Gastou quase nada tentando entender quem comprou o cachecol do time para ele.”
A Falácia do “Santo Graal”
Historicamente, o marketing esportivo foca no homem de 18 a 40 anos. Broughton argumenta que esse público aprendeu a ignorar anúncios, mas é fisgado pela emoção do escudo no peito. O São Paulo não é diferente: nossos planos de Sócio Torcedor, as campanhas de novos uniformes e as parcerias de apostas miram diretamente esse torcedor “ávido”.
No entanto, Broughton nos alerta para um erro estratégico: “O problema é que, como tantas coisas no esporte, [a lógica] para na porta do estádio.” Fora do MorumBIS, a dinâmica financeira é outra.
Os Números que o São Paulo não pode Ignorar
Broughton cita dados globais que deveriam fazer qualquer diretor financeiro e marketing do Tricolor perder o sono:
- As mulheres controlam ou influenciam aproximadamente 85% de todos os gastos de consumo globalmente.
- Elas tomam 80% das decisões de saúde e 92% das decisões de férias.
- No contexto de presentes, 86,5% das mulheres cuidam das compras em seus lares.
Transportando para a realidade tricolor: o torcedor compra o ingresso e a cerveja no pré-jogo. Mas quem compra o enxoval do bebê “nascido são-paulino”? Quem escolhe a camisa oficial que o marido ganha de aniversário ou o presente de Dia dos Pais? Na maioria das vezes, é a mulher — seja ela torcedora fanática ou não.
O Exemplo da FanChest e o Varejo Tricolor
O autor cita o caso da FanChest, uma empresa de caixas surpresa de times. Eles gastaram fortunas tentando vender para torcedores do sexo masculino. O negócio só decolou quando perceberam que seu verdadeiro público era a esposa, a mãe ou a filha do fã.
“O alvo nunca foi o fã. Era a parceira, mãe, filha ou irmã do fã”, diz Broughton.
Para o São Paulo, isso significa que a rede SPFC Mania e os licenciamentos do clube podem estar falando com a pessoa errada. Se o marketing do clube foca apenas no “sentimento e glória” para atrair o homem, ele falha em oferecer conveniência, curadoria e segmentação para a mulher que detém o maior poder de compra da família.
Como aplicar isso no Morumbi?
Para traduzir a visão de Michael Broughton em receitas para o São Paulo, o clube precisaria de três mudanças de postura, na visão do Finanças Tricolor:
- Dados de CRM além do Ingresso: O Sócio Torcedor nos dá os dados de quem vai ao jogo. Mas quem são as mulheres que compram nas lojas oficiais? O clube precisa mapear a “jornada do presente” e criar campanhas marketing em e-mail e redes sociais específicas para datas como Dia dos Namorados e Natal, focadas em quem presenteia o são-paulino.
- Experiência em Família e Decisão de Gasto: Se as mulheres controlam 80% dos gastos cotidianos, o MorumBIS precisa ser um ambiente de conveniência absoluta. Melhorar a infraestrutura para famílias não é apenas “social”, é estratégico para atrair quem decide onde o dinheiro do lazer será gasto no final de semana.
- Marcas Parceiras: O São Paulo deveria buscar patrocinadores que queiram falar com essa decisora de compras. Como diz Broughton: “O fã é a identidade. O lar é a carteira.”
Conclusão
O São Paulo tem uma oportunidade de ouro de sair na frente dos rivais brasileiros. Enquanto todos brigam pelo padrão “homem de 18-40 anos”, o clube que entender que a mulher é a principal gestora financeira do lar terá acesso a uma fatia muito maior do consumo.
Como Michael Broughton encerra seu artigo: “Ela esteve escondida à vista de todos. A questão é: qual organização finalmente vai olhar para ela?”
Está na hora de o Tricolor parar de olhar apenas para o gramado e começar a olhar para quem realmente assina o cheque dentro de casa.
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O futebol tricolor agoniza, junto com todo o clube falido, abandonado e acéfalo.
Perdi completamente a Fé nesses Dirigentes do São Paulo, é tanta cagada atrás de cagada , que caminha o São Paulo para a Destruição e fim do Clube.
A escória com 2 jogadores a menos segurou o verdinho …, aqui perdem até para a péssimo vitória e não competem contra ninguém …, o “moderno” não consegue organizar o bando, nem posicionar o catado.
O SPFC odeia o seu torcedor, fomos totalmente ignorados no caso Roger, mesmo com a rejeição de 99,9% da torcida os idiotas foram lá e contrataram o inútil assim mesmo.
