Janela 1 fecha com saldo de 6 reforços, 2 vendas e renovações O São Paulo encerrou a primeira janela de transferências de 2026 com uma estratégia clara: reforçar o elenco sem comprometer ainda mais sua saúde financeira. Em um cenário de readequação econômica e controle de gastos, o clube priorizou contratações sem custos de transferência e realizou vendas pontuais para equilibrar o caixa.
A diretoria, liderada pelo executivo de futebol Rui Costa, definiu como prioridade a busca por jogadores livres no mercado. O resultado foi a chegada de cinco reforços sem a necessidade de pagamento a outros clubes: o goleiro Carlos Coronel, o lateral-direito Lucas Ramon, o meia Cauly, o zagueiro Dória, o meio-campista Danielzinho e por último, o ponta direita Artur.

Essa abordagem reflete diretamente o momento financeiro vivido pelo São Paulo. Com limitações orçamentárias e necessidade de reduzir despesas, o clube optou por um modelo mais sustentável, focado em oportunidades de mercado. Em vez de disputar jogadores caros, a estratégia foi identificar atletas disponíveis, muitas vezes em fim de contrato, que pudessem agregar tecnicamente sem gerar alto impacto financeiro.
Se por um lado o São Paulo evitou gastos com contratações, por outro também buscou gerar receitas com negociações estratégicas. Durante a janela, o clube concretizou duas vendas importantes que ajudaram a aliviar a situação financeira.
O atacante Erick foi negociado com o Vitória, em uma operação que rendeu aproximadamente 6,3 milhões de reais ao Tricolor, que ainda manteve 20% dos direitos econômicos do jogador.
Já o meia Rodriguinho foi vendido ao Red Bull Bragantino por cerca de 3 milhões de dólares, equivalente a aproximadamente 15,6 milhões de reais. O pagamento foi estruturado em parcelas, sendo a maior parte à vista e o restante previsto para 2027.
Além das chegadas e saídas, a diretoria trabalhou para manter jogadores considerados importantes para o projeto esportivo. Durante a janela, o São Paulo acertou renovações com Luciano e Sabino até 2028, além de estender o contrato de Marcos Antônio até 2030.
Esse movimento demonstra uma preocupação com a manutenção de uma base sólida. Em um momento de restrições financeiras, evitar perdas de jogadores importantes pode ser tão relevante quanto contratar novos nomes. A estabilidade do elenco é vista como um fator essencial para garantir competitividade ao longo da temporada.
Por outro lado, algumas situações ainda permanecem indefinidas. Jogadores como Lucas e Calleri seguem nos planos do clube, mas ainda não tiveram suas renovações concretizadas. Já nomes como Tolói, Luan e Young vivem cenários incertos, com o futuro ainda em aberto.
https://saopaulo.blog/2026/03/28/janela-1-fecha-com-saldo-de-6-reforcos-2-vendas-e-renovacoes
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Da série perguntas necessárias:
A trairagem contra o Crespo conta como ato sustentável sem impacto econômico
e a chegada de Roger “moderno” visa manter a competitividade do time durante a temporada?
Se de fato contratarem o Arthur, não será exatamente uma oportunidade. Jogador caro, talvez que valha o custo que aparentemente nos comentários dizem ser bom. Novamente, não é oportunidade, é valor de mercado para caro.
Acabei de sair do jogo Brasil e Paraguai sub 20. Apesar de gostar do futebol do Lucca e do Pedro Ferreira e sandice achar que eles farão diferença no elenco profissional. Ainda nao sao diferenciais nem no sub 20. O lateral Igor e bom jogador e o volante de nome difícil e disparado o mais preparado para o profissional.
Se não tiverem chances jamais vamos saber, prefiro ver a molecada a ver Ferreirinha e Cedric por exemplo.
A torcida não precisa saber e ser feito testes em plena competição difícil? Testes eram para ser feito no paulistão, no máximo é dar chance se tiver um jogo já ganho ou em vale nada ou alguma oportunidade.
Mas era pro time hoje estar com o William Gomes, o Lucas Ferreira, o Henrique Carmo e o Matheus Alves no time de cima, já mais preparados e com mais rodagem. Tinha o Rodriguinho tbm.
Daí se um deles saísse, vc daria chances pro Lucca, pro Pedro Ferreira e por aí vai.
Será que para os nossos gestores faz sentido vender a molecada a preço de banana e contratar esses jogadores no mínimo duvidosos com altos salários?
Lembrando que com o salário do Arthur dava pra pagar todos os garotos e ainda sobrava pra fazer um churrasco no fim de semana.
Mas a garota é tão ruim, que se juntar o blog aqui e fazer um time. Nossa vendemos deles. Pensa em uma molecada com câncer. Um bando de viados perna de pau.
Comentário mais ridículo que vi por aqui em anos.
@breno_angrisani
Uma informação a mais: a divisão do salário do Artur ficou em SP 60/40 BFR. Porém, em dezembro, o São Paulo terá que reembolsar o valor pago pelo Botafogo
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Nem o diretor de futebol mais estupido faria um negócio desses.
Mas ele nunca foi e$$$$$$tupido, apenas um perdedor nato que nunca conquistou algo diferente de dinheiro.
Sinceramente, neste caso do salário o SPFC se deu bem. Achávamos que iríamos pagar os 100% do salário, que seria até natural pq o interesse é do SPFC e Botafogo só gostou pq fecharam a janela e há pendências como a da venda do Lucas Perri e de um zagueiro que nem lembro o nome. Reembolsar depois é uma forma de economizar e até abater as pendências posteriormente