Performance de Julio Baptista, números e aprendizado na Espanha agora em Cotia.
A passagem de Julio Baptista pelo comando do Real Valladolid Promesas, equipe B do Real Valladolid, oferece um recorte interessante para analisar seu início de carreira como treinador.
Entre julho de 2021 e novembro de 2023, o brasileiro permaneceu 853 dias no cargo, acumulando experiência em um ambiente competitivo e voltado à formação de atletas, mas também enfrentando desafios significativos dentro e fora de campo.
Ao longo desse período, Baptista comandou a equipe em 84 partidas oficiais, somando 28 vitórias, 18 empates e 38 derrotas. Os números assustaram muitos torcedores. O time marcou 61 gols, mas apresentou uma média desfavorável de gols sofridos, evidenciada pelo índice de 1,52 gols contra por jogo, contra 1,24 gols marcados. Vamos tentar explicar o que nos passaram em apuração:

O Valladolid jogava com jovens no que seria a 4a Divisão Espanhola que muitos clubes utilizam profissionais. Além disso, ele treinava o time e cedia constantemente jovens ao time principal. O desempenho dele caía virtualmente sem muitos recursos e sempre cedendo jogadores ao time principal. Isso inclusive, sem planejamento, gerou desgaste até ele detonar a gestão do clube e ser demitido.
A avaliação de Ronaldo, dono, era de que o trabalho era muito bom porque ele sempre cedia novos jogadores ao time principal comandado por Pezzolano, hoje técnico do Inter. Em ligas de base e equipes B, espera-se não apenas competitividade mas evolução de jogadores. Ainda assim, é importante destacar que esse tipo de equipe frequentemente prioriza formação e rotação de atletas, o que pode impactar diretamente os resultados.
Como o próprio Baptista revelou posteriormente, havia limitações em sua autonomia para tomar decisões técnicas, o que pode ter influenciado diretamente o desempenho da equipe. Esse cenário reforça a ideia de que os resultados não podem ser analisados de forma isolada, sem considerar o ambiente de trabalho.
No balanço geral, a passagem de Julio Baptista pelo Valladolid B pode ser classificada como de aprendizado e adaptação. Para sua trajetória como treinador, a experiência serviu como um primeiro laboratório em alto nível europeu, expondo tanto suas ideias quanto os desafios de gestão e liderança — fatores que serão determinantes em sua nova etapa no futebol brasileiro em um cenário diferente de Cotia com a base sendo protagonista no Brasil e tendo como evoluir atletas e competir de igual para igual com qualquer um.
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
De qualquer forma, “la bestia” também não poderá interferir no destino dos garotos da base tricolor …, os melhores serão vendidos …, alguns doados e quem não apresentar proposta, será descartado.
Aqui ficam os que machucam e perdem janelas …, só para completar rachão.
Simples assim.
Por quê JB ficou 2 anos e meio sem treinar nenhum clube ?
Nenhum clube deu a autonomia a ele que pretendia ?
Bom, a gente pode ficar aqui vendo os numeros e justificando derrotas mas assim como trocamos 6 por 3 na saída do Crespo e chegada do Roger Machado, a sensação é a mesma com a saída do Barcellos e chegada do Julio Batista.
De maneira geral, em 3 meses, o SPFC fez um esforço enorme, e conseguiu, ferrar com tudo o que vinha funcionando e não melhorou em absolutamente nada o que estava de errado.
Como o texto indica, experiência em alto nível europeu.
“La bestia” entrou em período sabático, até ser apresentado ao projeto tricolor.
Carnezinho europeu …, independente de qualquer desempenho, já está garantido.
Tá difícil, caro Mauro.
Sempre um encostado novo, para colar na banca tricolor …, aventureiro, curioso ou estagiário.
(*) Nada contra Júlio Baptista, acho um cara sério …, mas o SPFC não pode ser apenas “banco de talentos” para o mercado …, precisamos de resultados, urgente.
Preferia o sobrinho do muricy no sub 20 ? 🤣
Não esqueça do belletti que foi campeão da champions league sub 19 no Barcelona e aqui ele foi muito criticando
Se provou q a geração que era ruim , sub20 é muito diferente do time profissional, depende muito da geração ,todo ano o time muda
De fato a sensação é que andamos para trás. Mas, como dizia um sábio, o futebol é uma caixinha de surpresas. Só que esperar por surpresas já encheu o saco
Cabeçadas e mais cabeçadas. Total falta de critérios lógicos para se tomar decisões. Falta de perspectivas de termos dentro dos muros do Morumbi alguém capaz de conduzir esse clube como a sua história merece. Dívida impagável. Só uma SAF séria, ou seja lá qual seria uma outra opção, pode mudar esse cenário desalentador
Não dá pra saber , segundo alguns o Belletti era ruim , hj tá no Barcelona pra vc ver o potencial q ele tinha , então não dá pra prever qualquer coisa em sub20