Crepo não cedeu ao esquema de empresário e levou um pé na bunda .
Agora provavelmente a Patota em em Festa !
Cadê as torcidas organizadas para cobrar resultados, sumiu , está esperando o Clube virar história do passado.
Clube abandonado, sucateado e apequenado. Acabou… Até a chapecoense jogou melhor fora de casa do q a gente nesta rodada.
No meu lado empírico de vida essa pesquisa está viciada. Discordo parcialmente dos argumentos do pesquisador. Por exemplo, a camisa citada quando comprada para o bebê pode ser pela esposa mas a influência fatalmente é do lado paterno. Seja do pai, irmão ou tio. Para agrada lo mediante a proximidade do convívio. Meu filho é são Paulo por eu estar presente. Caso não fosse seria corinthiano pelo meu sogro. A maioria das mulherada vê como bobagem futebol assim como vemos novela ou seriado de Kardashians por elas.
Acho que não entendi exatamente o ponto da matéria, o argumento é que as mulheres compram presentes, e por isso a comunicação deveria que ser voltada pra elas e não para os homens?
Se for isso, é puro non sense, a minha esposa – que não liga pra futebol – só compraria uma camisa do São Paulo por 2 motivos: porque eu torço pro time e porque que quero a camisa e vai me agradar comprando.
Do que adiantaria direcionar a comunicação pra que ela desejasse a camisa, se ela vai comprar mas é pra dar de presente pra mim?
Da mesma fora que provavelmente quem mais paga por ingressos para shows de bandas adolescentes são maiores de idade e pais, mas a comunicação da banda é feita para os adolescentes, porque eles que gostam da banda e desejam o ingresso.
A não ser, que queiram vender camisas do clube para mulheres, mas ai o ideal é criar uma campanha de nicho, não fingir que o futebol não é um ambiente majoritariamente masculino.
Além disso, fora a camisa do clube, estamos falando de quais itens licenciados exatamente? Uma caneca? Um chaveiro? Algum item destes realmente é relevante no faturamento do clube, para justificar uma mudança de comunicação?
O único ponto que eu concordo com o texto é o “matchday”, porque eu parei de ler sobre isso faz anos, mas se me recordo bem, o maior fator para que alguém compre algo do clube, é justamente que essa pessoa esteja no estádio num dia de jogo.
Ai, como já é sabido, o problema maior é a insegurança para famílias frequentarem o estádio, e a limitação de infraestrutura para lojas e estacionamento no Morumbi.
Fora isso, pra mim mim é simples, a comunicação do São Paulo deveria sempre ser baseado em um tripé que envolve:
1) Tradição vitoriosa
O famoso “Dentre os grandes, és o primeiro”, o fato der ser um clube vencedor, da elite do futebol sul-americano, com histórico de revelar grandes jogadores e vencer grandes títulos.
2) Tradição familiar
O fato de ser um clube de massa, faz com que para muitos seja passado de geração para geração, “o clube da minha família” é um legado, quase que uma religião.
3) Representar a cidade
Invocar o orgulho de ser/viver em São Paulo, uma cidade que tem muitos anos de uma história rica, e mesmo assim segue acolhendo os que estão chegando para trabalhar.
E por fim, se o clube seguisse sendo campeão como era regularmente antigamente, e focasse nesse tipo de comunicação, com certeza venderia bem mais do que tentar fazer qualquer tipo de campanha modernete, enquanto o clube briga pra não cair.
Esse texto foi feito no Gemini ou GPT. Pela estrutura, parece Gemini.
Filipe Cunha escreve ele mesmo.
sim, verdade, acho que o felipe cunha ta usou IA pra este texto
Justo. Esposas geralmente não ligam pro esporte, só usam a marca pra presentear os amados. Tudo acontece por influência do “homem da casa que gosta de futebol”.
O clube precisa aproximar o público feminino. Eu pelo menos sentiria que teria mais ferramentas disponíveis pra falar de futebol e do SPFC com minha esposa se tivesse algo palpável direcionado pra ela vindo do clube. Que fizesse ela ter vontade de comprar uma camisa do SPFC pra mim e pra ela também ao invés de só pra mim, e que usasse a dela porque aprendeu a gostar o SPFC também além do clube de futebol.
Mas a gente mal consegue expulsar vagabundo de dentro do clube e diretor incompetente, que dirá bolar uma estratégia dessas.